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Famalicão

‘Startup’ de Famalicão desenvolve sistema eletrónico anti-contrafação

Tecnologia será apresentada no âmbito do Dia Mundial da Anti-Contrafação.

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Foto: DR/Arquivo

Uma nova tecnologia desenvolvida por uma ‘startup’ de Famalicão que, através de uma aplicação eletrónica, rastreia um produto ou obra de arte desde o produtor ao cliente final é apresentada na quinta-feira no âmbito do Dia Mundial da Anti-Contrafação.

Designada “Monttra”, a nova tecnologia assenta num sistema de monitorização do processo de transmissão da propriedade que permite a “total rastreabilidade do percurso de um produto, peça, mecanismo ou obra de arte ao longo de toda a cadeia de distribuição”, desde o produtor ao cliente final, e será apresentada durante a conferência “Contrafação: um negócio em que todos perdemos”, que decorre na quinta-feira em Vila Nova de Famalicão.

Conforme explicou à agência Lusa o empreendedor Fernando Veloso, fundador da ‘startup’ que comercializa a tecnologia anti-contrafação Monttra, esta “impossibilita a entrada de produtos de marca falsificados no mercado” graças à “combinação de uma aplicação ‘web based’ exclusiva para cada produtor ou marca e de uma ‘app’ (aplicação) disponibilizada tanto a operadores logísticos e comerciais como a consumidores”.

“Com esta plataforma, ao contrário da oferta antifraude disponível no mercado, cuja fiabilidade é recorrentemente questionada, não nos propomos autenticar a qualidade da produção ou certificar a conformidade de uma peça ou produto de marca. Fazemos a diferença porque a solução tecnológica anti-contrafação Monttra assegura a monitorização do processo de transmissão da propriedade”, disse.

Segundo referiu, com esta solução “as marcas e os produtores, fabriquem eles em grande escala ou peças únicas, conseguem garantir a autenticidade do produto ao longo de toda a cadeia de distribuição, desde que o produto, peça, mecanismo ou obra de arte saia das suas instalações até que chegue ao cliente final”.

“Com total fiabilidade, consegue individualizar cada item introduzido no sistema por um produtor ou criador artístico, blindando, desde logo, o respetivo processo de transmissão da propriedade. Desta forma, uniformiza a autenticação de qualquer produto ou peça no ato de compra/consumo, facultando ao cliente final uma alternativa de autoverificação da origem e da genuinidade do que pretende adquirir”, explicou.

De acordo com Fernando Veloso, a Monttra “combina uma espécie de ‘avatar’ com dupla serialização, conseguindo individualizar cada item introduzido no sistema por um produtor ou criador artístico”.

Além de inibir a contrafação, o sistema “permite aos produtores e às marcas conhecer em tempo real o percurso de cada item produzido até ao cliente final, contribuindo para o consumo responsável e em segurança e um controlo interno eficaz”.

A marca de relógios famalicense Reguladora, o mais antigo fabricante de relógios da Península Ibérica, foi o primeiro cliente da Monttra, que está agora a fechar os primeiros contratos com operadores nacionais ligados à moda, vinhos e bebidas espirituosas, medicamentos, dermocosmética, relojoaria, peças para automóveis e artistas plásticos.

Promovida em parceria pela Câmara Municipal de Famalicão e pela ‘startup’ tecnológica local responsável pelo sistema, a conferência de quinta-feira propõe-se “identificar os impactos da contrafação na atividade empresarial e na economia portuguesa e analisar tendências, bem como as razões da compra de produtos contrafeitos pelos consumidores portugueses”.

No evento intervirão o inspetor-geral da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), Pedro Portugal Gaspar, o diretor da Direção de Marcas e Patentes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), André Robalo, a ‘marketer’ (publicitária) Neuza Silva, autora da tese de mestrado “Determinantes da (intenção de) compra de marcas de luxo contrafeitas”, e o empresário Manuel Serrão, presidente da Selectiva Moda.

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Ave

Consternação com morte de ‘Zeca’ em trágico acidente de mota em Braga

Óbito

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Foto: DR

José Carlos Silva, mais conhecido como ‘Zeca da Henriqueta’, não resistiu aos ferimentos provocados por um acidente com a mota em que seguia, ao final da tarde de quinta-feira, na variante de acesso à A3, em Braga.

Empresário do ramo da manutenção industrial, era uma figura muito conhecida por entre a indústria têxtil do Vale do Ave, onde colaborou com algumas das principais lavandarias e tinturarias da região. Os amigos e colegas de trabalho recordam um homem jovial e bem disposto, empenhado no trabalho que fazia.

Aos 48 anos, trabalhava atualmente em regime exclusivo na LTdye, no concelho da Trofa, onde era responsável pela manutenção industrial. Foi durante muitos anos responsável pela mesma área na Pincoltêxteis, na freguesia de Cavalões, Famalicão, de onde era natural. Residia atualmente em Gondifelos, com esposa e filhos.

José Carlos, apaixonado por motos de grande cilindrada, seguia ontem, cerca das 19:30, na variante de acesso à A3, no sentido Braga – Famalicão, quando terá sofrido um toque de um automóvel ligeiro, entrando em despiste que se revelou fatal.

Motociclista morre em variante de Braga

Durante alguns minutos, vários populares tentaram reanimar o homem que entrou imediatamente em paragem cardiorrespiratória provocada pelo embate nos separadores centrais daquela via. Os bombeiros chegaram cerca de 10 minutos depois do alerta, mas já não foi possível reverter a paragem do coração.

No local estiveram os Bombeiros Sapadores de Braga, a equipa médica da VMER de Famalicão e a brigada de trânsito da GNR, assim como os assistentes da concesionária Brisa, que foram os primeiros a chegar após o acidente.

As cerimónias fúnebres de ‘Zeca’ realizam-se este sábado, pelas 16:30, na igreja paroquial de Gondifelos, indo a sepultar no cemitério local.

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Ave

Fábrica de Famalicão readapta-se e passa a produzir álcool gel

Covid-19

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Foto: Indinor

A Indinor, fábrica localizada em Ribeirão, Famalicão, e especialista em produtos químicos para as indústrias de curtumes, calçado e têxtil, readaptou-se no atual período de pandemia para produzir álcool gel e desinfetantes para superfícies, solas e vestuário profissional, anunciou hoje a empresa.

Em comunicado, a empresa química do grupo Focor diz ter decidido alargar as suas áreas de especialização, apostando agora também nos produtos para a higienização, de forma a contribuir para minimizar a escassez no mercado destes produtos.

“Produzir álcool gel nunca esteve nos objetivos da Indinor. Contudo, tendo em conta as atuais circunstâncias e a nossa capacidade instalada, não poderíamos ficar indiferentes às notícias diárias de carência deste produto, tão básico, mas tão necessário ao nosso novo dia-a-dia”, afirma o administrador Rui Faria, citado no comunicado.

Se não existirem constrangimentos de matéria-prima, a Indinor diz ter capacidade para produzir, de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), 20.000 litros de álcool gel por semana, tendo já como clientes hospitais, farmácias e indústrias de vários setores.

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Ave

Glovo já faz entregas em Famalicão

Serviço de entregas

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Foto: DR

A Glovo já faz entregas em Famalicão.

Os utilizadores da plataforma podem fazer pedidos de comida de restaurantes locais assim como de estabelecimentos de venda de comida rápida, como o McDonalds, KFC ou Pizza Hut.

Com a chegada de Famalicão à Glovo, passam também a constar da lista os restaurantes Dragão, Mikado e Sushi King.

A empresa, concorrente direta da Uber Eats, também já operava em Braga, Guimarães e Viana do Castelo.

Os serviços da Glovo, uma aplicação para smartphones de entrega de produtos e comida, expandiram-se no território nacional, chegando na quinta-feira a Famalicão.

“Nesta fase difícil queremos corresponder, mais do nunca, às necessidades e gostos da maioria da população portuguesa”, diz o responsável da Glovo em Portugal, Ricardo Batista.

Em comunicado enviado às redações, o responsável afirma que a empresa “tem vindo a apostar na expansão nacional de forma consistente e intensa, sobretudo desde o final de 2019”.

A Glovo foi fundada em Barcelona, em 2015. Em 2017, chegou a Portugal, estando atualmente representa em cerca de 40 cidades.

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