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Ave

Sindicato descontente com termas de Vizela encerradas pede reunião à Câmara

Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte

em

Foto: DR

Os trabalhadores das termas de Vizela pediram uma reunião ao presidente da Câmara para manifestar insatisfação com o encerramento do balneário desde novembro e por incumprimento dos direitos laborais, informou hoje o sindicato do setor.


Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte, diz que “o balneário encerrou devido a uma contaminação nas águas”, mas esse problema “ficou resolvido em três meses”.

O sindicato refere que a empresa Tesal, que gere a estância termal, por concessão da Câmara, “não respeita os direitos dos trabalhadores, nem no balneário termal, nem no hotel”.

“O sindicato requereu hoje uma reunião com a empresa e com a Câmara Municipal para exigir a reabertura imediata do balneário termal, o pagamento dos salários de julho e agosto a 100% e o respeito pelos demais direitos dos trabalhadores”, lê-se no documento.

Sobre esta posição do sindicato, o presidente da câmara explicou à Lusa que o balneário só reabrirá quando forem cumpridas as exigências das autoridades de saúde.

Vítor Hugo Salgado informou que estão a ser feitas análises às águas termais para determinar a reabertura do equipamento, o que deve ocorrer até ao final do ano.

Sobre o alegado incumprimento nos salários, o autarca disse ter a informação de que a situação tem vindo a ser regularizada, recordando que a pandemia da covid-19 trouxe dificuldades acrescidas ao setor.

O presidente da câmara adiantou que vai receber o sindicato para ouvir a posição dos representantes dos trabalhadores.

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Ave

Homem baleado encontrado morto dentro do carro em Famalicão

Outiz

em

Foto: DR

Um homem, com cerca de 50 anos, foi encontrado sem vida ao final da tarde desta sexta-feira, em Famalicão, com sinais de disparo de arma de fogo.

Ao que apurou O MINHO, a hipótese de se tratar de crime não está descartada, encontrando-se no local elementos da GNR e da PSP, enquanto aguardam chegada de equipa especializada da Polícia Judiciária para saber o que terá acontecido.

O homem foi encontrado na estrada que liga Outiz a Vilarinho das Cambas por populares dentro da viatura e a arma que, alegadamente, terá sido disparada contra o homem, também já foi recuperada.

Os Bombeiros Famalicenses recolheram o cadáver para o gabinete-médico legal do IML.

A hipótese de suicídio acaba por ser a mais forte, mas apenas as perícias da Judiciária poderão esclarecer se houve crime.

LINHAS DE APOIO

Linha Jovem – 800 208 020
Todos os dias das 9 às 18 horas

Linha LUA
Telef.: 800 208 448 (entre as 20h00 e as 02h00)
website: www.ua.pt/sas/lua

Linha SOS Bullying
Telef.: 808 962 006 [2ª a 6ª f. das 11-12h30 e das 18h30-20h]
e-mail: [email protected]

SOS Estudante – 96 955 45 45 ou 808 200 204 (das 20h à 1h, chamada local)
Apoio emocional e prevenção do suicídio

Telefone da amizade – 228 323 535
Apoio em situações de crise pessoal e suicídio das 16h às 23h

S.O.S. Adolescente – 800 202 484

Conversa Amiga – 808 237 327 (chamada local)
Apoio, orientação e formação. Todos os dias das 15h às 22h

Linha SOS Palavra Amiga – 232 42 42 82
Todos os dias, das 21 à 01 horas;

Centro SOS-Voz Amiga: ajuda na solidão, ansiedade, depressão e risco de suicídio
Telef.: 21 354 45 45 – Diariamente das 16 às 24h
Telef.: 91 280 26 69 – Diariamente das 16 às 24h
Telef.: 96 352 46 60 – Diariamente das 16 às 24h
website: www.sosvozamiga.org

Linha Telefone amigo – 239 72 10 10
Todos os dias, das 17 à 01 hora

Linha Telefone Amizade – 800 205 535
De segunda a quinta, das 16 à 01 hora
Sexta e Sábado, das 19 às 21 horas

SERVIÇOS

INEM – 112

Saúde Pública – 808 211 311

Intoxicações – 808 25 01 43

Saúde 24
Telef. – 808 24 24 24
website: www.saude24.pt

APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima – 707 200 077

Linha do Medicamento – 800 22 24 44

Provedor da Justiça – 808 200 084

CNPCJR Comissão Nacional de Protecção das Crianças e Jovens em Risco
Telef.: 21 115 52 70
e-mail: [email protected]
website: http://www.cnpcjr.pt/

CPCJ Guimarães (Comissão de protecção de crianças e jovens de Guimarães – 253 414053

Linha Verde Recados das Crianças – 800 206 656

SOS Criança – Instituto de Apoio à Criança –
Telefs.:217 931 617 / 800 202 651
e-mail: [email protected]
website: http://www.iacrianca.pt

Saúde pública – 707 30 82 83

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Ave

Continental avisa trabalhadores para não deitarem máscaras no chão junto à empresa

Poluição

em

Foto: PAN Famalicão

A empresa Continental Mabor, com sede no concelho de Famalicão, está a sensibilizar os mais de 3.600 colaboradores para que não deixem máscaras de proteção usadas (e outros resíduos) no chão, em rua junto à entrada no estacionamento da empresa.

A informação foi confirmada por O MINHO junto do presidente da Junta de Lousado, Jorge Ferreira, após denúncias feitas pelo partido Pessoas Animais e Natureza (PAN) sobre um caminho adjacente à empresa onde ser podia ver várias máscaras deixadas pelo chão.

R. de S. João, junto à Continental, em Lousado. Foto: PAN Famalicão

Ao que apurámos, a rua em questão é a de São João, em Lousado, que dá acesso a um dos estacionamentos da empresa. A rua é privada e basicamente só serve trabalhadores daquela empresa, embora a empresa assegure que há outras pessoas a utilizar a mesma.

A administração da fábrica alemã garante que, de forma pro-ativa, já efetuou ações de limpeza nesse acesso de forma a “assegurar a limpeza e recolha dos lixos, em particular, das máscaras de proteção da covid-19”. Essa comunicação foi confirmada por O MINHO.

“Em linha com o nosso compromisso da Proteção Ambiental temos efetuado e vamos continuar a efetuar ações de sensibilização junto dos nossos colaboradores e de quem nos visita para as boas práticas ambientais solicitando que as mascaras de proteção usadas e outros resíduos sejam depositadas nos contentores específicos existentes nas entradas e saídas da fábrica”, assegura a empresa, em comunicado a que o nosso jornal teve acesso.

O MINHO sabe que a empresa tem colocado mensagens de sensibilização em vários ecrãs espalhados na unidade fabril, para além de outros meios de comunicação, como é o caso da revista Alta Roda e da newsletter semanal da SETE.

A Continental adianta ainda que irá reforçar as ações de limpeza para assegurar a boa manutenção do estado de limpeza da Rua de S. João, enquanto este for de utilização indiferenciada.

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Ave

Abate de árvores antigas em Famalicão gera polémica. Câmara assegura 300 novos exemplares

Obras no centro urbano

em

Foto: Notícias de Famalicão / Facebook

O abate de algumas árvores no centro urbano de Famalicão causou revolta em alguns cidadãos que denunciaram a situação através das redes sociais. Também o partido Pessoas Animais e Natureza (PAN) lançou um comunicado onde criticava o abate de carvalhos na Praça Dona Maria II, no coração daquela urbe da sub-região do Ave.

Contactada por O MINHO, a autarquia remeteu explicações para um comunicado, lançado na quinta-feira, explicando que cerca de duas dezenas de árvores estão a ser abatidas “pelo seu estado de conservação” e que outras 67 serão “transplantadas” para outros locais.

A autarquia liderada pelo social-democrata Paulo Cunha aponta ainda a plantação de “três centenas de novas árvores”, que se vão juntar a outras 116 que “permanecerão” durante as obras de remodelação do centro da cidade, orçadas em cerca de oito milhões de euros e que prometem criar uma “cidade do futuro”, mais amiga dos peões e do ambiente.

No comunicado, a autarquia aponta que de futuro Famalicão contará com “um centro com uma mancha arbórea muito superior à existente, a que se juntará os vários ajardinamentos que se vão espalhar pelos 3.000 metros quadrados de área de intervenção e que vai incluir ainda a recuperação da margem ribeirinha do rio Pelhe, junto à antiga Ponte Românica, na extremo nascente Praça Mouzinho do Albuquerque”.

A autarquia assegura que estas obras reduzirão a poluição atmosférica através do aumento da área arbórea, “como filtro de poeiras, fator de captação de carbono e regulador microclimático, a integração no plano de drenagem sustentável, o aumento da permeabilidade do solo e o controlo da biodiversidade como fator de resiliência e da valorização ambiental”.

“Todo este plano esteve pormenorizadamente disponível para análise pública durante o período de consulta pública que foi aberto e detalhadamente transmitido aos famalicenses, tanto nas sessões públicas de esclarecimento organizadas como através da publicação de todos os documentos ao longo do processo no portal do município”, relembra a Câmara.

“A empreitada vai abranger todo o quarteirão urbano localizado entre as praças D. Maria II e Mouzinho de Albuquerque e ruas adjacentes, dotando-as de mais e melhores zonas sociais e, simultaneamente, de mais espaços para peões e para os modos de transporte suaves”, escreve a autarquia, garantindo que será a maior revolução de sempre naquele centro urbano.

Os efeitos esperados são a melhoria da qualidade de vida das populações residentes, uma maior atratividade da cidade, reforço da rede pedonal e ciclável complementada com o uso de transportes públicos, melhoria ambiental e qualificação dos espaços de utilização pública.

A obra tem comparticipação do Norte 2020, através do programa FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

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