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Segurança Rodoviária, PSP e GNR vão controlar excesso de velocidade em operação conjunta

“Viajar sem Pressa”

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO / Arquivo

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), GNR e PSP realizam, a partir de terça-feira, a campanha “Viajar sem Pressa” para alertar para os riscos da condução em excesso de velocidade, foi hoje anunciado.


Num comunicado conjunto, a ANSR, Guarda Nacional Republicana e Polícia de Segurança Pública indicam que a campanha, que vai decorrer até 19 de outubro, está inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2020 e vai colocar nas estradas mais radares para controlar o excesso de velocidade.

A campanha tem como objetivo alertar para os riscos da condução em excesso de velocidade, tendo em conta que esta é umas das principais causas dos acidentes nas estradas, e integrar ações de sensibilização da ANSR e operações de fiscalização realizadas pela GNR e PSP, bem como fiscalização através da rede nacional radares, sublinham as três entidades.

A ANSR, PSP e GNR precisam que as ações de sensibilização vão ocorrer em simultâneo com operações de fiscalização que se vão realizar na avenida Marechal Gomes da Costa, no Porto, na Estrada Nacional (EN) 14 em Arnoso Santa Maria, Braga, na avenida Comunidade Europeia, em Leiria, na EN 119 em Biscainho, Santarém, na A1 em Alverca e na avenida Infante D. Henrique, em Santa Apolónia, em Lisboa.

A ANSR, a GNR e a PSP relembram que os limites de velocidade e as regras relativas à sua moderação existem para a proteção de todos, especialmente dos mais vulneráveis, pelo que o seu cumprimento é vital.

De acordo com o comunicado, a velocidade é a principal causa de um terço de todos acidentes mortais.

O Plano Nacional de Fiscalização, enquadrado no Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária (PENSE 2020), prevê a realização de campanhas de sensibilização em simultâneo com operações de fiscalização, em locais onde ocorrem regularmente infrações que representam um risco acrescido para a ocorrência de acidentes.

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Portugal com 498 internados em cuidados intensivos

Covid-19

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Foto: O MINHO / Arquivo

Portugal tem hoje 498 pessoas diagnosticadas com covid-19 internadas em cuidados intensivos, mais sete do que no domingo, tendo igualmente subido para 3.241 os internamentos em enfermaria (mais 90), segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Os doentes internados em cuidados intensivos têm vindo a aumentar desde o dia 07 de setembro, quando estavam nestas unidades 49 pessoas, ou seja, 10 vezes menos do que o verificado hoje.

Relativamente aos internados em enfermaria no mesmo período (em 07 de setembro estavam em enfermaria 332 pessoas), tem-se verificado um crescimento estando hoje nos 3.241.

Os dados hoje divulgados pela DGS referem mais 74 mortos relacionados com a covid-19 e 4.044 novos casos de infeção com o novo coronavírus, em relação a domingo.

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 3.971 mortes e 264.802 casos de infeção pelo novo coronavírus, estando hoje ativos 84.004 casos, mais 62 do que no domingo.

A DGS indica que das 74 mortes registadas nas últimas 24 horas, 35 ocorreram na região Norte, 20 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 10 na região Centro, duas no Alentejo e uma no Algarve.

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País

Qualidade do ar melhorou na Europa na última década

Ambiente

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Foto: O MINHO / Arquivo

A qualidade do ar melhorou na Europa na última década, registando-se também menos mortes prematuras associadas à poluição, devido às políticas implementadas ao nível europeu, revela um relatório hoje publicado pela Agência Europeia do Ambiente (AEA).

“Os dados da AEA provam que investir numa melhor qualidade do ar é investir numa melhor saúde e produtividade para todos os europeus. Políticas e ações que sejam coerentes com a ambição de ‘poluição zero’ na Europa conduzem a vidas mais longas e saudáveis e a sociedades mais resilientes”, sublinhou o diretor executivo da AEA, Hans Bruyninckx, em conferência de imprensa.

Também o comissário europeu com a pasta do Ambiente, Virginijus Sinkevičius, referiu que há “dados a saudar” no relatório da AEA.

“A qualidade do ar está a melhorar em toda a Europa, devido às políticas que introduzimos nas últimas décadas. É evidente que estas políticas têm um impacto se forem devidamente implementadas”, frisou Sinkevičius.

O relatório explicita que, dos 27 países da União Europeia (UE), apenas sete (Bulgária, Croácia, República Checa, Itália, Polónia e Roménia) ultrapassaram o teto máximo de partículas finas estipulado na Diretiva dos Tetos Máximos das Emissões da Comissão Europeia, tendo Portugal cumprido todos os compromissos relativos à qualidade do ar impostos ao nível europeu.

As mortes prematuras derivadas da qualidade do ar também diminuíram na última década, tendo-se registado cerca de 417 mil óbitos em 2018 nos 41 países analisados no relatório (4.900 em Portugal), o que corresponde a menos 60 mil óbitos do que em 2009, um número que o comissário Sinkevičius considera, ainda assim, “demasiado elevado”.

“Ainda que o número de mortes prematuras continue a diminuir, continua a ser demasiado elevado. Sabemos que o custo [da má qualidade do ar] é extremamente grande para as sociedades””, sublinhou Sinkevičius.

Referindo que a poluição afeta a “vida quotidiana, as economias e a biodiversidade”, o comissário frisou assim que “é necessário enfrentar este desafio de maneira decisiva”.

“Resolver o desafio da qualidade do ar não é fácil, são necessárias ações concertadas, da parte de todos, e o desenvolvimento de novos reflexos”, afirmou Sinkevičius.

Também Hans Bruyninckx frisou a insuficiência dos tetos máximos europeus, sublinhando que, quando são utilizados parâmetros europeus, os níveis de poluição do ar se mantêm abaixo do teto máximo na maioria do continente, mas que tal não é caso quando são adotados parâmetros da Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Quando usamos os parâmetros da OMS, vemos que, para um certo número de poluentes, 80% a 90% da população urbana está a viver com uma qualidade de ar que não é considerada saudável”, sublinha o diretor da AEA.

O relatório hoje apresentado foi feito com base em quatro mil estações de monitorização do ar na Europa durante o ano de 2018.

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Confinamento não travou concentração de CO2 na atmosfera

Revelou a Organização Meteorológica Mundial

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Foto: DR / Arquivo

A concentração de dióxido de carbono na atmosfera continuou a aumentar este ano apesar do confinamento global devido à pandemia da covid-19, revelou hoje a Organização Meteorológica Mundial.

Aquela agência das Nações Unidas registou em 2019 um aumento considerável das emissões daquele gás de efeito de estufa, que atingiu 410 partículas por milhão, e o ritmo não parou de aumentar em 2020, apesar de muitos países terem praticamente parado a sua atividade económica.

“A descida das emissões relacionada com o confinamento representou apenas um pequeno ponto na curva de longo prazo, que devemos achatar de forma continuada », afirmou o secretário geral da organização, Petteri Taalas.

De acordo com o boletim hoje divulgado, durante o período de confinamento mais intenso, as emissões globais diminuíram cerca de 17 por cento.

A OMM considera muito difícil estimar a redução anual total das emissões em 2020, mas admite que possa estar entre 4,2 e 7,5%.

No entanto, essa redução de emissões não significará uma redução de concentrações de dióxido de carbono na atmosfera este ano porque resultam de emissões acumuladas deste ano e dos anos anteriores.

A concentração de dióxido de carbono irá aumentar este ano mas a um ritmo ligeiramente menor, sem ultrapassar as flutuações habituais do ciclo do carbono observáveis de um ano para outro.

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