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Braga

PSD: Distrital de Braga quer Hugo Soares na lista de candidatos a deputados

Na reunião de hoje, PSD – Distrital de Braga aprovou os nomes de Emídio Guerreiro em segundo (por Guimarães), Jorge Paulo Oliveira (Vila Nova de Famalicão) e Joel Sá (Barcelos)

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Foto: DR / Arquivo

O PSD/Braga deliberou hoje que a “primeira indicação” para a lista final de candidatos a deputados por este distrito é Hugo Soares, disse à Lusa fonte que esteve presente na reunião da Comissão Política Distrital.


“Houve uma reunião da comissão permanente e depois da comissão alargada e o nome do Hugo Soares foi aprovado, tal como a restante lista de indicações, apenas com uma abstenção em cerca de 30 dos membros presentes”, afirmou a mesma fonte.

O nome do atual deputado terá, no entanto, de ser aprovado pelos órgãos nacionais do partido, assim como toda a lista.

Hugo Soares foi um dos principais rostos da oposição ao presidente do PSD, ao apoiar publicamente Luís Montenegro quando este desafiou Rui Rio para eleições no partido.

A mesma fonte nada disse sobre o cabeça-de-lista pelo distrito, porque esta é uma decisão da liderança do partido, mas referiu que essa escolha “pode mudar tudo em termos de lugares” dependendo de a opção recair sobre um homem ou uma mulher.

Joel Sá, João Paulo Oliveira e Emídio Guerreiro, à frente, e outros atuais deputados do PSD pelo círculo de Braga. Foto: Facebook

Na reunião de hoje, o PSD/Braga aprovou os nomes de Emídio Guerreiro em segundo (por Guimarães), Jorge Paulo Oliveira (Vila Nova de Famalicão) e Joel Sá (Barcelos), adiantou a fonte social-democrata.

“Esta não é uma lista final e, por isso, não tem de obedecer ao critério da paridade. É apenas uma indicação que a distrital dá à direção do partido”, explicou a fonte sobre a ausência de mulheres nesta lista indicativa.

O que já se sabe sobre a lista de deputados do PSD no distrito de Braga

As eleições legislativas estão marcadas para 06 de outubro.

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Braga

Braga: Investigador do INL entre os mais citados no mundo pelo 3.º ano consecutivo

Miguel Cerqueira

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Foto: Divulgação / INL

O investigador do INL – Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, Miguel Cerqueira, do Grupo de Processamento Alimentar, foi classificado como “Investigador Altamente Citado” (Highly Cited Researcher) pelo terceiro ano consecutivo, na área de “Agricultural Sciences”.

Em comunicado, o INEL refere que esta classificação de 2020 reconhece os principais investigadores do mundo durante a última década, demonstrada pela produção de vários artigos científicos altamente citados, que se classificam entre os primeiros 1% em cada área na chamada Web of Science, de acordo com a empresa internacional Clarivate.

“Estou muito satisfeito por ter sido incluído novamente nesta lista, na qual podemos encontrar alguns dos cientistas mais influentes do mundo. Espero continuar neste caminho, ao unir a ciência alimentar à nanotecnologia, e a mostrar que o trabalho que desenvolvemos no INL pode fazer a diferença”, afirma, citado no comunicado, Miguel Cerqueira, que tem focado a sua investigação no desenvolvimento de estruturas nanométricas de base biológica para aplicações alimentares, tais como como películas e revestimentos comestíveis e biodegradáveis ​​para embalagens e encapsulamento de compostos funcionais em alimentos.

Um dos principais objetivos é, por exemplo, o de permitir a conservação de frutas e legumes sem recurso a cadeia de frio, para melhorar a qualidade e reduzir o desperdício alimentar através da aplicação de uma capa protetora, com a capacidade adicional de eliminar o vírus Sars-Cov2, responsável pela COVID-19 e, desta forma, garantir uma maior segurança aos consumidores.

O INL é uma organização intergovernamental de investigação científica com sede em Braga, a partir da qual cerca de 400 pessoas de 40 nacionalidades encontram soluções para os principais problemas da sociedade através da nanotecnologia e da nanociência.

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Braga

Homem de 44 anos ameaça adolescentes de bastão extensível em Braga

Suspeito detido pela PSP

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Foto: Ilustrativa / DR

Um homem de 44 anos foi detido por ameaçar dois adolescentes com um bastão extensível, ao final da tarde de quarta-feira, no Largo Monte D’Arcos, em Braga.

Em comunicado, a PSP relata que, pelas 18:40, foi alertada por chamada telefónica para um indivíduo que se encontrava a ameaçar uns jovens.

No local, os agentes constataram que o suspeito “havia ameaçado dois adolescentes com recurso a um bastão extensível”.

O homem foi detido e informado que posteriormente vai ser notificado para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

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Braga

Braga: Grupo criminoso acusado de legalizar “largas dezenas” de brasileiros

Crimes terão sido cometidos com ajuda de advogada

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Foto: Ilustrativa / DR

O Ministério Público (MP) acusou 13 arguidos, incluindo uma advogada, de pertencerem a um grupo criminoso, cujos alegados líderes têm morada em Braga, que legalizou “largas dezenas de cidadãos brasileiros” com recurso a documentos forjados, cobrando 17 mil euros por cada atribuição de nacionalidade portuguesa.

Segundo o despacho de acusação do MP, a que a agência Lusa teve hoje acesso, pelo menos desde meados de 2015 e até finais de 2019, 12 dos arguidos organizaram-se e criaram um esquema fraudulento, com o objetivo de “obter avultados lucros económicos com a tramitação e instrução de pedidos de atribuição da nacionalidade portuguesa a cidadãos de origem brasileira, recorrendo, para isso, à fabricação dos documentos exigidos pela lei”.

Doze dos arguidos (10 homens e duas mulheres), com idades entre os 27 e os 55 anos, são de nacionalidade brasileira, exceto a advogada, portuguesa, de 40 anos, que recebia os “clientes” nos escritórios que tem em Lisboa e na Póvoa do Varzim.

“A organização assim formada por aqueles arguidos desenvolveu uma atividade relativamente complexa pelo menos ao longo de quatro anos, compreendendo a angariação de cidadãos brasileiros residentes quer no Brasil, quer já, e em situação irregular, no Reino Unido, [nos] Estados Unidos da América, [no] Canadá e [na] Holanda, dispostos a pagar avultadas somas monetárias, com vista à atribuição da nacionalidade portuguesa”, refere a acusação.

O MP conta que “através da atuação organizada dos ora arguidos e seus companheiros, um elevado número de cidadãos brasileiros tem vindo a beneficiar, ou a tentar beneficiar, da atribuição da nacionalidade portuguesa”, a troco de 17 mil euros (20.000 dólares) por processo de atribuição da nacionalidade”.

O Ministério Público sublinha que “as somas monetárias cobradas a tais indivíduos foram divididas entre os arguidos, em função da participação de cada um no esquema”, acrescentando que “largas dezenas de cidadãos brasileiros obtiveram deste modo a nacionalidade portuguesa” durante mais de quatro anos.

De acordo com a acusação, a advogada “quis associar-se ao grupo com o objetivo de obter proventos económicos”, alegando os dois principais arguidos, ambos com morada em Braga, que a mesma “tinha influência sobre a atividade de determinados conservadores [Conservatórias], circunstância que estes invocaram aos indivíduos que os procuraram para obter a nacionalidade portuguesa”.

O esquema passava pela obtenção, pelos arguidos, de dados identificativos de cidadãos portugueses, os quais utilizaram múltiplas vezes, forjando-os e fazendo-os constar nas certidões de assentos de nascimento “pretensamente emitidas pelas autoridades brasileiras nas cópias certificadas de carteiras de identidade brasileiras e/ou nas páginas biográficas dos passaportes dos ‘clientes’ do grupo”, de molde a que da respetiva filiação e/ou avoenga (descendência) se demonstrasse serem filhos ou netos de cidadãos portugueses.

O alegado líder da organização criminosa, um dos dois arguidos que se encontram em prisão preventiva, está acusado de 122 crimes de auxílio à imigração ilegal, de associação de auxílio à imigração ilegal e de 122 crimes de falsificação de documento.

A advogada está acusada de três crimes de auxílio à imigração ilegal, de um crime de associação de auxílio à imigração ilegal e de três crimes de falsificação de documento.

Os restantes arguidos estão acusados, ao todo, de cerca de uma centena de crimes de auxílio à imigração ilegal e de falsificação de documento, e de associação de auxílio à imigração ilegal.

Na acusação do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) o MP pede ainda que seja aplicada a alguns dos arguidos a pena acessória de expulsão do território nacional.

Como seis dos arguidos estão em paradeiro incerto, o MP solicitou a emissão de Mandados de Detenção Europeu, com vista a aplicação da medida de coação de prisão preventiva, assim que forem localizados e extraditados para Portugal, de forma a assegurar a sua presença em audiência de discussão e julgamento.

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