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Braga

O que já se sabe sobre a lista de deputados do PSD no distrito de Braga

André Coelho Lima (Guimarães) é um dos nomes para cabeça de lista

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Fotos: DR

A Distrital do PSD de Braga reúne-se, esta sexta-feira, para ratificar os nomes escolhidos pelas concelhias para a lista de deputados a indicar por Braga. Quase todas as concelhias já escolheram os dois nomes tal como decretado pela Nacional. A liderança de Rui Rio deu duas indicações para a escolha de nomes: paridade, isto é, um homem e mulher e a importância eleitoral e regional do PSD nos diferentes concelhos.

O MINHO sabe, no entanto, que o presidente da Distrital, José Manuel Fernandes, irá deixar ficar a lista nas mãos de Rui Rio, enviando, apenas, por ordem alfabética os nomes indicados pelas estruturas concelhias, conforme foi pedido pela direção nacional do PSD. A ordenação da lista ficará a cargo da direção nacional, num processo de negociação envolvendo cada distrital.

André Coelho Lima. Foto: Facebook

Para o distrito de Braga, há indicações que a direção nacional poderá impor dois nomes para encabeçar dos dois primeiros lugares, sendo que um deles será André Coelho Lima, vogal da Comissão Política Nacional, que foi candidato à Câmara de Guimarães, em 2013 e 2017.

Joaquim José Gonçalves. Foto: Facebook

Pela JSD nacional foi indicado o nome de Joaquim José Gonçalves, de Barcelos, que é vice-presidente daquela estrutura.

Rui Morais (vice-presidente do PSD/Braga), Ricardo Rio (autarca), João Granja (vice-presidente do PSD/Braga indicado) e Hugo Soares (presidente). Foto: Facebook (2016)

Quanto aos nomes a indicar pelas concelhias, há já vários rostos, sendo que alguns deles poderão causar ‘engulhos’ a Rio. A começar pelas indicações da concelhia de Braga: Hugo Soares e João Granja dois elementos que não estão “sintonizados’ com a direcção nacional.

Rui Silva, Laura Magalhães, Joel Sá, João Paulo Oliveira e Emídio Guerreiro, à frente, Clara Marques Mendes e Hugo Soares, atrás. Foto: Facebook

Emídio Guerreiro será uma escolha de Guimarães, Joel Sá de Barcelos. Famalicão deverá optar por manter Jorge Paulo Oliveira, coordenador dos deputados do distrito.

Arguidos sim ou não?

Uma fonte contactada por O MINHO garante que Rui Rio desvaloriza a situação de candidatos arguidos ou envolvidos em processos judiciais, desde que não haja condenações. “Enquanto suspeitos, haverá sempre a presunção de inocência e o não condicionamento dos direitos de cada cidadão”, argumentou.

Da actual bancada parlamentar, Rui Rio conta com poucos nomes que assumiram o apoio ao atual líder na candidatura à liderança do partido. Mas são precisamente, na sua maioria, os deputados eleitos por Braga aqueles que têm manifestado o apoio ao líder.

Emídio Guerreiro, Rui Silva, Laura Magalhães e até Clara Marques Mendes são nomes que Rio quer manter nas listas e em lugares elegíveis, o que torna o xadrez ainda mais complicado. Rui Silva, de Vila Verde, deve ser a indicação da concelhia, a votação está marcada para hoje à noite, por ‘imposição’ de António Vilela, o autarca local.

Susana Silva. Foto: Facebook

Ainda que haja dentro da estrutura quem prefira outra solução, “não serão os casos judiciais a impedir a escolha de Rui Silva”, refere a mesma fonte. Susana Silva, actual líder da bancada social democrata na Assembleia Municipal, pode ser o outro nome. Também Amares já fechou o processo com a escolha da actual vereadora Cidália Abreu e de Luís Carvalho, ex-líder da JSD local. Cabeceiras de Basto, onde a representação eleitoral do partido é mais “fraca”, tal como concelhos como Terras de Bouro ou Vieira do Minho, deverá, por isso, indicar Laura Magalhães.

De acordo com o calendário aprovado pela direção do PSD em maio., as Comissões Políticas Distritais do partido devem enviar as listas até ao dia 01 de julho. Posteriormente, a Comissão Política Nacional (CPN) vai reunir-se com estas entre 08 e 19 de julho para discutir as propostas de listas. Na mesma altura, serão aprovadas “as linhas gerais do Programa Eleitoral do Governo” do PSD.

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Braga

GNR fiscalizou 530 viaturas no concelho de Braga, durante a manhã, e mandou oito para casa

Covid-19

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Fotos: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana de Braga fiscalizou, ao longo da manhã desta sexta-feira, 530 viaturas que seguiam em circulação rodoviária, disse a O MINHO fonte oficial daquela guarda.

A ação decorre no seguimento da fiscalização perante a proibição de deslocação entre concelhos durante o período da Páscoa, decretada aquando da renovação do Estado de Emergência face à pandemia de covid-19.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

As operações incidiram na EN 101, na zona da Morreira, fronteira entre os concelhos de Braga e Guimarães, e em Tebosa, na EN 14, em direção a Famalicão.

No total da operação foram sensibilizados 640 passageiros, entre os quais doze com mais de 70 anos. Os militares procuraram explicar as medidas em curso e de que forma é possível a proteção contra o novo coronavírus e que ações adotar para mitigar o seu avanço rápido por entre a população.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A mesma fonte disse a O MINHO que apenas oito viaturas seguiam em incumprimento, sem justificação válida para circularem fora do concelho de residência, tendo sido acatada a ordem de regressarem aos respetivos lares.

Braga, com 546 casos confirmados nesta sexta-feira (+25 do que ontem), é o concelho mais atingido pela pandemia no Minho e o quinto do país.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Famalicão com 180 (+12) e Guimarães com 174 (+13) são os restantes que figuram com números mais expressivos no distrito de Braga.

Existem 1.421 casos confirmados no Minho, mais 81 do que ontem.

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Braga

Estudantes deslocados nos Açores pedem medidas para voltarem a casa. Um é de Braga

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Um grupo de estudantes deslocados em São Miguel, no qual se encontra um jovem de Braga, pediu ao Governo Regional que tome medidas que os permita regressar a casa face às limitações nas deslocações devido à covid-19, disse hoje a Associação Académica da Universidade dos Açores.

“É uma questão de dar voz aos estudantes e pedir que o Governo [Regional] reaja e tome medidas para colmatar as necessidades dos estudantes, para que os alunos se possam reunir com as suas famílias o mais rapidamente possível”, avançou à agência Lusa a presidente da Associação Académica da Universidade dos Açores (AAUA), Daniela Faria.

A AAUA enviou uma missiva ao presidente do executivo regional, Vasco Cordeiro, pedindo para que se promova o regresso a casa de alunos naturais de várias ilhas dos Açores, da Madeira e do continente, que se encontram em São Miguel.

No documento, a que a Lusa teve acesso, a AAUA anexa uma carta de um grupo de estudantes deslocados que se dizem “sem data de regresso prevista” a casa e sugerem a realização de um “voo extraordinário da SATA” ou de “um avião C295” da Força Aérea.

“A não adoção de uma medida que permita a rápida reunificação familiar dos estudantes deslocados em São Miguel constitui uma forma de tratamento desigual relativamente aos colegas que já regressaram do continente e continuam a regressar, nos voos realizados pela TAP”, assinala o grupo de alunos deslocados.

Os estudantes defendem que deveriam ter a oportunidade de “realizar o período de quarentena nas instituições hoteleiras designadas para tal” nas “respetivas ilhas” de origem, tal como foi decretado a todos os passageiros que chegam a São Miguel.

Na carta, os alunos chamam a atenção para o facto de a residência universitária em Ponta Delgada se encontrar apenas ocupada pelos estudantes e pelo segurança noturno desde 16 março.

“Os alunos é que estão na portaria, na lavandaria e a ser responsáveis pela limpeza de desinfeção dos espaços de isolamento, os quais deveriam estar a ser limpos por serviços fornecidos por uma empresa de limpeza”, frisam.

Os alunos realizaram um formulário para recolher assinaturas de todos os estudantes deslocados retidos em São Miguel, não tendo sido, contudo, “possível recolher as assinaturas por escrito de todos”, devido às limitações de circulação na ilha.

Nesse formulário, a Lusa verificou a existência de 23 estudantes inscritos, sendo 22 da Universidade dos Açores e um da escola profissional EPROSEC.

Dos estudantes inscritos, quatro são naturais da ilha Terceira, cinco são do Faial, quatro de São Jorge, um do Pico, quatro da Madeira, dois de Lisboa, um de Braga, um de Mirandela e outro de Brasília, no Brasil.

No formulário está também o registo de uma mãe de uma aluna deslocada que teve o seu voo para a Terceira cancelado, depois de ter vindo a São Miguel prestar auxílio à filha, que se encontrava com um problema de saúde.

A presidente da Associação Académica avançou ainda que uma “parte significativa” destes alunos viu o seu pedido de deslocação indeferido pela Autoridade de Saúde Regional.

Em 19 de março, o presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, determinou a suspensão das ligações aéreas das empresas do grupo SATA entre todas as ilhas da região e entre a região e o exterior, exceto os voos de transporte de carga ou casos de força maior

A Autoridade de Saúde dos Açores informou hoje que nas últimas 24 horas não foram registados novos casos de covid-19, mantendo-se o número de infetados em 84, com três mortos registados desde o começo da pandemia.

A pandemia do novo coronavírus já matou 96.340 pessoas em todo o mundo e infetou quase 1,6 milhões em 193 países e territórios desde o início da pandemia, em dezembro passado, na China.

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Braga

Sirenes assinalam Sexta-feira Santa em Braga

Em momentos de exceção como o que Portugal e o mundo vivem, ainda há tradições que se mantêm e os Bombeiros Voluntários de Braga não deixaram passar em branco a Semana Santa. Como é tradicional na Sexta-Feira Santa, às 15:00 em ponto, as sirenes dos Bombeiros Voluntários de Braga tocaram alto e bom som para assinalar a morte de Jesus Cristo. Imagens: BVB

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Foto: Bombeiros Voluntários de Braga / Facebook

Em momentos de exceção como o que Portugal e o mundo vivem, ainda há tradições que se mantêm e os Bombeiros Voluntários de Braga não deixaram passar em branco a Semana Santa.

Como é tradicional na Sexta-Feira Santa, às 15:00 em ponto, as sirenes dos Bombeiros Voluntários de Braga tocaram alto e bom som para assinalar a morte de Jesus Cristo.

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