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Braga

Póvoa de Lanhoso investe 3,4 milhões na rede viária

Obras públicas

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Foto: DR

A Câmara da Póvoa de Lanhoso vai investir cerca de 3,4 milhões de euros nas freguesias para obras maioritariamente na rede viária, anunciou o executivo em comunicado publicado na página de internet do município.


“Este é um valor que demonstra o compromisso do executivo com as freguesias. Mesmo com as limitações impostas pela pandemia, mantemos o desenvolvimento do nosso concelho e os compromissos estabelecidos” afirma no texto o autarca, Avelino Silva.

Segundo o texto, o investimento “resulta de concursos públicos e da celebração de contratos interadministrativos de delegação de competências entre a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e as freguesias e uniões de freguesias”, sendo que a obra na freguesia de São João de Rei será “realizada com dinheiros próprios do orçamento municipal”.

A autarquia destaca que o investimento “se destina a melhorar e ampliar, sobretudo, a rede viária” nas freguesias e uniões de freguesias do concelho da Póvoa de Lanhoso e ainda “à requalificação de um centro cívico e de dois cemitérios”.

Segundo a lista de intervenções publicadas, a mais avultada será em Garfe na requalificação desde a Rua de São Cosme, até ao limite do concelho com Arosa (antiga estrada nacional 207-4) e Requalificação da Rua de Teire, que tem um orçamento estimado de 401.300 euros.

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Braga

No meio do inferno da Póvoa de Lanhoso, ainda houve tempo para salvar um cão

Póvoa de Lanhoso

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Foto: Ivo Borges / O MINHO

Ricardo Martins e Ana Catarina Silva, bombeiros da corporação da Póvoa de Lanhoso, ainda tiveram forças para tratar de um cão, durante o grande incêndio que deflagrou esta tarde numa indústria de calçado naquele concelho.

Depois de dominado o incêndio, os dois bombeiros acudiram ao apelo dos proprietários da empresa ardida, que buscavam por um cão que julgavam dentro do edifício que tinha sido tomado pelas chamas.

Mas o cão sobreviveu quase incólume e apareceu junto dos bombeiros que não lhe negaram tratamento. Segundo conta Ricardo Martins a O MINHO, o cão acabou por aparecer no final do incêndio, quando já se julgava que o mesmo tinha perecido perante a inalação de fumo ou mesmo com as chamas.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Visivelmente exaustos depois do combate a um dos maiores incêndios industriais da Póvoa de Lanhoso nos últimos anos, os dois bombeiros ainda conseguiram ter força para tratar do ‘patudo’.

“Nós tratamos dos animais como tratamos de um ser humano, vamos arranjar forças mesmo quando elas falham”, disse Ricardo. Conta que o cão se aproximou dele e da colega com várias queimaduras no pêlo e bastante desidratado.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

“Tinha algumas queimaduras no pêlo mas não chegaram a atingir a pele. Tratámos dele mas era pouca coisa, nem houve necessidade de alertar um veterinário”, assegura.

Para além do tratamento do pêlo, tiveram ainda de hidratar o animal que esteve algumas horas desaparecido por entre as chamas e o fumo da fábrica de calçado que ardeu em 50%, na zona industrial de Vilela.

Incêndio em indústria de calçado foi “dos piores de sempre” em Póvoa de Lanhoso

No local estiveram 30 bombeiros da Póvoa de Lanhoso apoiados por outros 33 de várias corporações do distrito de Braga.

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Braga

Mulher de Lisboa ferida em cascata no Gerês. A segunda no mesmo dia

Mata da Albergaria

em

Foto: O MINHO

Uma mulher de 41 anos sofreu ferimentos na sequência de uma queda numa cascata no Gerês, ao final da tarde desta sexta-feira, disse a O MINHO fonte da Cruz Vermelha.

A vítima, residente em Cascais, caiu de uma altura de dois metros na cascata da Mata da Albergaria, situada entre o Gerês e a Portela do Homem.

Segundo explicou Jacob Alves, coordenador da Cruz Vermelha de Rio Caldo, a mulher terá sofrido fatura a nível de um membro superior e várias escoriações, resultantes da queda na cascata.

Foto: O MINHO

Foto: O MINHO

Para o local foi mobilizada a Cruz Vermelha de Rio Caldo que efetuou o transporte da vítima para o Hospital de Braga.

Para ajudar na estabilização e transporte da vítima da cascata até à ambulância foram mobilizadas duas equipas da UEPS da GNR e elementos do ICNF, para além de uma patrulha da GNR.

Também a VMER de Braga esteve no local por se suspeitar de ferimentos graves, algo que acabou por não se confirmar, sendo considerado “ferido ligeiro”.

Esta foi a segunda queda com ferimentos no mesmo dia. Por volta das 15:00 horas desta sexta-feira, uma mulher de 43 anos sofreu ferimentos graves, partindo anca e pernas, depois de uma queda de vários metros na cascata da Portela do Homem.

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Braga

Incêndio em indústria de calçado foi “dos piores de sempre” em Póvoa de Lanhoso

Incêndio industrial

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O incêndio industrial que lavrou na zona industrial de Vilela, na Póvoa de Lanhoso, ficou dominado ao final da tarde desta sexta-feira, depois de um intenso combate por parte dos bombeiros.

Solas e cola industrial funcionaram como combustível que acelerou a propagação das chamas na fábrica de calçado que ficou em 50% reduzida a cinzas. A intervenção dos bombeiros acabou por impedir que o incêndio alastrasse aos escritórios, resguardando assim os outros 50% da empresa.

António Veloso, comandante dos Bombeiros da Póvoa de Lanhoso, descreveu a O MINHO o cenário de terror como “um dos piores incêndios industriais” nos últimos anos naquele concelho.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

“Deslocamos onze viaturas e 30 elementos da Póvoa e tivemos apoio de doze veículos e 33 elementos de outros corpos de bombeiros do distrito”, explicou, revelando que, à chegada da corporação, parte do pavilhão estava já tomado pelas chamas.

“O combate foi complicado porque se tratava de muita borracha, solas e alguma tinta, mas principalmente borracha e solas de sapatos, que criaram um fumo denso”, disse o responsável no teatro de operações.

“No exterior da empresa também havia muita matéria a arder, não percebemos muito bem se o incêndio foi de fora para dentro ou de dentro para fora, mas tinha muito combustível em ambos os lados”, assegurou.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O combate foi tão intenso que o próprio comandante necessitou de receber assistência hospitalar após uma breve indisposição durante o combate ao incêndio.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

A Polícia Judiciária foi ao local para investigar a origem do incêndio que permanece desconhecida.

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