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Piscina de Vila Nova de Cerveira reabre em outubro após obras de 1,7 ME

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Piscina de Vila Nova de Cerveira reabre em outubro após obras de 1,7 ME

A piscina de Vila Nova de Cerveira vai reabrir ao público em outubro, após obras de “requalificação global” orçadas em 1,7 milhões de euros, que a transformaram num equipamento de “excelência”, disse o presidente da câmara.

“Trata-se de um anseio com alguns anos devido ao avançado estado de degradação [do equipamento]. Esta intervenção é fruto do esforço e empenho da autarquia, técnicos e empresas envolvidas, mas também da compreensão dos utilizadores. A verdade é que valeu a pena, pois a piscina municipal terá excelentes condições para voltar a receber os seus utentes e desafiar novas pessoas a inscrever-se”, afirmou Fernando Nogueira.

De acordo com o autarca, a empreitada, ainda em curso, incidiu na cúpula do edifício, inaugurado em 1997, e que apresentava “graves problemas de corrosão”, tendo sido substituída toda a caixilharia por vidros duplos.

Em junho de 2014, antes do início da intervenção agora em curso, o equipamento foi alvo de obras de reparação na cúpula depois dos fortes temporais que se fizeram nesse ano “terem agravado os problemas estruturais” do edifício. A piscina chegou mesmo a encerrar por questões de segurança e para a realização de intervenções pontuais na estrutura.

Na altura, fonte municipal adiantou tratarem-se de problemas ao nível da cúpula, que apresentava “fendas”, além dos “sinais de degradação” em todo o espaço, como “a corrosão das estruturas metálicas”.

No âmbito da aposta na eficiência energética a piscina municipal “está ainda a ser dotada de painéis solares e de gás natural”, bem como a rede elétrica “completamente renovada”, com substituição de condutas de água e de ventilação, e a construção de novos balneários e sanitários.

A requalificação daquele equipamento resultou da aprovação de uma candidatura apresentada autarquia ao Programa Operacional Regional do Norte (ON2), num investimento na ordem dos 1,7 milhões de euros.

A obra é comparticipada em 85% pelos fundos comunitários, sendo o restante suportado pela autarquia que assegura ainda os arranjos exteriores.

Composta por dois tanques de aprendizagem, a piscina de Vila Nova de Cerveira tinha, quando fechou portas para obras, mais de 1.600 utentes, dos quais “mais de metade” são galegos.

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