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Braga

Petição: Estudantes exigem segurança junto à UMinho em Braga

Alunos lançaram uma petição online.

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Foto: Imagem enviada pela JS/Braga a O MINHO no dia 19/11/2018

Um grupo de alunos da Universidade do Minho (UMinho) lançou esta segunda-feira uma petição online, onde é exigida segurança na zona envolvente do Campus de Gualtar, em Braga, “face aos crescentes episódios de violência que a comunidade vem presenciando”.

No site peticaopublica.pt, o apelo lançado ao autarca de Braga, Ricardo Rio, ao reitor da Universidade, Rui Vieira de Castro, ao vice-presidente da Câmara de Braga Firmino Marques, e aos autarcas das freguesias de Gualtar e S. Vítor, João Vieira e Ricardo Silva, contava esta quarta-feira, cerca das 15:00 horas, com quase 1.400 assinaturas.

No domingo, o jornal “Diário do Minho”, dava conta que “duas rixas terminaram em esfaqueamento na zona da UMinho e num bar”, que “fizeram ainda mais sete feridos, quatro dos quais também esfaqueados”.

Na sequência desses incidentes, a Juventude Socialista de Braga, veio esta segunda-feira apelar “para que possam ser repensadas medidas estruturais e preventivas de segurança para o espaço público”, “seja através do reforço do policiamento, seja através da melhoria das condições de iluminação do espaço público ou da videovigilância”.

Segunda informação avançada, já esta quarta-feira, pelo “Jornal de Notícias”, o presidente da Associação Académica (AAUM), Nuno Reis, tem já agendada uma reunião com a PSP, na próxima semana.

Petição

Foto: Divulgação

“Exmo. Presidente, da Câmara Municipal de Braga, Dr. Ricardo Rio;
Exmo. Reitor da Universidade do Minho, Dr. Rui Vieira de Castro,
Exmo. Vereador da Câmara Municipal de Braga, Dr. Firmino Marques,
Exmo. Presidente da Junta de Freguesia de Gualtar, Dr. João Vieira,
Exmo. Presidente da Junta de Freguesia de S. Vítor, Dr. Ricardo Silva ;

Nós, abaixo-assinado, estudantes da Universidade do Minho, jovens do concelho de Braga, e demais entidades que, no seu quotidiano, frequentam a zona envolvente do campus de Gualtar da Universidade do Minho, vimos requerer a V.Ex.ª que reavalie o estado de segurança da área envolvente supramencionada, nomeadamente, nas áreas residenciais e onde se situam a maioria dos estabelecimentos de restauração e bebidas (ou bares) do espaço referido.

Face aos crescentes episódios de violência que a comunidade vem presenciando, vimos requerer que a V.Ex.ª possa atuar, junto das autoridades competentes, nomeadamente das forças policiais e de segurança pública, para que o sentimento de desconfiança e insegurança possa ser, rapidamente, transformado no clima ordeiro e seguro com que Braga sempre se distinguiu.

Pedimos, portanto, que possam ser repensadas ou reforçadas medidas de policiamento da área em questão, sobretudo em horário noturno nos dias de maior movimento local, bem como pensadas medidas estruturais de reforço da segurança da área que circunda a Rua Nova de Santa Cruz, designadamente através da maior iluminação do espaço público.
Deste modo, solicitamos de V.Ex.ª a maior compreensão para o exposto na esperança de que os eventos ocorridos no passado presente sejam prevenidos e evitados”.

A petição está disponível em https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT91152.

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Braga

Mais de 300 participantes trazem a tradição do folclore às festas de São João de Braga

Espetáculo folclórico marcado para as 21:30

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Foto: Divulgação

O São João de Braga volta a dar destaque à cultura folclórica de Braga e junta, hoje, pelas 16:30, mais de 300 participantes para que, trajados a rigor, encham o centro histórico de Braga. O cortejo arranca da Rua de S. João e culminará na Praça Municipal.

“Este será um momento importante para a cidade voltar a contemplar as capotilhas, pequenas capas traçadas sobre o peito, usadas pelas mulheres da cidade, tornadas num marco tão diferenciador da etnografia bracarense”, refere nota da associação.

Além do Cortejo Etnográfico, que será seguido de espetáculos de rua conduzidos pelos grupos participantes, o folclore subirá ao palco da Praça da República, pelas 21:00, para um espetáculo que juntará o Grupo Folclórico da Universidade do Minho, os Sargaceiros da Apúlia, Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Cruz do Bispo (Matosinhos), Grupo Etnográfico de Areosa (Viana do castelo) e Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio.

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Braga

Propostas para o Orçamento Participativo de Braga já podem ser submetidas

Até 15 de setembro

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Foto: DR

Aí está mais uma edição do Orçamento Participativo da cidade de Braga. Esta é a 6ª edição do OP, “uma iniciativa que pretende mais uma vez apresentar-se aos munícipes como um projecto consolidado e um meio participativo por excelência”, como refere um comunicado municipal.

O montante global do Orçamento Participativo de Braga é de 750.000 euros. Uma parte desta verba, 100.000 euros, destina-se ao Orçamento Participativo Escolar. Os 750.000 euros são cabimentados no Orçamento Geral da Câmara Municipal de Braga. Os Bracarenses poderão apresentar as suas propostas até ao próximo dia 15 de Setembro.

Após o término do prazo de apresentação de propostas, as mesmas serão alvo de análise por parte dos serviços municipais, que irão averiguar a sua viabilidade e exequibilidade.

Para serem submetidas à votação dos cidadãos, as propostas devem inserir-se no quadro de competências e atribuições da Câmara Municipal de Braga e ter um custo global igual ou inferior a 85 mil euros.

odem participar no Orçamento Participativo de Braga todos os cidadãos com idade igual ou superior a 16 anos que residam, trabalhem ou estudem em Braga e que, devidamente identificados, se inscrevam no portal do Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Braga.

A fase de votação das mesmas decorre de 14 de Outubro a 15 de Novembro – 1ª e 2ª fase de votação.

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Braga

Alunos de Braga vencem concurso nacional ‘Vamos Contar Uma História’

História vencedora vai resultar em livro cujas vendas revertem para o Colégio de S. Caetano

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Foto: CM Braga

Os alunos da EB de Gualtar, do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, venceram o Concurso Nacional “Vamos Contar Uma História”, uma iniciativa integrada no projecto ‘Plataforma + Cidadania’, promovido pelo Município de Braga em parceria com a CIM Cávado.

O prémio consiste na edição em livro das duas histórias vencedoras, idealizadas por estes jovens e promissores escritores, revertendo as receitas, no caso de Braga, para o Colégio de São Caetano, segundo decisão da turma.

Além da edição em livro, os vencedores poderão ver as suas histórias transformadas através de uma animação multimédia que, mais tarde, ficará disponível na Plataforma +Cidadania.

O desafio contou com a participação das autoras convidadas Margarida Fonseca Santos e Rosário Alçada Araújo, tendo os alunos Bracarenses conquistado o primeiro prémio juntamente com uma turma de Gavião, Portalegre.

Durante a cerimónia de entrega de prémios, que decorreu no Colégio EFANOR, em Matosinhos, a vereadora da Educação da Câmara Municipal de Braga, Lídia Brás Dias, lembrou que o acto de escrever e/ou contar histórias desempenha um papel extremamente relevante nas aprendizagens realizadas pelos alunos dos diferentes níveis de educação e ensino quer na aquisição de conhecimentos, quer no desenvolvimento de competências e valores.

“Encaramos esta iniciativa como um meio valoroso de incentivo à comunidade educativa a desenvolverem trabalhos relacionados com o acto de escrever e contar histórias, colocando os alunos em situações educativas desafiantes, recorrendo à utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação”, referiu Lídia Dias, em comunicado.

A responsável sublinhou, ainda, que “as nossas Bibliotecas Escolares estão em sintonia com a concepção educacional das Tecnologias de Informação e Comunicação, permitindo, assim, um trabalho integral entre professores e alunos no contexto biblioteca”.

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