Seguir o O MINHO

Viana do Castelo

Padres, bispos e cardeais de todo o país no último adeus a D. Anacleto Oliveira

Bispo de Viana

em

Foto: Diocese Leiria/Fátima

No dia 23 de setembro, a diocese de Leiria-Fátima despediu-se do bispo D. Anacleto Oliveira, natural da paróquia das Cortes, onde foi a sepultar. D. António Marto presidiu à celebração da missa exequial que teve início às 15:00 e que contou com a presença de muitos familiares e amigos, dentre os quais, muitos bispos e sacerdotes de todo o país, incluindo o cardeal-patriarca, D. Manuel Clemente.


Durante a homilia referiu a sua amizade particular com o bispo falecido, natural da diocese de Leiria-Fátima. Muitos foram os que quiseram dizer o seu último adeus, sendo que as limitações impostas pela pandemia impediram que a catedral de Leiria pudesse acolher mais fiéis.

Foto: Diocese Leiria/Fátima

Foto: Diocese Leiria/Fátima

Foto: Diocese Leiria/Fátima

Foto: Diocese Leiria/Fátima

As palavras do bispo da Diocese, foram expressão da amizade que o uniu ao prelado falecido. Começou por referir que “há pouco mais de um mês tive a graça de celebrar com D. Anacleto Oliveira, na paróquia das Cortes, o jubileu dos 50 anos da sua ordenação sacerdotal, recebida aqui na Sé de Leiria por imposição das mãos de D. João Pereira Venâncio”.

Continuou, afirmando que “hoje, é com profunda tristeza que, juntamente convosco, me despeço dele nesta mesma Sé, pelo seu falecimento tão inesperado”.

Para o bispo diocesano, “quando nos despedimos de um pastor da Igreja, na hora final, é verdadeiramente justo e salutar que façamos memória agradecida da sua dedicação e entrega a Deus e ao seu povo com zelo alegria e espírito de sacrifício”.

D. António Marto começou por fazer referência à amizade que os unia, “encontrando nele um bom amigo e companheiro, sempre bem disposto e disponível, sereno e sábio”.

Foto: Diocese Leiria/Fátima

Foto: Diocese Leiria/Fátima

Foto: Diocese Leiria/Fátima

Depois, aludiu à participação enquanto presbítero de D. Anacleto na edificação da Igreja diocesana, “particularmente na realização do sínodo diocesano, nos documentos e orientações pastorais aí aprovados, como também em diversas paróquias, movimentos e no santuário de Fátima”.

Como seria natural, não esqueceu também a formação académia do falecido. “A sua especialização bíblica, culminada no doutoramento, proporcionou-lhe ser um grande, reconhecido e apreciado biblista entre nós e, sobretudo, um apaixonado apóstolo da Palavra de Deus”.

Finalmente, salientou ainda o estilo de bispo de D. Anacleto, “a figura de um bispo pai e pastor como pede o Papa Francisco, exemplo e ao jeito do santo bispo frei Bartolomeu dos Mártires, em cuja canonização D. Anacleto tanto se empenhou”.

Foto: Diocese Leiria/Fátima

Foto: Diocese Leiria/Fátima

Foto: Diocese Leiria/Fátima

“Cultivava a pastoral da proximidade e do encontro, do trato simples e próximo, uma relação afetuosa, capaz de partilhar as alegrias e as dores do seu povo”, referiu, acrescentado ser “a imagem de um bispo em saída por se saber a imagem de uma Igreja em saída, ao encontro de todos, particularmente dos mais frágeis e dos mais sós, das crianças e idosos, com quem D. Anacleto tinha tanto gosto em encontrar-se e conversar familiarmente”.

Era por esta maneira de ser e de estar que “ele exalava o perfume do pastor”.

“Quem convivia de perto com D. Anacleto, dava-se conte de que era um homem de fé, enamorado do encontro com Jesus Cristo ressuscitado e vivo; n’Ele punha a sua esperança e na sua palavra”.

Após a celebração, D. Anacleto Oliveira foi sepultado no cemitério das Cortes, sua terra natal.

(Texto de Diocese Leiria/Fátima)

Anúncio

Viana do Castelo

Mais 43 casos de covid-19 em três dias no concelho de Viana

Covid-19

em

Foto: O MINHO (arquivo)

O concelho de Viana do Castelo registou mais 43 infetados com covid-19 durante os últimos três dias, contabilizando agora aquele concelho 155 casos ativos do vírus, segundo dados recolhidos por O MINHO junto da Unidade Local de Saúde do Alto Minho.

Os dados remetem para as 17:00 horas desta sexta-feira.

Ao longo dos últimos três dias, o concelho viu ainda 25 pessoas curarem-se do SARS-CoV-2, existindo agora 357 vítimas recuperadas da doença que corre mundo.

No total acumulado, registam-se 533 casos de infeção desde o início da pandemia, mais 43 nos últimos três dias.

A nível distrital, o Alto Minho contava, nesta terça-feira, com 355 casos ativos, 66 óbitos e 1.066 recuperados.

O distrito soma 1.487 casos acumulados desde o início da pandemia, mais 86 desde a última terça-feira.

Continuar a ler

Viana do Castelo

Se encontrar um animal ferido ou morto em Viana, tem uma Linha SOS para ligar

258 819 391

em

Foto: DR / Arquivo

A Câmara de Viana do Castelo criou uma Linha SOS para ocorrências que envolvam animais selvagens, para “aliviar a pressão” nas organizações de socorro a pessoas e bens no concelho, até agora acionadas para atender àquelas situações.

“O que pretendemos com a Linha SOS Biodiversidade é diminuir ao máximo o número de ocorrências que envolvam animais selvagens reportados às entidades que prestam socorro a pessoas e bens. Sem querer, as pessoas podem pôr em causa o socorro em casos de emergência, como acidentes, incêndios ou outras situações”, explicou hoje à agência Lusa o vereador do Ambiente na Câmara de Viana do Castelo.

Ricardo Carvalhido justificou a criação daquele serviço, já em funcionamento, 24 horas por dia, com a necessidade de dar “uma resposta cirúrgica” a “ocorrências frequentes em espaço público, como o arrojamento de animais marinhos (golfinhos e tartarugas), gaivotas, cavalos e javalis mortos, moribundos ou feridos, entre outros animais selvagens”.

“Quando encontravam um animal selvagem ferido ou morto, as pessoas não sabiam bem para onde ligar e acabam por acionar várias entidades, como os bombeiros, PSP, GNR, Autoridade Marítima, que são entidades que têm por missão o socorro e salvamento de pessoas e bens. Agora devem ligar para a Linha SOS Biodiversidade e o operador contacta, cirurgicamente, a entidade que tem a competência para a resolver”, especificou.

Durante o dia, “as chamadas são atendidas pelo Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental (CMIA) e, no período noturno, por uma equipa de resgate e salvamento animal dos Bombeiros Sapadores de Viana do Castelo, que dispõe de formação e de equipamento específico, nomeadamente uma célula sanitária ventilada de transporte”.

O vereador do Ambiente explicou que a criação daquele serviço resultou de uma avaliação que envolveu diversas entidades, entre elas o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), face à “frequência” daquelas ocorrências.

O objetivo é atuar ao nível do “impacto na saúde pública, evitando o trabalho desnecessário que toma as várias entidades que são contactadas pelos cidadãos na procura da solução do problema”.

“Verificou-se a ocupação desnecessária de meios humanos, técnicos e logísticos (como a ocupação do operador de atendimento telefónico), podendo pôr em causa o tempo de resposta a emergências”, reforçou.

Por outro lado, acrescentou Ricardo Carvalhido, “o cidadão também não estava a obter a resposta célere e concreta que procurava para que a situação dos animais em causa (com interferência na saúde pública) fosse atendida sem objetividade”.

No período diurno, “as chamadas para a Linha SOS Biodiversidade (258 819 391) são atendidas por um operador do CMIA e, à noite, por um operador dos Bombeiros Sapadores”.

Continuar a ler

Viana do Castelo

Carlos Felizardo é o novo comandante da GNR no distrito de Viana do Castelo

Tomou posse quinta-feira

em

Foto: GNR

O coronel Carlos Felizardo é novo Comandante do Comando Territorial de Viana do Castelo da GNR. A tomada de posse realizou-se quinta-feira, numa cerimónia presidida pelo Comandante-Geral da GNR, tenente-general Rui Clero, e que teve lugar nas instalações do Comando da Unidade.

Carlos Felizardo é natural de Vila Real e nasceu no dia 04 de novembro de 1967. É licenciado em Ciências Militares, na especialidade Segurança (GNR), pela Academia Militar e possui uma pós-graduação em Direito e Segurança pela Universidade Nova de Lisboa.

Cerimónia de tomada de posse. Foto: GNR

Ingressou no quadro permanente da Guarda Nacional Republicana em 1991, tendo desempenhado diversas funções ao longo da sua carreira profissional, das quais se destacam: Comandante de pelotão do Agrupamento de Instrução de Portalegre, Comandante do Subdestacamento da Póvoa de Varzim, na antiga Brigada Fiscal, Comandante dos Destacamentos Fiscais de Vila Nova de Gaia, Caminha e dos Serviços Especiais de Matosinhos, na antiga Brigada Fiscal, Chefe dos grupos de legislação Fiscal e Aduaneira, diretor do Curso de Sargentos, do curso de Cabos e cursos de especialização, na Escola da Guarda, Professor de Direito Fiscal, na Academia Militar, Assessor para a área de formação da Polícia da República de Moçambique, Comandante do Batalhão Escolar do Centro de Formação da Figueira da Foz, Chefe da Seção de Informações e Investigação Criminal e Oficial de Relações Públicas do Comando Territorial do Porto, Chefe da Seção de Operações, Treino e Relações Públicas e Chefe da Secção de Informações e Investigação Criminal e Oficial de Relações Públicas do Comando Territorial de Bragança, 2.º Comandante do Comando Territorial do Porto e Comandante do Comando Territorial de Bragança.

Na sua folha de serviço constam vários louvores e condecorações nacionais.

O Comando Territorial de Viana do Castelo é responsável pelo cumprimento da missão da GNR em todo o distrito, tendo a seu cargo uma área de policiamento com um total de 2 178 km2 e a responsabilidade da segurança de 203.035 habitantes. Integra um Destacamento de Intervenção, um Destacamento de Trânsito e três Destacamentos Territoriais, designadamente: Arcos de Valdevez, Valença e Viana do Castelo, dispondo cada um deles de vários Postos Territoriais e um de Trânsito, num total de 16.

Continuar a ler

Populares