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Braga

Oito anos após a insolvência, padaria de Braga paga salários em atraso a 80 trabalhadores

Panibral

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Foto: DR

Os 80 trabalhadores da extinta padaria Panibral de Braga, que era a maior da cidade, estão a receber o remanescente dos salários a que tinham direito, após o rateio final das verbas conseguidas no âmbito do processo de insolvência que correu no Tribunal de Braga.


“A administradora de insolvência, Clarisse Barros, e eu próprio, enquanto membro da Comissão de Credores e advogado de 30 ex-funcionários, estamos a entregar os cheques”, adiantou a O MINHO, o jurista João Magalhães, frisando que receberam, “quase tudo” a que tinham direito.

As verbas apuradas após a venda de bens da Panibral e o recebimento de créditos, permitiram, ainda, pagar as dívidas da firma ao Estado, também ele, tal como os trabalhadores, um “credor privilegiado” em processos de insolvência.

O caso chega, assim, ao fim, sete anos depois de a empresa se ter apresentado à insolvência, pela segunda vez, posto que já o havia feito um ano antes, em 2012, data em que foi aprovado um PER-Plano Especial de Recuperação.

Nessa altura, a administração garantiu no Tribunal, em Assembleia de Credores, que a firma era viável desde de que bem gerida, por ter sete padarias na cidade e vender “muito pão”, argumentos que levaram os trabalhadores e os restantes credores a viabilizar o plano, para “bem da economia” e salvaguarda dos empregos.

Um ano depois, e face à continuação dos maus resultados, apresentou-se, de novo, à insolvência, por não conseguir cumprir o Plano, e deixou os trabalhadores sem salário e sem receberem os dinheiros atrasados a que tinham direito.

Os funcionários recorreram, então, ao Fundo de Garantia Salarial que adiantou as verbas a que tinham direito, tendo este organismo sido, agora, ressarcido dos montantes que adiantou.

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Braga

São João de Braga pode ser repescado nas 7 Maravilhas de Portugal

Cultura Popular

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Foto: Divulgação / São João de Braga

As Festas de São João de Braga, que alcançaram o segundo lugar na final do distrito das 7 Maravilhas da Cultura Popular, voltam a ir a votos a 16 de agosto, na cerimónia da repescagem dos seis melhores segundos classificados.

Para Firmino Marques, presidente da Associação de Festas de São João de Braga, o segundo lugar das festas “pode levar o São João de Braga até primeira semifinal do concurso”, que acontece dia 23 de agosto, em Loulé.

Recorde-se que a Filigrana da Póvoa de Lanhoso foi a pré-finalista apurada, ontem, para representar o distrito de Braga às 7 Maravilhas da Cultura Popular.

Filigrana da Póvoa de Lanhoso representa Braga nas 7 Maravilhas da Cultura Popular

“Ainda que não tenhamos passado diretamente para a semifinal, acreditamos que a gala da repescagem nos possa ajudar a chegar à fase seguinte”, atira o responsável pela organização das sanjoaninas de Braga,citado em nota de imprensa.

Com duas candidaturas, promovidas pela Associação de Festas de São João de Braga, na luta por um lugar na próxima fase, e depois de uma final regional renhida, as Festas de São João de Braga acabaram por se destacar, deixando a candidatura dedicada aos Gigantones e Cabeçudos pela final regional.

“Quando nos candidatamos às 7 Maravilhas sabíamos que o desafio seria grande e que todas as candidaturas que apresentamos (6 candidaturas iniciais) teriam força e história para as trazer até esta fase regional. Ainda que tenham ficado em sétimo lugar, os Gigantones e Cabeçudos chegam à repescagem através da candidatura das Festas de São João, uma vez que são uma parte muito importante das nossas festas”, recorda o responsável pela organização das sanjoaninas.

Romaria de S. Bartolomeu representa Alto Minho nas 7 Maravilhas da Cultura Popular

O segundo lugar, anunciado na manhã desta quarta-feira, 12 de agosto, coloca o São João de Braga na gala de repescagem, que acontecerá já este domingo, 16 de agosto, em Porto de Mós.

O número de votação mantém-se inalterado, no entanto, o período para fazer chamadas será reduzido, concentrando-se entre as 11:30 e as 19:30 do próximo domingo.

Organizado pelas 7 Maravilhas de Portugal, esta edição dedicada à Cultura Popular tem como categorias o artesanato, artefactos, lendas e mitos, festas e feiras, músicas e danças, rituais e costumes, procissões e romarias.

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Braga

Prisão domiciliária para doméstica suspeita de atear incêndio no Gerês

Terras de Bouro

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Foto: O MINHO

A mulher detida pela Polícia Judiciária de Braga por suspeita de atear um incêndio florestal no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), em Terras de Bouro, vai aguardar julgamento em prisão domiciliária.

A suspeita vai ficar provisoriamente num estabelecimento prisional, até serem instalados, na sua habitação, os mecanismos necessários para a prisão domiciliária, com vigilância eletrónica.

A doméstica, de 57 anos, foi detida na segunda-feira e hoje levada a um juiz de instrução criminal, que lhe aplicou aquela medida de coação.

O incêndio foi registado no dia 04 de agosto e, de acordo com a PJ, teve início numa zona de “difícil acesso”.

“Existiam condições de enorme risco de propagação à vasta mancha florestal envolvente, designadamente derivado a carga combustível do PNPG e pela orografia própria da região, o que se traduz num elevadíssimo perigo concreto para as pessoas, para os bens e para o ambiente, em particular para a área protegida em apreço”, refere um comunicado da PJ.

O incêndio consumiu cerca de dois hectares de vegetação herbácea, mato e arvoredo, “não tendo atingido maiores proporções devido à rápida intervenção dos bombeiros”.

A PJ acrescenta que a arguida, doméstica, reside na freguesia onde ateou o incêndio, tendo recorrido a um artefacto retardante da ignição.

“Foram recolhidos substanciais elementos de prova, que conduziram à detenção”, lê-se ainda no comunicado.

Na operação, a PJ contou com a colaboração do Grupo de Trabalho do Norte de Redução das Ignições Florestais e da GNR.

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Braga

Filigrana da Póvoa de Lanhoso representa Braga nas 7 Maravilhas da Cultura Popular

7 Maravilhas da Cultura Popular

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Foto: DR / Arquivo

A Filigrana da Póvoa de Lanhoso é a pré-finalista apurada para representar o distrito de Braga às 7 Maravilhas da Cultura Popular.

A iniciativa com votação decorreu esta terça-feira, precisamente no concelho de Póvoa de Lanhoso, cumprindo as normas da DGS e do município, e foi transmitida em direto na RTP1.

Vídeo: Filigrana da Póvoa de Lanhoso nas finais das 7 Maravilhas da Cultura Popular

Foto: Reprodução / RTP

O património povoense foi o mais votada pelo público, superando São João de Braga, Lenços de Namorados de Vila Verde, Galo de Barcelos, Banda Plástica de Barcelos, Figurado de Barcelos e Gigantones e Cabeçudos de Braga.

Foto: Reprodução / RTP

De acordo com o regulamento do concurso, este património vai representar o distrito nas meias-finais, podendo, no entanto, existir repescagem de finalistas do mesmo distrito.

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