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Alto Minho

NEOPOP meteu trinta mil pessoas em 2016 (de 50 países diferentes)

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Cerca de 30 mil pessoas de quase 50 nacionalidades assistiram este ano ao Neopop Festival de Viana do Castelo que vai regressar em 2017 para a 12.ª edição, entre 03 a 05 de agosto, revelou hoje um responsável da organização.


Segundo Raul Duro, o festival, “de cariz urbano e cada vez mais afirmado, tem registado um crescimento anual da ordem dos 10 a 15%, sendo que a “aposta” para as próximas edições será num “reforço” da promoção do evento “em toda a Europa e no mundo”.

“Passados 12 anos de amadurecimento o nosso grande objetivo é levar cada vez mais o nome do Neopop e de Viana do Castelo para o mundo. Queremos expandir o nosso nome e por isso vamos fazer muitas atividades o estrangeiro”, afirmou hoje aquele responsável.

Raul Duro, que falava em conferência de imprensa no salão nobre da Câmara de Viana do Castelo, sublinhou o reforço da “já estreita parceria” com a autarquia como sendo “indispensável para continuar a estabelecer o posicionamento único que o festival alcançou no panorama dos festivais em Portugal e na Europa”.

Como exemplo “espetacular” da parceria com o município apontou a criação, na edição deste ano, de um parque campismo gratuito que acolheu “cerca de 1.000 pessoas”.

“O parque estava instalado junto ao rio, com segurança, perto restauração, servido com autocarros. Não faltava nada para o público pudesse usufruir de uma boa estadia em Viana do Castelo”, sustentou.

O responsável realçou que a edição 2016, que decorreu entre 04 e 06 de agosto junto ao Forte de Santiago da Barra, contou com “entre 60 a 70 horas de música, da melhor que se faz no mundo”.

Cada vez mais temos a certeza que fizemos a escolha certa. Viana do Castelo é um local rico, próximo de tudo, do Porto, de Vigo (Espanha), tem os bons acessos“, frisou.

O presidente da Câmara, José Maria Costa, manifestou “interesse” do município “em continuar a parceria e em consolidar a estratégia dos últimos anos de afirmação nacional e internacional do festival”.

“A Câmara vai continuar a apoiar aqueles que são os objetivos da organização. Acolher bem quem nos visita, melhorar as infraestruturas de apoio e de acessibilidade, melhorando as ligações entre o aeroporto do Porto e à cidade para que este seja, cada vez mais, considerado um festival de referência que tem grande visibilidade internacional”, disse o autarca socialista.

Gustavo Pereira, da organização, revelou que o cartaz da 12ª edição do Neopop Festival vai ser anunciado “faseadamente”, a partir de dezembro.

Acrescentou que os passes para a edição 2017 “estão a partir de hoje à venda no sítio na internet do festival, com o preço promocional de 65 euros”.

Em 2015, quando se cumpriu a décima edição, e segundo números avançados pela organização, o festival de música eletrónica Neopop gerou um retorno financeiro em Viana do Castelo de quatro milhões de euros.

De acordo com os mesmos dados, em 2015, o festival “recebeu 10 mil pessoas por dia e chegou a mais de 80 países através da transmissão pela Internet”.

 

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Alto Minho

Presidente da República lamenta morte “repentina e trágica” do bispo de Viana

Óbito

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Foto: DR / Arquivo

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou hoje a morte “repentina e trágica” do bispo de Viana do Castelo, Anacleto Oliveira, e apresentou “sentidas condolências” à sua família e à Igreja Católica.

O bispo de Viana do Castelo, Anacleto Oliveira, morreu hoje, aos 74 anos, na sequência do despiste do automóvel que conduzia na Autoestrada do Sul (A2) perto de Almodôvar, no distrito de Beja, disse à Lusa fonte da sua diocese.

Numa nota divulgada no portal da Presidência da República na internet, Marcelo Rebelo de Sousa afirma que “a sua morte repentina e trágica, numa altura da vida em que tanto haveria a esperar do seu exemplo de pastor e de homem de bem, é motivo de consternação para os portugueses, crentes e não crentes”.

O chefe de Estado refere que Anacleto Oliveira recentemente “celebrara 50 anos de sacerdócio e 10 anos de presença na diocese do Alto Minho” e que a sua nomeação como bispo de Viana do Castelo, em 2010, “foi o culminar de uma trajetória espiritual e pastoral de muitas décadas, feita ao serviço da Igreja Católica e dos seus fiéis”.

“Apresento à família enlutada e a Igreja Católica as minhas mais sentidas condolências”, escreve o Presidente da República.

De acordo com fonte da GNR, o bispo de Viana do Castelo era o único ocupante do veículo ligeiro de passageiros que se despistou na A2 e o óbito foi declarado no local do acidente, tendo o corpo sido encaminhado para o serviço de medicina legal do hospital de Beja.

A Câmara Municipal de Viana do Castelo decretou dois dias de luto municipal pela morte do bispo Anacleto Oliveira.

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Viana do Castelo

Bispo de Viana morre em acidente na A2

Óbito

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Foto: DR / Arquivo

O bispo de Viana do Castelo, Anacleto Oliveira, de 74 anos, morreu hoje na sequência do despiste do automóvel que conduzia na Autoestrada 2 (A2) perto de Almodôvar, no distrito de Beja, disse à Lusa fonte da diocese.

A mesma fonte lamentou à morte inesperada de bispo e adiantou que em breve vai ser emitida uma nota à imprensa.

Anacleto Oliveira celebrou, em agosto, 50 anos de ordenação e 10 anos como bispo de Viana do Castelo.

Padre há 50 anos e bispo de Viana há dez: D. Anacleto Oliveira, o “escravo de todos”

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja disse à Lusa que o alerta para o acidente foi dado às 11:29.

Fonte da GNR indicou que o óbito foi declarado no local, tendo o corpo sido encaminhado para o serviço de Medicina Legal do hospital de Beja, e que o homem era o único ocupante do veículo ligeiro de passageiros.

Presidente da República lamenta morte “repentina e trágica” do bispo de Viana

Segundo a mesma fonte, o acidente ocorreu ao quilómetro 200 da A2, no sentido sul-norte, entre São Bartolomeu de Messines e Almodôvar.

Foram mobilizados, de acordo com o CDOS, bombeiros e veículos das corporações de Almodôvar e São Bartolomeu de Messines, uma viatura médica de emergência e reanimação (VMER) de Albufeira e elementos da Brisa, além da GNR, num total de 16 elementos, apoiados por seis viaturas.

O acidente já havia sido referido à Lusa pela GNR, mas sem aludir ao facto de a vítima mortal ser o clérigo.

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Alto Minho

Um trabalhador infetado e quatro em isolamento numa fábrica de Arcos de Valdevez

Covid-19

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Foto: DR

Um trabalhador da fábrica Mora, sediada em Arcos de Valdevez, testou positivo para a covid-19, confirmou O MINHO junto de fonte da empresa. Outros quatro trabalhadores foram dispensados para recolher a isolamento obrigatório nos seus domicílios enquanto aguardam testagem para o vírus.

De acordo com Jorge Hilário, diretor-geral da Mora Portugal, a empresa continua a laborar, uma vez que tem adotado várias medidas do plano contigencial que evitam possíveis contágios. No entanto, quatro colaboradores que estiveram junto à pessoa contagiada foram colocados em quarentena após recomendação da delegada de saúde daquele concelho do Alto Minho.

“Temos um caso positivo. A pessoa em causa acusou sintomas de febre na passada terça-feira, pelo que lhe dissemos para ficar em casa e contactar a saúde 24”, explica a O MINHO o diretor-geral, assegurando que é “prática recorrente” sempre que alguém apresente sintomas associados ao novo coronavírus.

“O próprio funcionário disse logo ao chefe que iria fazer teste de despiste por livre vontade, mas a verdade é que, depois desse episódio na terça-feira, não voltou a apresentar quaisquer sintomas”, conta o responsável da empresa.

“Hoje, pelas 7:00 horas, fomos informados que o trabalhador em causa tinha testado positivo, pelo que tomei logo conta da situação e segui o protocolo, ligando para a Saúde 24, que me deu instruções. Às 7:30 falei com a delegada de saúde e ela confirmou as instruções que me tinham dado através daquela linha de atendimento médico, passando a delegada a tomar conta da ocorrência”, acrescentou Jorge Hilário.

A empresa recolheu o nome dos quatro trabalhadores que estiveram mais próximos à pessoa infetada e estes já não entraram ao trabalho, que seria pelas 08:00 horas desta sexta-feira.

Jorge Hilário diz que agora os quatro colaboradores também vão ser rastreados e ficam em casa enquanto aguardam o resultado dos testes. Nenhum apresenta sintomas.

Sobre a laboração não ter sido interrompida, o engenheiro explica que foram feitos alguns ajustes perante os cerca de 100 trabalhadores, mas que tem a ver por uma questão de precaução, uma vez que não existe proximidade no local de trabalho entre os colaboradores. “Temos umas instalações novas, amplas, e todos trabalham separados por acrílicos, o que nos dá alguma segurança para crer que não existiu contágio”, disse o responsável.

No entanto, o diretor-geral reforça que, na próxima segunda-feira, quando já se saberá o resultado dos restantes trabalhadores, não possa mudar o protocolo, uma vez que caso existam muitos casos, a empresa pode mesmo parar a laboração. Todavia, a empresa continua em plenas funções durante o fim de semana.

O último relatório divulgado pela Unidade Local de Saúde do Alto Minho, a que O MINHO teve acesso, indicava onze casos ativos de covid-19 no concelho de Arcos de Valdevez, num total acumulado de 94 casos desde o início da pandemia. Há 74 pessoas recuperadas e nove óbitos a lamentar.

Portugal regista hoje mais 6 mortos e 780 novos casos de infeção por covid-19, em relação a quinta-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 67.176 casos de infeção confirmados e 1.894 mortes.

Há ainda 45.053 recuperados, mais 259 do que ontem.

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