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Barcelos

Moradores do loteamento da Malhadoura querem indemnização em Tribunal

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Foto: DR/Arquivo

“Defeitos de fabrico, humidades nas paredes e fissuras”. E “profundo desgosto” de quem comprou casa e vive no loteamento da Malhadoura, em Barcelos. E alguns residentes até “preferem sair”.

Foram estas as singularidades negativas apontadas por várias testemunhas no Tribunal de Braga, no início do julgamento de um diferendo entre a Câmara de Barcelos e 19 proprietários de casas do loteamento da Malhadoura, em Milhazes, construído pela autarquia.

A Câmara anunciou, há dias, que vai investir 687 mil euros no loteamento, para corrigir alegados “defeitos” das moradias e avançar com o concurso público para as obras, que se prendem com a sua “reabilitação exterior”.

“Esta decisão surge após a revisão do projeto de reabilitação, que previa, inicialmente, apenas o reforço do revestimento exterior, face aos problemas de infiltrações e humidades detetados”, acrescentou.

Apesar deste compromisso, os proprietários exigem o pagamento de uma indemnização, a calcular em sede de sentença, pelo facto de as casas que compraram terem mais – asseguram – de 81 defeitos de construção.

Dizem que as deficiências ocorrem no interior e no exterior das casas englobando paredes e tetos – afetados pela humidade – com a tinta a descascar, aparecimento de fissuras, falta de acabamentos e de impermeabilidade.

O loteamento, construído pelas empresas Alberto Couto Alves, de Famalicão e Sá Machado & Filhos, de Vila Verde, foi recebida pela Câmara em outubro de 2013. Foi adjudicada no executivo anterior de Fernando Reis (PSD) por 2,898 milhões de euros e concluída já no atual mandato de Miguel Gomes, do PS.

Construído entre 2006 e 2008, o loteamento tem 31 moradias em banda, todas com três pisos desnivelados. A Câmara vendeu 29 moradias e doou duas à União de Freguesias de Milhazes, Vilar de Figos e Faria.

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Barcelos

Incêndio em Barcelos está dominado

Na freguesia de Santa Leocádia

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O incêndio que deflagrou hoje em Tamel, na freguesia de Santa Leocádia, concelho de Barcelos, foi dominado, mas mantêm-se no local cerca de uma centena de bombeiros apoiados por 32 viaturas, disse a comandante Marinha Esteves, da Proteção Civil de Braga.

“O incêndio encontra-se dominado, mas mantém-se no terreno o dispositivo envolvido no combate”, disse à agência Lusa, a responsável da Proteção Civil, adiantando que o fogo foi controlado cerca das 21:15.

De acordo com a página da Internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), este incêndio em mato teve início às 13:26.

O incêndio que nunca esteve próximo das casas, chegou a ser combatido por quatro meios aéreos.

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Barcelos

Incêndio de grandes proporções em Barcelos – Imagens

Fogo deflagrou em Tamel Santa Leocádia

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Incêndio que deflagrou cerca das 13:30, em Tamel Santa Leocádia, Barcelos, está a ser combatido por mais de cem bombeiros, apoiados por dezenas de meios terrestres e quatro meios aéreos.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

 

 

 

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Barcelos

Incêndios: 102 bombeiros e quatro meios aéreos a combater chamas em Barcelos – atualização

Fogo deflagrou cerca das 13:30

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Foto: O MINHO

O incêndio que deflagrou hoje à tarde numa zona de mato no concelho de Barcelos está a ser combatido por 102 bombeiros e quatro meios aéreos, segundo informação na página da Internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

Incêndio de grandes proporções em Barcelos – Imagens

 

Às 15:30 fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Braga adiantou à Lusa que o incêndio tinha três frentes ativas, não estando próximo de habitações.

Foto: Facebook de Bruno Leiras

A mesma fonte indicou ainda que no combate às chamas estavam operacionais das corporações de bombeiros da zona oeste do distrito de Braga, da Força Especial de Bombeiro e do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) da GNR, apoiados por 25 veículos e quatro meios aéreos.

De acordo com a página da Internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), este incêndio em mato teve início às 13:26.

A ANPC registava às 16:42 um total de 20 incêndios rurais, que mobilizavam um total de 287 operacionais, 82 viaturas e sete meios aéreos.

Dos 20 fogos, sete estavam ativos e os restantes em resolução e em conclusão.

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