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Futebol

Miguel Santos Treinador do Ano no futebol feminino

Campeão Nacional com o SC Braga

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Foto: Imagens Canal 11

Miguel Santos, treinador que levou a equipa de futebol feminino do SC Braga à inédita conquista do título de campeão nacional, foi esta segunda-feira galardoado com o prémio Quinas de Ouro, durante a gala, organizada pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que decorre no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa.

O técnico de 35 anos, natural de Amares, estava nomeado para o prémio ao lado de Mara Vieira (Valadares Gaia), Madalena Gala (CF Benfica), João Marques (Benfica/Famalicão) e José Paisana (Seleção Nacional feminina sub-17).

O timoneiro das Gverreiras do Minho disse ser “um honra enorme” ter sido o escolhido e partilhou o prémio com a equipa e clube pelas “coisas fantásticas” que juntos conquistaram. Depois de receber o galardão das mãos do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, Miguel Santos terminou o discurso dedicando, ainda, a distinção aos pais e ao irmão.

No Prémio Vasco da Gama, destinado às equipas que ajudam a levar o nome de Portugal mais longe no Mundo, o SC Braga já tinha sido distinguido pelo futebol de praia, onde se sagrou campeão da Europa.

Os galardões Quinas de Ouro distinguem as melhores equipas, atletas e treinadores ao longo da época anterior.

A gala teve transmissão, em direto, no novo Canal 11 (posição 11 dos canais por cabo; acesso livre).

Lista dos vencedores da Gala Quinas de Ouro 2019

– Jogador do ano masculino: Cristiano Ronaldo (Juventus)

– Jogadora do ano feminina: Jéssica Silva (Levante/Lyon)

– Treinador do ano futebol masculino: Bruno Lage (Benfica)

– Treinador do ano feminino: Miguel Santos (SC Braga)

– Treinador do ano formação: Mário Silva (FC Porto Juniores A em 18/19)

– Equipa do ano masculino: Benfica

– Equipa do ano feminina: Benfica

– Jogador do ano futsal: Ricardinho (Inter Movistar)

– Jogadora do ano futsal: Fifó (Benfica)

– Treinador do ano masculino futsal: Joel Rocha (Benfica)

– Treinador do ano futsal feminino: Luís Conceição (Seleção Nacional de futsal)

– Equipa futsal masculino: Benfica

– Equipa futsal feminino: Benfica

– Jogador futebol praia: Madjer (Sporting)

– Equipa do ano futebol praia: Seleção Nacional A

– Quinas de Platina: Fernando Santos (Selecionador nacional de futebol)

– Prémio Vasco da Gama: Sporting (Futsal), SC Braga (Futebol de Praia) e FC Porto (Sub-19)

– Prémio Prestígio: Jesualdo Ferreira

– Prémio Presidente: Catarina Furtado

– 11 do ano I Liga 2018/19: Iker Casillas (FC Porto), Éder Militão (FC Porto), Rúben Dias (Benfica), Alex Telles (FC Porto), Grimaldo (Benfica), Danilo Pereira (FC Porto), Pizzi (Benfica), Bruno Fernandes (Sporting), Rafa Silva (Benfica), Seferovic (Benfica) e João Félix (Benfica)

Futebol

Carlos Carvalhal recusou medalha da Taça da Liga por ter sido mal expulso

SC Braga joga amanhã com o Gil Vicente

Foto: DR / Arquivo

O treinador do SC Braga, Carlos Carvalhal, disse hoje que não recebeu a medalha de finalista da Taça da Liga de futebol por não ser “hipócrita” e entender que não houve razão para ter sido expulso.

“Quando se é convidado para uma festa de aniversário e se, sem razão aparente, se é expulso dessa festa por nenhum motivo, colocado ao frio e à chuva, pergunto se se for chamado para soprar as velas, se volta à festa outra vez. Não sou hipócrita, não voltei porque me puseram fora da sala sem qualquer motivo”, explicou.

Carlos Carvalhal disse ainda não estar à espera de ser castigado: “se for… não quero adjetivar”.

O treinador fez um balanço positivo da participação na Taça da Liga, que perdeu na final com o Sporting (1-0), no sábado.

“Há quatro competições no nosso calendário, estamos em todas as frentes, e numa delas fomos até à final com um comportamento muito bom, saímos valorizados. Vencemos o Benfica [na meia-final] e, com menos um dia de recuperação em relação ao nosso adversário [Sporting], estivemos bem, sobretudo na segunda parte, quando foi possível jogar, por causa das condições climatéricas”, considerou.

Carlos Carvalhal elogiou “fortemente” os seus jogadores “pela atitude, comportamento e qualidade”, considerando que eles foram “estoicos”.

“Conheço bem a cidade e o clube e sei que há um sentimento de orgulho muito grande pelo comportamento da equipa”, frisou.

Diante do Gil Vicente, o SC Braga “vai reagir”, assegurou o técnico, alertando, contudo, para o pouco tempo de recuperação entre os jogos e para a necessidade de “mudar de ‘chip’ constantemente”.

“Vamos reagir bem e vamos a jogo diante de um adversário difícil, com um treinador que foi meu jogador e que organiza muito bem as equipas. Vamos ter que ter alguma paciência, mas vamos estar ao nosso melhor nível para ganhar. É uma empreitada muito difícil, muito complicada, mas isso advém de estarmos em todas as competições e não querermos abdicar de nenhuma”, disse.

Jogar apenas três dias depois do jogo com os ‘leões’ na Taça da Liga é, para o técnico, uma vantagem para os vizinhos de Barcelos.

“Parece-me óbvio: uma coisa é ter jogado há nove dias, como o Gil Vicente, outra ter 48 horas para preparar o jogo. São fatores de desigualdade. É normal se todas as equipas estiverem em pé de igualdade, mas estamos a jogar em pé de desigualdade sempre, foi com o Benfica, com o Sporting, vai ser amanhã [terça-feira] e com o Santa Clara [sexta-feira], mas depois do árbitro apitar vamos à luta e com tudo para ganhar”, disse.

Ainda que provisoriamente, os bracarenses foram ultrapassados pelo Paços de Ferreira e têm o Vitória de Guimarães a apenas um ponto.

“Sinceramente não me preocupo com isso, jogámos a final no sábado, chegámos à 01:30, treinámos ontem [domingo] a pensar no jogo de amanhã [terça-feira], só tenho tempo para aferir das condições da minha equipa, não tenho tempo para mais nada, nem para lutos, nem para festas. Vamos de jogar de 72 horas em 72 horas até março se passarmos às meias-finais da Taça de Portugal”, reforçou.

Moura, Rui Fonte e Gaitán são os lesionados do plantel.

SC Braga, quinto classificado, com 27 pontos, e Gil Vicente, 15.º, com 13, defrontam-se a partir das 19:45 de terça-feira, no Estádio Municipal de Braga, jogo que será arbitrado por Manuel Oliveira, da associação do Porto.

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Futebol

Gil Vicente tem que estar na “plenitude das capacidades” para pontuar em Braga

I Liga

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O treinador Ricardo Soares afirmou hoje que o Gil Vicente tem de estar na “plenitude das capacidades” para pontuar no reduto do SC Braga, na terça-feira, em jogo da 15.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Desagradado com os últimos três resultados no campeonato – empate com Belenenses SAD (0-0) e derrotas com Farense (3-1) e Marítimo (1-0) -, mas não com a produção da equipa nesses jogos, o técnico realçou que os barcelenses querem ser “iguais a si próprios” frente a um adversário de “muita qualidade”.

“O [Sporting de] Braga é uma das grandes equipas do nosso campeonato. É das equipas mais organizadas e com um modelo de jogo mais vincado no futebol português. Tem jogadores com muita qualidade. Vamos [a Braga]com o objetivo claro de vencer. Temos de estar na plenitude das capacidades para trazer pontos de Braga, que é o nosso objetivo”, disse, na antevisão ao desafio agendado para as 19:45.

O timoneiro ‘gilista’ reconheceu que os seus pupilos podem “tirar algum dividendo” da “densidade de jogos” que os bracarenses têm enfrentado, ao jogarem a final da Taça da Liga no sábado, frente ao Sporting (derrota por 1-0), mas lembrou que o conjunto ‘arsenalista’ tem um “plantel extenso e de qualidade”, estando “habituado” a jogar de três em três dias, fruto da presença na Liga Europa.

“Uma coisa é o Gil Vicente ter um jogo de intensidade alta, com 120 minutos [frente ao Académico de Viseu, para a Taça de Portugal] e, nem 72 horas depois, jogar com o Marítimo [para a 14.ª jornada], que teve um descanso absoluto para preparar o jogo. Outra coisa é o Braga jogar de três em três dias (…). Mas pode existir aquele cansaço habitual”, disse.

Convicto de que os ‘galos’ têm estado a “bom nível” no aspeto defensivo, Ricardo Soares admitiu que a eficácia ofensiva está longe da desejada – segundo pior ataque da I Liga, com 10 golos marcados -, tendo reconhecido que está aberto a mais reforços no mercado de inverno, após as entradas do guarda-redes Beunardeau e do médio Pedrinho.

“A direção sabe o que é preciso para a ideia do treinador e tem feito um esforço. Ficarei feliz se vierem jogadores de acordo com o meu pensamento. Se não vierem, cá estamos para trabalhar os jogadores e fazê-los transcenderem-se. A equipa do Gil já é boa e dá garantias para lutar pelo objetivo definido, a manutenção”, referiu.

Com Pedrinho ainda indisponível para Braga, Ricardo Soares salientou que o reforço contratado ao Riga FC, da Letónia, e oficializado no sábado vai “acrescentar competitividade à equipa”, por reforçar uma posição necessária, a de médio ofensivo, para um campeonato que, doravante, vai ter “muitos jogos de quatro em quatro dias”.

Apesar de focado no duelo minhoto de terça-feira, o técnico reconheceu já ter pensado no ciclo de jogos que se segue, que inclui as receções ao FC Porto, para os quartos de final da Taça de Portugal, na sexta-feira, e ao Paços de Ferreira, na terça-feira, que torna ainda mais necessário o equilíbrio do plantel.

“É importante que todos os jogadores estejam preparados para jogarem, e não só 11, 12 ou 13. É humanamente possível fazermos tantos jogos em tão pouco tempo na situação anormal que vivemos. Uns jogadores já tiveram [a infeção responsável] pela covid-19 e outros podem ter”, avisou.

O Gil Vicente, 15.º classificado da I Liga portuguesa, com 13 pontos, defronta o Sporting de Braga, quinto, com 27, em partida da 15.ª jornada, agendada para as 19:45 de terça-feira, no Estádio Municipal de Braga, com arbitragem de Manuel Oliveira, da Associação de Futebol do Porto.

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Futebol

“Não estamos preocupados com o Paços de Ferreira ou com outra equipa qualquer”

João Henriques

Foto: Arquivo

– João Henriques (treinador do Vitória SC): “Não estamos preocupados com o Paços de Ferreira ou com outra equipa qualquer. Estamos preocupados sobretudo connosco e sobretudo em somar os três pontos em cada jogo que participamos.

É importante para nós dar seguimento ao que fizemos há três dias. Sabíamos de antemão que ia estar um terreno pesado, difícil para jogarmos. A nossa preocupação foi dar continuidade ao jogo anterior. Queremos sempre olhar para quem está acima de nós para tentar alcançar.

Hoje, ganhámos com o espírito vitoriano que tantas vezes é apregoado e hoje foi passado para aquilo que fizemos dentro de campo. Foi uma vitória do grupo, da equipa.

Ter a capacidade de ultrapassar todas as adversidades, criar as melhores ocasiões, ser mais eficaz e depois vencer como nós vencemos. Sofremos em alguns momentos.

Fala-se muito dos nossos mágicos, que fazem coisas diferentes, e hoje vimos os mesmos mágicos com espírito de ajuda, solidariedade. E isso é tão importante como qualquer trivela deste mundo.

Hoje, ganhou exatamente a equipa. E a equipa é isto. Sólida, continua a fazer nos jogos em que está um grande objetivo que é chegar aos 90 minutos com os três pontos. E isso foi inquestionável hoje.

Estou feliz pelo André Almeida, porque ele andava à procura deste golo. Era a cereja no topo do bolo para ele sentir ainda mais confiança. Felizmente, temos mais ‘Andrés Almeidas’ que vão aparecendo com o crescimento da equipa”.

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