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Marcelo envia “abraço sentido” em mensagem a Macron

Incêndio destruiu Catedral de Notre Dame, em Paris

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Foto: Imagens TVI (Arquivo)

O chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa, enviou hoje um “abraço sentido” numa mensagem ao Presidente francês, Emmanuel Macron, em que lamenta o incêndio na Catedral de Notre-Dame de Paris.

“Caro Presidente Macron, meu Amigo: Uma dor que nos trespassa o olhar e logo nos marca a alma, Paris sempre Paris ferida na sua Catedral em chamas, um símbolo maior do imaginário coletivo a arder, uma tragédia francesa, europeia e mundial”, lê-se na mensagem, divulgada no portal da Presidência da República na Internet.

Marcelo Rebelo de Sousa despede-se de Macron enviando-lhe “de Lisboa um abraço sentido”.

O incêndio na catedral começou cerca das 18:50 locais (17:50 em Portugal) e, segundo o porta-voz do monumento, André Finot, toda a estrutura da Notre-Dame de Paris está a arder.

Cerca de uma hora depois de ter começado o incêndio, o pináculo de Notre-Dame desmoronou-se.

Segundo os bombeiros, o incêndio terá começado no sótão da catedral, o monumento histórico mais visitado da Europa.

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PS com o dobro das intenções de voto do PSD a menos de três meses das eleições

Sondagem da Pitagórica

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Foto: DR / Arquivo

O PS com 43,2% dos votos obteria o dobro dos do PSD, 21,6%, caso as eleições legislativas fossem agora, de acordo com uma sondagem da Pitagórica para o JN e a TSF publicada hoje.

O Bloco de Esquerda (BE) alcançaria 9,2% dos votos, seguida pela CDU com 6,8%, CDS-PP com 6%, PAN com 3,6% e a Aliança com 1,2%, segundo a sondagem.

Este estudo aponta para 23,5% de indecisos e para 7,6% de brancos, nulos e outros.

Face à última estimativa, o PS ganharia agora mais votos (40,4% em maio), tal como o BE (8,2% em maio) e a CDU (6,5% em maio). O PSD, o CDS e a Aliança perderiam nas intenções, (22,5%, 6,1% em maio e 1,5%, respetivamente). O PAN obteria a mesma percentagem, 3,6%.

A sondagem da Pitagórica, com o objetivo de avaliar a intenção de voto nas eleições legislativas, foi realizada entre 08 e 14 de julho, através de 800 entrevistas telefónicas e apresenta uma margem de erro de +4/-3,5% para um nível de confiança de 95,5%.

As eleições legislativas estão marcadas para 06 de outubro.

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Nove em cada 10 idosos em tratamento médico no país sofrem de solidão

Estudo

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Foto: DR / Arquivo

Cerca de 91% dos idosos seguidos nos cuidados de saúde primários revelam sentir algum grau de solidão, sendo que um terço reporta mesmo níveis graves, o que interfere com os cuidados, revela investigação.

A conclusão é de um estudo liderado por investigadores do CINTESIS – Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde, em parceria com a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte), a que a Lusa teve hoje acesso.

O objetivo da investigação foi avaliar o impacto da solidão em idosos que estão a ser seguidos num centro de saúde. Para isso, foram entrevistadas 150 pessoas, com 65 anos ou mais, de uma zona urbana do Norte de Portugal.

Os resultados revelaram que os idosos que reportam níveis de solidão elevados estão mais frequentemente polimedicados.

“A solidão leva a um aumento do recurso aos serviços de saúde, como comprovamos através da relação desta com o consumo crónico de medicamentos, especialmente entre os idosos com mais de 80 anos de idade”, explicam os investigadores no estudo, que foi publicado na revista científica Family Medicine & Primary Care Review.

Paulo Santos, investigador do CINTESIS, e Catarina Rocha-Vieira, da ARS-Norte, defendem que “é importante que se perceba que a solidão nos idosos leva a maior somatização do seu sofrimento e aumenta o risco de serem sobremedicados”.

Por isso, apelam para que se definam “estratégias para reduzir a solidão entre os idosos, como forma de melhorar os indicadores individuais de saúde e diminuir o risco de sobrediagnóstico e de polimedicação”.

Atos simples como procurar companhia, participar na vida familiar e manter rotinas diárias ativas, que assegurem o contacto com outras pessoas, são exemplos de estratégias que podem reduzir a solidão e melhorar a saúde da população mais idosa, exemplificam os autores.

Defendem que “devem ser tomadas medidas políticas, legislativas, sociais e de saúde que promovam a manutenção de uma vida ativa após a reforma, de modo a estimular o sentido de utilidade dos idosos, protegendo-os da solidão e das suas consequências em termos de saúde”.

Os investigadores concluíram ainda que ter mais de 80 anos de idade, viver sozinho, possuir um baixo nível educacional (menos de nove anos), estar insatisfeito com os rendimentos e ter uma estrutura familiar disfuncional são os principais fatores que se associam à solidão.

Em contrapartida, ser casado ou viver em união de facto, e manter uma atividade profissional surgiram como fatores protetores.

Este estudo foi conduzido numa zona urbana do Norte de Portugal que apresenta uma proporção de população idosa ligeiramente abaixo da média nacional (estimada em 19%).

Na realidade do território nacional, e sobretudo nas regiões mais envelhecidas, como nos distritos do interior e no Alentejo, o problema pode ser ainda maior, consideram os investigadores.

Frisam que a solidão é comum na população geriátrica e interfere significativamente com os cuidados de saúde, devendo ser considerada um determinante de saúde.

“Incorporar esse fator no raciocínio de decisão clínica é fundamental para melhorar os cuidados de saúde”, referem os investigadores.

O estudo contou ainda com a participação de Gustavo Oliveira (da Unidade de Saúde Familiar Garcia d’Orta) e Luciana Couto (da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto).

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País

Operadores móveis continuam sem cumprir com acordo relativo ao Wap Billing

Mais de 400 reclamações desde o início do ano no Portal da Queixa

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Foto: DR

O Portal da Queixa verificou na sua plataforma o registo de mais de 400 reclamações dirigidas ao serviço Wap Billing desde o início de janeiro até 16 de julho de 2019. Para dar resposta às insatisfações dos portugueses, a ANACOM e a Apritel intervieram, mas os operadores de telecomunicações continuam a permitir a alegada fraude por parte dos prestadores de serviço. O problema das subscrições involuntárias de conteúdos arrasta-se há anos.

É bastante comum navegar-se pela Internet e encontrar diversas aplicações apelativas que as pessoas acabam por querer instalá-las no seu telemóvel, nomeadamente, wallpapers, jogos grátis, aplicações para fotografias, etc. A verdade é que quando o fazem, não sabem que em breve irão começar a receber SMS com subscrições involuntárias ou simplesmente a notar que no seu saldo ou fatura da operadora de telecomunicações está a ser debitado um valor que não autorizaram.

São mais de 420 os portugueses que recorreram ao Portal da Queixa, desde o início do ano, para apresentarem as suas reclamações relativas a este serviço, um aumento significativo desde 2018, constata a análise da maior rede social de consumidores de Portugal.

Face a este descontentamento a ANACOM (Autoridade Nacional de Comunicações) e a Apritel (Associação dos Operadores de Comunicações Eletrónicas) decidiram intervir e lançaram dois comunicados onde garantiam que os consumidores seriam mais protegidos com as alterações acordadas no Código de Conduta assinado pelos quatro operadores de telecomunicações.

Neste acordo, no âmbito da Apritel, é possível ler que “a estratégia foi acordar num conjunto de regras que os Operadores se obrigam a fazer valer nas relações contratuais grossistas, ao que acrescem princípios, regras e procedimentos que se obrigam a respeitar nas relações contratuais com os seus clientes (Utilizadores destes serviços).”

Para além do acordo, a ANACOM também recomendou que os operadores alterassem os procedimentos de cobrança de conteúdos e serviços subscritos na Internet, o chamado Wap Billing, para que fosse claro ao subscritor entender quando estaria ou não a aceder a uma aplicação paga.

O código de Conduta assinado pelas operadoras entrou em vigor no dia 01 de maio de 2018, mas as reclamações continuam a aumentar diariamente por parte dos consumidores que indicam que não estão a ser cumpridas as orientações e procedimentos acordados.

A atestar a continuidade deste problema e que o mesmo não está resolvido, está o descontentamento dos consumidores manifestado já o ano passado. Em 2018, o tema foi bastante divulgado nos meios de comunicação, resultado do crescimento de reclamações registadas no Portal da Queixa (cerca de 377 reclamações).

Após a divulgação feita pela equipa do Portal da Queixa, os prestadores de serviço como a Mobibox, Mobile Apps e outros, começaram a dar resposta na plataforma do Portal da Queixa, mas o número de reclamações aumentou e continuam muitas dúvidas e insatisfações dos consumidores por resolver.

A taxa de resposta dos prestadores de serviço é de, em alguns casos, 91% mas desde o início do ano que chegam cada vez mais reclamações, tendo já ultrapassado o número de insatisfações, cerca de 100, em relação ao ano passado face ao mesmo período de tempo.

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