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Marcelo considera que o natural é que orçamento seja viabilizado à esquerda

OE2021

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Marcelo Rebelo de Sousa. Foto: Presidencia.pt / Arquivo

O Presidente da República considerou hoje “natural” que o Orçamento de Estado para 2021 seja viabilizado à esquerda, nomeadamente pelos “parceiros” que aprovaram na última legislatura sucessivos orçamentos, e não por uma solução de bloco central.


“Aquilo que é desejável é que haja orçamento, é mesmo muito importante, e penso que o que é natural é que seja viabilizado à esquerda e não por outra solução, até porque, como sabem a minha posição em matéria de bloco central é de considerar que o bloco central não é uma solução duradoura, nem é uma boa solução para o equilíbrio do sistema político português”, disse Marcelo Rebelo de Sousa, à margem de uma visita à Torre dos Clérigos, no Porto.

Para o equilíbrio do sistema político português é bom que haja uma solução de esquerda e uma alternativa de direita para evitar radicalismos e extremismos, frisou.

O Chefe de Estado referiu ainda que o que é bom no sistema político é a noção de que se uma solução conhecer dificuldades há uma outra alternativa.

Por isso, Marcelo Rebelo de Sousa entendeu que o “natural” é o documento “passar à esquerda” e ser viabilizado pelos “parceiros” que aprovaram na última legislatura sucessivos orçamentos.

“É isso que é natural, é isso que o Governo tem dito, é isso que resulta também do líder da oposição, portanto, espero que isso aconteça e tenhamos orçamento para entrar em vigor a partir de 01 de janeiro de 2021”, sublinhou.

O Presidente da República insistiu que para Portugal é “muito importante” que o Orçamento de Estado não conheça, no momento da votação final global, e desde logo na generalidade, uma “inviabilidade” porque “tem de passar”.

Na terça-feira, o chefe do Governo, António Costa, afirmou que Portugal está perante “uma oportunidade única” em termos de recursos financeiros europeus, mas avisou que só terá sucesso se tiver uma estratégia clara alicerçada em amplos consensos político e social para dar uma resposta à crise causada pela pandemia de covid-19.

A votação na generalidade do Orçamento do Estado para 2021, que entrará no parlamento em 12 de outubro, foi hoje marcada para 28 desse mês e a votação final global para 27 de novembro.

A conferência de líderes parlamentares aprovou hoje o calendário de apreciação do Orçamento do Estado do próximo ano, que arrancará com audições na generalidade dos ministros das Finanças e do Trabalho, marcadas para 23 e 26 de outubro, respetivamente.

Segue-se o debate na generalidade em plenário da Assembleia da República em 27 e 28 de outubro, dia em que será feita a primeira votação, na generalidade.

No dia seguinte, inicia-se o processo de audições na especialidade, que terminará a 12 de novembro, novamente com o ministro das Finanças.

Para o dia 13 de novembro ficou fixado o prazo limite para a entrega de propostas de alteração dos vários partidos ao orçamento.

A apreciação e votação do Orçamento do Estado para 2021 na especialidade ficou marcada para a semana de 23 a 27 de novembro, dia em que a Assembleia da República fará a votação final global do documento.

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País

Verdes anunciam sentido de voto na terça-feira

Orçamento do Estado para 2021

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Foto: Twitter / António Costa

O Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV) reúne a sua comissão executiva na segunda-feira para analisar o Orçamento do Estado de 2021 (OE2021) e anuncia o sentido de voto na terça-feira, disse hoje à Lusa fonte partidária.

Na quinta-feira, o PEV apresentou propostas numa reunião com o primeiro-ministro, António Costa, e, na resposta, o Governo manifestou abertura para aceitar algumas delas e é isso que estará em análise pela direção dos Verdes, acrescentou a mesma fonte.

O sentido de voto da bancada dos Verdes, com dois deputados, no OE2021 será anunciado às 10:00 de terça-feira, escassas cinco horas antes de começar o debate, na generalidade, na Assembleia da República, em Lisboa.

A votação na generalidade do Orçamento é na quarta-feira, no parlamento, e, se for aprovado, segue-se um período de especialidade, ao pormenor, antes da votação final global, prevista para 26 de novembro.

O Governo do PS está a negociar com os partidos de esquerda – BE, PCP, PEV e o partido Pessoas-Animais Natureza (PAN), mas não há ainda garantias públicas de que venha a ser aprovado.

O PCP foi o primeiro a anunciar a sua abstenção, na sexta-feira. Hoje seguem-se PAN e BE e os Verdes na terça-feira.

PSD, CDS e Chega e Iniciativa Liberal já anunciaram o seu voto contra.

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País

Portugal volta a atingir novo máximo de internamentos

Covid-19

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Foto: DR

Portugal registou hoje um novo recorde de internamentos desde o início da pandemia de covid-19, com 1.574 pessoas hospitalizadas e 230 em unidades de cuidados intensivos, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Nas últimas 24 horas foram internadas 119 pessoas, totalizando 1.574, contabilizados mais 19 mortos relacionados com a covid-19 e 2.577 casos confirmados de infeção com o novo coronavírus.

No início da pandemia Portugal registou um máximo de internamentos em abril com 1.302 pessoas internadas, valor superado em 22 de outubro, com a existência de 1.365 casos de internamento hospitalar.

Na sexta-feira este valor continuou em crescimento voltando a registar um novo recorde com a informação de que 1.418 pessoas se encontravam internadas nos hospitais devido ao novo coronavirus.

No sábado o boletim epidemiológico revelou que 1.455 pessoas se encontravam internadas, mais 37 em relação ao dia anterior e hoje o valor total de internamentos subiu para 1.574.

Relativamente aos cuidados intensivos o boletim de hoje revela que 230 pessoas estão nestas unidades. O valor máximo de internamentos em Unidades de Cuidados Intensivos foi registado em 07 de abril, dia em que 271 pessoas estavam nestas unidades com covid-19.

O aumento da pressão hospitalar é um dos indicadores que mais preocupa as autoridades.

O agravamento da situação em Portugal levou também o parlamento a aprovar na sexta-feira a obrigatoriedade do uso da máscara em espaços públicos abertos, pelo menos nos próximos três meses.

No país ainda vigora o estado de calamidade, que proíbe reuniões de mais de cinco pessoas em ruas ou restaurantes e restringe o horário de funcionamento.

De acordo com o boletim hoje divulgado, Portugal já contabilizou 118.686 casos confirmados e 2.316 óbitos desde o início da pandemia de covid-19.

As autoridades de saúde têm 58.749 pessoas em vigilância, mais 1.725 do que no sábado.

A DGS revela ainda que estão ativos 47.493 casos, mais 1.523.

Nas últimas 24 horas 1.035 doentes recuperaram, totalizando 68.877 desde o início da pandemia.

Das 19 mortes registadas, 10 ocorreram na região Norte, oito em Lisboa e Vale do Tejo e uma no Alentejo.

A região Norte continua a registar o maior número de novas infeções diárias, mais 1.696 casos hoje, totalizando 50.299, e 1.022 mortos desde o início da pandemia.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificados 492 novos casos de infeção, contabilizando a região 52.832 casos e 927 mortes.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 42,6 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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Covid-19: Mais 19 mortos, 2.577 infetados e 1.035 recuperados no país

Covid-19

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Foto: Facebook / Arquivo

Portugal registou nas últimas 24 horas mais 19 mortos e 2.577 casos de infeção por covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde.

O país conta agora com 2.316 óbitos e 118.686 casos confirmados desde o início da pandemia.

Em termos de recuperados, 68.877 já foram dados como curados da doença, 1.035 nas últimas 24 horas.

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