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Região

IPMA sobe nível de alerta devido à chuva

Previsão do tempo

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Foto: DR/Arquivo

Os distritos do Porto, Viana do Castelo e Braga estão hoje sob aviso laranja devido à previsão de períodos de chuva, por vezes forte e persistente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Antes, o alerta era amarelo.

De acordo com o IPMA, estes três distritos vão estar sob aviso laranja entre as 18:00 de hoje e as 03:00 de quinta-feira, passando depois a aviso amarelo até às 09:00 de quinta-feira.

O IPMA emitiu também aviso amarelo por causa da chuva para os distritos de Viseu, Vila Real, Aveiro e Coimbra.

O aviso para estes quatro distritos vai estar em vigor entre os 15:00 de hoje e as 06:00 de quinta-feira.

Segundo o IPMA aviso laranja é o segundo mais grave de uma escala de quatro e indica situação meteorológica de risco moderado a elevado.

O aviso amarelo é o terceiro de uma escala de quatro e revela situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

O IPMA prevê para hoje nas regiões do norte e centro céu geralmente muito nublado e períodos de chuva na região Norte, estendendo-se gradualmente à região centro, e sendo por vezes forte e persistente no Minho e Douro Litoral a partir da tarde.

Está também previsto vento fraco a moderado do quadrante sul, soprando por vezes forte no litoral a norte do Cabo Mondego a partir da manhã.

Nas terras altas, o vento será moderado a forte do quadrante sul com rajadas até 75 quilómetros por hora.

A previsão aponta ainda para neblina ou nevoeiro matinal, pequena subida da temperatura mínima e pequena subida da máxima no interior.

Para a região sul estão previstos períodos de céu muito nublado, apresentando-se geralmente pouco nublado no Baixo Alentejo e Algarve e vento em geral fraco do quadrante oeste, soprando por vezes moderado nas terras altas.

O IPMA prevê ainda para a região sul neblina ou nevoeiro matinal, pequena subida da temperatura mínima e pequena subida da máxima no interior.

As temperaturas mínimas no Minho vão oscilar entre os 13 graus Celsius e as máximas entre os 17 .

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Viana do Castelo

PSD questiona Governo sobre avarias de TAC do hospital de Viana do Castelo

Unidade Local de Saúde do Alto Minho

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Hospital de Viana do Castelo. Foto: Divulgação

Os deputados do PSD eleitos pelo Alto Minho querem que a ministra da Saúde explique porque “não foram sanadas de vez as recorrentes avarias” do equipamento de TAC do Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo.

Num requerimento enviado a Marta Temido, e a que a Lusa teve, esta sexta-feira, acesso, os deputados Jorge Mendes, Emília Cerqueira e Eduardo Teixeira querem saber “por que motivo a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) não concretizou o Plano de Investimentos de 2019, onde estava previsto a aquisição de um novo TAC”.

A última avaria daquele equipamento ocorreu entre 30 de outubro e 02 de novembro.

“Os doentes necessitados deste serviço têm sido encaminhados, consoante a gravidade/urgência, para o hospital Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima (rede ULSAM), ou para unidades privadas, acompanhados por equipas clínicas do hospital de Santa Luzia, desfalcando os serviços de saúde desta unidade e acarretando custos desnecessários ao Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, lê-se no requerimento entregue na quinta-feira no parlamento e dirigido à ministra da Saúde.

Os três deputados do PSD querem saber qual “o valor dos encargos suportados pela ULSAM/SNS com a realização destes exames no setor privado, pela falta de reparação e ou substituição do equipamento no hospital de Viana do Castelo”.

“Dada a reiterada suborçamentação com que se tem confrontado a administração da ULSAM, resultado dos cortes e cativações impostas pelo Orçamento de Estado, como vai esta concretizar o Plano de Investimentos, em matéria de equipamentos, da requalificação das instalações, por exemplo da consulta externa, ou para contratar profissionais de saúde de que carece”, questionam os sociais-democratas.

Os parlamentares querem ainda saber “se o Ministério da Saúde vai, com urgência, repor a equidade orçamental, equiparando o financiamento da ULSAM, com base na capitação, às suas congéneres ou unidades hospitalares da região norte”.

A ULSAM integra os hospitais de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima, 13 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, servindo uma população residente superior a 250 mil pessoas.

No total, a ULSAM emprega mais de 2.500 profissionais, entre eles, 501 médicos e 892 enfermeiros.

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Guimarães

Hospital de Guimarães tem nova unidade pronta mas aguarda autorização do Governo há um ano

Um novo laboratório de hemodinâmica, para a realização de cateterismos

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Hospital de Guimarães. Foto: Divulgação

A ministra da Saúde disse, esta sexta-feira. que o laboratório de hemodinâmica criado em Guimarães, e que está fechado há um ano, causa “um amargo de boca” porque está “desgarrado” do planeamento em rede do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

“As redes de diferenciação são para respeitar. Agradecemos a generosidade da sociedade, mas essa generosidade não pode ser desgarrada do planeamento. Situações destas causam-nos amargos de boca porque a iniciativa provavelmente estava fundada nas melhores intenções – ainda que não seja uma iniciativa gratuita nem para o SNS nem para os contribuintes – mas não teve em conta a inserção no planeamento, nem os recursos humanos necessários”, disse Marta Temido.

Hoje foi noticiado que o Hospital de Guimarães dispõe de um novo laboratório de hemodinâmica, para a realização de cateterismos, pago por mecenas, que está pronto há um ano, mas permanece fechado a aguardar autorização por parte do Ministério da Saúde.

A rádio TSF noticiou que as obras de construção e apetrechamento daquela nova Unidade de Diagnóstico e Intervenção Cardiológica (UDIC) foram suportadas integralmente pela Liga dos Amigos do Serviço de Cardiologia do Hospital Senhora da Oliveira (HSO) – Guimarães, que reuniu cerca de dois milhões de euros, angariados através de campanhas e peditórios realizados desde 2015 junto de empresas e particulares que contribuíram com donativos.

Marta Temido, que falava aos jornalistas em Gondomar, no distrito do Porto, à margem de uma visita no âmbito do projeto “Saúde Oral para Todos”, disse que o processo relativo a este laboratório de hemodinâmica está a ser acompanhado pela tutela desde 2017, tendo apelidado o dossier como “muito complexo”.

“A informação que o Ministério da Saúde tem não é exatamente no sentido de terem sido concretizadas doações. O que terá havido foram acordos entre proprietários de casas que se disponibilizaram a colocar equipamento médico pesado, mas contra consumos. A questão da doação tem de ser enquadrada numa faturação futura. O SNS é uma rede e a eficiência dessa rede depende de nós respeitarmos o planeamento que existe”, disse a governante.

Marta Temido acrescentou que a rede atual tem referenciado que “o serviço desta tipologia deve estar localizado em Braga” e frisou que “os recursos humanos são escassos”.

“Temos de respeitar essa rede e não podemos fazer como alguns países, que não são exemplo, abrir equipamentos grandes, mas sem cuidar de colocar os recursos humanos necessários”, concluiu.

Sindicato acha “incompreensível” que unidade não seja utilizada

O Sindicato Independente do Médicos considerou, esta sexta-feira “incompreensível e lamentável” que a Unidade de Diagnóstico e Intervenção em Cardiologia “pronta a utilizar” no Hospital de Guimarães esteja “há mais de um ano” à espera de autorização para funcionar .

Em declarações à Lusa, o dirigente daquele sindicato Roque da Cunha explicou que a unidade foi criada por mecenas “não tendo custado nada” ao Estado e que o facto de não estar em funcionamento “obriga os pacientes” a serem enviados para outros hospitais, como Braga, Porto ou Coimbra.

Segundo noticiou hoje a TSF, a Liga dos Amigos do Hospital de Nossa Senhora de Guimarães denunciou ter financiado, através de mecenato, a criação daquela unidade há cerca de um ano, com custo superior de dois milhões de euros, sendo que a unidade hospitalar não está autorizada a utilizá-la, por falta de autorização da tutela.

“Há um ano que equipamentos e profissionais estão prontos a intervir. Não se compreende, é incompreensível e lamentável que equipamentos que não tiveram qualquer custo para o Estado não estejam a servir a população. Lamentámos esta situação”, disse hoje à Lusa Roque da Cunha.

Segundo o sindicalista, “isto causa enormes constrangimentos à população, principalmente para a realização de cateterismo, uma intervenção para a qual há listas de espera”, salientou.

No entanto, Roque da Cunha referiu que “não está em causa o risco de vida das populações que podiam ser servidas por esta unidade, mas não deixa de ser um desperdício ridículo de recursos”.

Em declarações à Lusa, a Liga dos Amigos do Serviço de Cardiologia do Hospital de Nossa Senhora de Guimarães, por meio do advogado que a representa, César Machado, lamentou igualmente que “um esforço económico de empresas, da liga e associações, não esteja a ser utilizado”.

“A unidade tem os equipamentos, tem profissionais formados e, no entanto, as populações de Guimarães, Fafe, Celorico de Basto, Mondim e Cabeceiras de Basto têm que ir a Porto, Braga ou a Coimbra para poderem usufruir de um serviço que têm no seu hospital de referência”, apontou César Machado.

O causídico referiu ainda, a título de exemplo, que “só em 2017 foram requisitados mais de 900 cateterismos pelo Hospital de Guimarães a outras unidades”, o que, defendeu, “além de estar a desperdiçar recursos, foi sobrecarregar as outras unidades de saúde de forma despropositada.

Questionado pela Lusa, o ministério da Saúde, através de fonte da Administração Regional de Saúde do Norte, respondeu que “de acordo com a Rede de Referenciação Hospitalar na especialidade Cardiologia de Intervenção e Diagnóstico, os doentes da região são referenciados para o Hospital de Braga”.

“O contrato celebrado para a gestão do Hospital de Braga, até 01 de setembro, a funcionar no regime de Parceria Público-Privada e, desde então na esfera pública, encontra-se em análise a reorganização da Rede. A atualização a decorrer permitirá decidir sobre o encaminhamento e receção de doentes na especialidade de Cardiologia de Intervenção e Diagnóstico”, referiu a fonte.

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Guimarães

Papa Francisco abençoou auscultadores de padre DJ de Guimarães

Padre Guilherme Peixoto “dá” música por causas solidárias

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Foto: Facebook de padre Guilherme

“Encontros únicos na vida”. O padre Guilherme Peixoto, natural de Guimarães, encontrou-se com o Papa Francisco, no Vaticano, pedindo-lhe uma bênção nada vulgar para um membro do clero.

Conhecido como “padre DJ”, Guilherme é pároco das freguesias de Laúndos e Amorim, no concelho de Póvoa de Varzim, mas pertencente à arquidiocese de Braga. É conhecido por “dar música” em vários eventos solidários de forma a angariar fundos para obras nas suas paróquias.

Padre Guilherme nas sessões Ar de Rock Laúndos. Foto: Divulgação

O pároco minhoto, na presença do “santo padre”, ofereceu uma t-shirt do projeto por si criado – “Ar de Rock” -, e uns auscultadores, que foram benzidos pelo sumo pontífice.

“No final, o pedido de sempre do Papa Francisco – “rezem por mim”. Que belos momentos estes, que ficam para sempre”, refere o padre através das redes sociais.

Padre Guilherme solicita bênção ao santo padre. Foto: Facebook de padre Guilherme

Sobre o projeto, já há 13 anos que o pároco ‘gere’ o Ar de Rock Laúndos, que “não é um café, nem um bar, bem um clube”, mas sim um “espírito” onde são organizados convívios, ao som da música passada pelo padre Guilherme, de forma a que “todos se sintam em casa”.

Em agosto último, existiram várias “sessões” de forma a angariar fundos para a construção da sede do Agrupamento de Escuteiros de Laúndos.

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