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Barcelos

Igreja do século XVI da Misericórdia de Barcelos reabre após obras de restauro

Arcepispo Primaz de Braga preside a eucarista de graças

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A Igreja da Misericórdia de Barcelos reabre, este sábado, após conclusão dos trabalhos de restauro, informou hoje fonte da instituição.

Numa nota enviada a O MINHO, a Santa Casa da Misericórdia de Barcelos dá nota que a inauguração das obras está marcada para as 15:00 horas, estando prevista a realização de uma missa, celebrada por D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz de Braga, à qual se seguirá o descerramento de uma placa comemorativa no átrio da mesma.

Átrio. Foto: Divulgação / SCMB

Construída no século XVI, a Igreja da Misericórdia de Barcelos foi alvo de uma “intervenção profunda”, que, de acordo com a instituição, “permitiu restaurar os elementos existentes – entre pavimento, telhado e paredes -, mas também descobrir novos elementos”.

“Mais concretamente, a obra decorreu na fachada, telhado, capela-mor, aco-cruzeiro, altares de Santo António, da Nossa Senhora da Conceição e da Senhora da Cana Verde, sanefas, púlpitos e quadros”, acrescenta.

A Igreja da Misericórdia de Barcelos fica situada no Campo da República (vulgo Campo da Feira), naquela cidade.

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Barcelos

Bloco de Esquerda recomenda ao Governo construção de novo hospital em Barcelos

“Promessa que remonta a 2007”

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Hospital de Barcelos,. Foto: Divulgação / Hospital de Barcelos

O Bloco de Esquerda (BE) apresentou, na Assembleia da República, um projeto de resolução para a construção do novo hospital de Barcelos, sublinhando que se trata de uma promessa que remonta a 2007, anunciou aquele partido.

Segundo o deputado bloquista José Maria Cardoso, eleito pelo círculo eleitoral de Braga, a construção de um novo hospital em Barcelos é “promessa muitas vezes efetuada, mas ainda não concretizada”.

José Maria Cardoso referiu que em 2007 foi aprovada a construção do hospital e que em 2012 foi apresentada a maquete do novo edifício, tendo a Câmara Municipal referido “diversas vezes” que disponibilizará o terreno.

“Mas o tempo passa, as promessas sucedem-se e a concretização não acontece”, lamentou.

Sublinhou que Barcelos “precisa ter um hospital funcional, capaz de dar resposta diferenciada e de qualidade aos utentes da sua área de referenciação”.

Para o Bloco de Esquerda, é “fundamental” que o processo seja finalmente desbloqueado, a bem das populações e do seu direito ao acesso à saúde.

Citando o Relatório de Gestão e Contas do hospital referente a 2016, o Bloco lembra que o edifício “apresenta fortes constrangimentos da sua estrutura física, que condicionam a realização das atividades assistenciais”.

Diz ainda que embora exista “alguma margem para aumento da eficiência interna, muitos dos atuais constrangimentos só poderão ser resolvidos com a construção de um novo hospital”.

Por isso, o Bloco propõe que a Assembleia da República recomende ao Governo que sejam desencadeadas as diligências necessárias tendo em vista a construção do novo Hospital de Barcelos.

Quer ainda que o Governo garanta que a construção e a gestão do novo Hospital de Barcelos sejam públicas e não parcerias público-privadas (PPP).

Na sexta-feira, em Barcelos, a ministra da Saúde não se comprometeu com a inscrição do novo hospital local no Orçamento do Estado para 2020, sublinhando que “é tudo uma questão de prioridades”.

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Barcelos

Cerâmica de Barcelos numa das maiores feiras de artesanato do mundo

“L’Artigiano in Fiera”

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Foto: Divulgação /

Barcelos, através de um expositor da freguesia de Ucha, marcou presença na L’Artigiano in Fiera, em Milão, Itália, considerada uma das mais importantes feiras de artesanato do mundo, anunciou hoje a autarquia.

Entre 30 de novembro e 08 de dezembro, a cerâmica “Histórias da Minha Terra” esteve presente no certame que conta com mais de três mil stands vindos de mais de 110 países distintos.

Com mais de um milhão de visitantes, esta feira destaca mais de 150 mil peças de artesanato vindo de todos os continentes, com ênfase para a “autenticidade, qualidade e originalidade”, segundo explica o site da organização.

Portugal esteve representado no pavilhão dedicado à Europa, com expositores de peles, cerâmica, filigrana e gastronomia.

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Barcelos

PSD diz que PS “não tem mais desculpas” para não construir hospital em Barcelos

Ministra da Saúde não se comprometeu com a construção do novo hospital de Barcelos

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Foto: O MINHO (Arquivo)

O PSD de Barcelos defendeu, esta terça-feira, que o PS “tem todas as condições” para conseguir um novo hospital para aquele concelho e que “não tem mais desculpas” para não avançar com a obra.

Em comunicado, o PSD manifesta também “preocupação” pelas recentes declarações da ministra da Saúde, que não se comprometeu com a construção do novo hospital de Barcelos.

“Com responsabilidades no Governo e na câmara, o Partido Socialista tem todas as condições para conseguir a construção do novo hospital, pelo que não tem mais desculpas”, refere o PSD.

Sublinha que Barcelos “necessita de um hospital moderno e funcional” e “não pode ser prejudicado nem desvalorizado” comparativamente a outros concelhos da região com hospitais que servem populações de dimensão similar.

Na sexta-feira, o presidente da Câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes (PS), pediu à ministra da Saúde a inclusão de “seis ou sete milhões de euros” no próximo Orçamento do Estado para início da construção do novo hospital local.

Na resposta, Marta Temido não assumiu qualquer compromisso, afirmando apenas que é preciso saber “onde é que os portugueses consideram prioritário pôr os seis ou sete milhões”.

Para Marta Temido, “é tudo uma questão de prioridades”.

“Não quer dizer que as escolhas não venham a ser feitas, mas a questão é perguntar por onde vamos começar no ano de 2020”, referiu.

A funcionar num edifício propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, o hospital dá resposta a 154 mil habitantes daquele concelho e de Esposende.

Em 2007, o Governo e a Câmara de Barcelos assinaram um protocolo para a construção do novo hospital daquela cidade.

Segundo o protocolo, à câmara caberia adquirir os terrenos necessários para o efeito.

Miguel Costa Gomes disse à ministra que a câmara está “definitivamente” pronta para “fazer a sua parte”.

O PSD diz que a Câmara “passou 10 anos a fazer demagogia” sobre o tema.

Segundo o protocolo, o valor do investimento foi orçado em 83,3 milhões de euros, incluindo obra e equipamento, e o prazo de conclusão apontava para 2014. No entanto, a obra ainda não saiu do papel.

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