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Barcelos

Igreja do século XVI da Misericórdia de Barcelos reabre após obras de restauro

Arcepispo Primaz de Braga preside a eucarista de graças

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A Igreja da Misericórdia de Barcelos reabre, este sábado, após conclusão dos trabalhos de restauro, informou hoje fonte da instituição.


Numa nota enviada a O MINHO, a Santa Casa da Misericórdia de Barcelos dá nota que a inauguração das obras está marcada para as 15:00 horas, estando prevista a realização de uma missa, celebrada por D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz de Braga, à qual se seguirá o descerramento de uma placa comemorativa no átrio da mesma.

Átrio. Foto: Divulgação / SCMB

Construída no século XVI, a Igreja da Misericórdia de Barcelos foi alvo de uma “intervenção profunda”, que, de acordo com a instituição, “permitiu restaurar os elementos existentes – entre pavimento, telhado e paredes -, mas também descobrir novos elementos”.

“Mais concretamente, a obra decorreu na fachada, telhado, capela-mor, aco-cruzeiro, altares de Santo António, da Nossa Senhora da Conceição e da Senhora da Cana Verde, sanefas, púlpitos e quadros”, acrescenta.

A Igreja da Misericórdia de Barcelos fica situada no Campo da República (vulgo Campo da Feira), naquela cidade.

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Barcelos

Motociclista em estado grave após colisão em Barcelos

EN 306

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Foto: O MINHO

Um motociclista sofreu ferimentos graves na sequência de uma colisão ao final da tarde deste sábado em Pereira, concelho de Barcelos, disse a O MINHO fonte do CDOS.

O homem, cuja idade não foi possível apurar, seguia na EN 306 quando terá colidido com outra viatura, ao que tudo indica um trator.

Foto: O MINHO

Para o local foi mobilizada uma ambulância dos Bombeiros de Barcelinhos que procederam à estabilização da vítima.

Foi transportada para o Hospital de Braga sendo considerado um “ferido grave”.

A GNR registou a ocorrência que cortou aquela via após as 18:55.

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Barcelos

Jovem de Barcelos diz que matou pai à machadada para acabar com inferno em casa

Justiça

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Foto: Ivo Borges / Arquivo

Um jovem de 17 anos acusado de matar o pai à machadada em Pereira, Barcelos, confessou hoje o crime, explicando que o seu objetivo foi acabar com o “inferno” criado em casa pelo progenitor.

No início do julgamento, no Tribunal de Braga, num depoimento confuso e marcado por crises de choro, o arguido disse que o pai andava constantemente embriagado, discutia recorrentemente com a mãe sobretudo por questões de dinheiro e que a insultava “quase todos os dias”.

Além disso, admitiu também que ficava “intimidado” com os “toques” que o pai “de vez em quando” lhe dava nas costas, nos ombros e nas virilhas, atribuindo-lhes um cariz sexual.

O homicídio ocorreu em 26 de julho de 2019, um dia depois de a vítima ter regressado de França, onde estivera emigrado desde janeiro.

“Foram os melhores momentos das nossas vidas”, disse o arguido, referindo-se ao período em que o pai não esteve em casa.

Mal chegou, as discussões com a mãe voltaram, tendo a vítima ainda deixado claro que a partir dali “ainda ia ser pior”.

No dia dos factos, ao almoço, o pai voltou a insultar a mãe do arguido.

A mãe foi entretanto trabalhar e o pai foi “dormitar”, para o quarto.

O arguido foi buscar uma machada e desferiu-lhe um número não concretamente apurado de golpes, que o atingiram, além do mais, na cabeça, face, peito, membros e órgãos genitais, acabando por lhe provocar a morte.

A acusação, como hoje sublinhou a juiz presidente, tem cinco páginas com as lesões sofridas pela vítima.

O arguido deixou a machada espetada na cabeça do pai.

“Atuou com frieza de ânimo, aproveitando-se do facto de o seu pai estar deitado a descansar e alheio aos seus intentos, não lhe dando hipótese de qualquer defesa”, sublinha a acusação.

O arguido disse que nunca antes tinha pensado em fazer aquilo e alegou que não se lembra em que partes do corpo atingiu o pai.

“Só sei que fiz isto”, referiu, acrescentando ainda que quis “proteger” a mãe.

Hoje, o tribunal ouviu também a mãe do arguido, que disse ter vivido “muito aterrorizada” com o comportamento do marido e que o filho “tinha sempre muito medo do pai”.

“Até hoje ainda não acredito que o meu filho tenha feito aquilo. Ele morria de medo de objetos que cortassem. Teve de acontecer alguma coisa de muito grave, mas ele nunca me contou, porque é muito fechado, muito reservado”, referiu.

Em relação ao período em que o marido esteve emigrado, disse que “foram quatro meses como nunca tinha tido na vida”.

Disse ainda que o filho “sempre foi muito apegado” a ela, tanto que ainda hoje dormem na mesma cama.

O arguido, que à data dos factos tinha 16 anos, está acusado de homicídio qualificado, um crime punível com até 25 anos de prisão.

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Barcelos

JOM abre nova loja em Barcelos no fim do verão e aceita candidaturas

Economia

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Foto: Pedro Luís Silva / O MINHO

A JOM, cadeia portuguesa de artigos para o lar, está a construir uma nova loja em Barcelos.

Tendo já uma loja naquele concelho, na freguesia de Adães, a cerca de seis quilómetros da cidade, a nova unidade trará, no entanto, uma maior centralidade à marca.

Foto: Pedro Luís Silva / O MINHO

A nova loja está a ser construída em Arcozelo, junto à circular urbana, num terreno localizado entre a Rua Pedro Álvares Cabral e a Rua das Calçadas, uma localização próxima do centro de Barcelos.

A JOM adiantou a O MINHO que “a abertura da nova loja em Barcelos está prevista para o final de setembro/início de outubro, sendo a data oficial comunicada em breve”.

A abertura de nova loja pode representar também oportunidades de emprego.

“A JOM está em crescimento e estamos sempre abertos à captação de novos colaboradores que se identifiquem com os valores da nossa organização”, refere a empresa na resposta enviada a O MINHO, acrescentando que “os interessados poderão enviar a sua candidatura para [email protected]”.

Foto: Pedro Luís Silva / O MINHO

A JOM é uma empresa 100% portuguesa com mais de 20 anos no mercado que tem como base “um conceito diferente e inovador de reunir no mesmo espaço” vários artigos para o lar.

“Nas nossas lojas dispomos de um variado leque de móveis, sofás, eletrodomésticos, decoração, iluminação, utilidades e têxteis-lar. O nosso objetivo é oferecer uma variedade de soluções para diferentes gostos, estilos e tendências, desde as linhas mais modernas e de vanguarda, até aos clássicos e rústicos sempre intemporais”, descreve a empresa.

A JOM está representada em 23 cidades do país, entre as quais Viana do Castelo, Guimarães e Braga.

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