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Região

Hospital de Braga recebe Chef Vinagre em showcooking de sensibilização

Outubro Rosa

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Foto: Bruno Silva / Facebook de Chef Vinagre

No âmbito da 5ª edição do “Outubro Rosa”, o Hospital de Braga dá nota a informar que promove, na próxima quinta-feira, dia 17 de outubro, um showcooking sobre a alimentação no tratamento oncológico com a presença de José Vinagre, Chef do Meliã Braga. Dirigido a doentes oncológicos, seus cuidadores e profissionais da área da saúde, esta ação será desenvolvida em conjunto com Rita Costa Alves, Nutricionista do Hospital de Braga.

Com início pelas 11:30 na Entrada Principal do Hospital de Braga, o evento consiste numa demonstração de cozinha “ao vivo”, onde o Chef Vinagre irá confecionar três receitas adequadas para utentes que se encontrem em tratamento oncológico, entre as quais gaspacho de tomate, peixe ao vapor com couscous e uma sobremesa à base de iogurte e frutas frescas. Em simultâneo, a profissional do Hospital de Braga, Rita Costa Alves explicará, do ponto de vista nutricional, quais os melhores alimentos e nutrientes a serem ingeridos durante o tratamento desde tipo de doença.

Com entrada gratuita e aberta ao público, esta ação insere-se na 5ª edição da iniciativa “Outubro Rosa”, organizada pelo Hospital de Braga, Câmara Municipal de Braga, Liga Portuguesa Contra o Cancro, Movimento Vencer e Viver e Associação Rosa Vida. A iniciativa conjunta decorre durante o mês de outubro sob o mote “Prevenir, Apoiar e Combater” e tem como objetivo assinalar o mês internacional de prevenção do Cancro da Mama.

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Guimarães

Nasceu uma nova estrela Michelin, em Guimarães. Foi há um ano. O que mudou de lá para cá?

Restaurante “A Cozinha”, do chef António Loureiro

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Foto: Divulgação / Arquivo

Mais postos de trabalho, equipas mais coesas, maior confiança para inovar e aumento da procura são algumas das mudanças relatadas pelos ‘chefs’ dos três restaurantes portugueses que há um ano receberam a primeira estrela do Guia Michelin. Um deles foi “A Cozinha”, em Guimarães.

Foto: DR (2018)

Um ano depois, o ‘chef’ António Loureiro considera que aumentou a pressão, até pela consciência de que há visitantes que só se deslocam à cidade por causa do restaurante.

“Passámos a sentir que realmente as pessoas lá fora têm uma expectativa muito grande em relação ao que é o restaurante e ao que é isto das estrelas Michelin”, admitiu.

De resto, garantiu, não houve grandes alterações na sua cozinha: “Não mudámos muita coisa. Tínhamos consciência do trabalho que tínhamos a fazer, ganhámos uma estrela porque estávamos a fazer bem”.

A Cozinha por António Loureiro, uma nova estrela Michelin que nasceu em Guimarães

“A Cozinha” oferece uma gastronomia tipicamente portuguesa, “não só no produto, como no receituário e na própria tradição”.

“Temos sempre em todos os pratos muita ligação à terra, àquilo que é a nossa cultura gastronómica”, descreveu, explicando que há uma preocupação em “equilibrar” alguns dos “pecados” da cozinha portuguesa e torná-la “mais atrativa e mais moderna, mas também mais moderada”.

“A nossa cozinha tem muita gordura, muito sal, muito açúcar, muitos hidratos, muita proteína. Aquilo que as pessoas procuram, mais do que se alimentarem em quantidade, é alimentarem-se em qualidade e ter uma experiência diferente”, defendeu.

Os clientes duplicaram e a novidade é que agora há “muitos, muitos mais portugueses”.

Foi o mercado interno que, inicialmente, mais aumentou no restaurante “A Cozinha”, em Guimarães, afirmou à Lusa António Loureiro.

“A Michelin é uma marca muito forte, que chega a todos os cantos do mundo e há pessoas que vêm diretamente da Dinamarca, Suécia, Bruxelas ou Taiwan”, exemplificou o ‘chef’, há pouco mais de três anos à frente do projeto.

No “G Pousada”, projeto que os irmãos Óscar e António Gonçalves abraçaram em 2014 na Pousada de São Bartolomeu, em Bragança, e que foi outro dos distinguidos, as brigadas da cozinha e da sala duplicaram no último ano para responder à procura.

Os telefones da pousada não pararam na noite de 21 de novembro do ano passado, quando o G Pousada recebeu a primeira estrela do Guia Michelin Espanha e Portugal, relataram à Lusa, afirmando que passaram a receber clientes de todo o mundo.

A quem os visita fazem questão de mostrar produtos regionais, como o cuscuz de Vinhais, dos azeites aos vinhos ou às facas, cujos cabos são feitos das hastes de veado que caem todos os anos.

“Temos sempre elementos sazonais da nossa região. Não faria sentido de outra forma porque quem vem a Trás-os-Montes quer provar Trás-os-Montes”, comentou Óscar Gonçalves.

O ‘chef’ compara o sentimento de receber a distinção do ‘guia vermelho’ com a de ser pai: “Uma sensação de alegria e ao mesmo tempo de impotência. Quando nasce um filho pensamos, ‘será que nós vamos conseguir ser bons pais e criá-lo’? E aqui foi a mesma coisa, ‘será que eu vou conseguir manter’?”.

Uma sensação que rapidamente ultrapassou: “Continuámos e mudámos cartas e estamos a avançar e a aprender todos os dias (…). Conseguimos, agora temos que manter e lutar para mais”, descreveu.

Óscar Gonçalves não esconde que um dos principais motivos de satisfação é o de ter conquistado a estrela para Bragança, pela primeira vez.

“Neste cantinho do país, tão perto da Europa e tão longe de Lisboa, conseguimos mostrar que somos capazes e que temos produtos de qualidade”, afirmou.

Outro ‘chef’ que se orgulha de um feito inédito é Pedro Almeida, que alcançou a primeira estrela em Portugal para um restaurante asiático, o “Midori”, em Sintra.

“É um marco na história. Já ninguém nos tira”, disse.

No “Midori”, o restaurante japonês mais antigo em Portugal, Pedro Almeida aprofundou o conceito dos menus de degustação de cozinha japonesa, para o qual percebia que havia um público cada vez mais interessado.

“Nós não queremos fazer aqui um misto de cozinha japonesa com cozinha portuguesa. Nós queremos fazer cozinha japonesa, mas onde nós contamos as histórias da nossa infância, explicamos os nossos produtos, aquilo que nós fazemos cá em Portugal e, portanto, tem aqui muito de nós, de Portugal, neste menu”, explicou à Lusa.

Sobre as principais mudanças que notou no último ano, Pedro Almeida disse que “a equipa ficou mais forte”, por terem conseguido “alcançar todos juntos um objetivo”, e ganhou “mais confiança para fazer menus novos, para criar pratos novos e (…) ainda mais arrojados e interessantes”.

Mas Pedro Almeida garante que não sentiu mais pressão: “Nós tínhamos a mesma pressão antes de ganhar uma estrela que temos hoje em dia. (…) Para nós, [os clientes] são todos inspetores [do guia]”.

Sobre a edição ibérica do Guia Michelin de 2020, que será conhecida esta quarta-feira, nenhum ‘chef’ arrisca grandes prognósticos.

Todos esperam manter a distinção no próximo ano e afastam a possibilidade de receber a segunda estrela para já. Por enquanto, dizem, há que consolidar o trabalho.

Óscar Gonçalves resume bem o sentimento da classe: “Só peço que o Guia seja generoso para Portugal, porque quantos mais formos mais peso temos, mais capacidade temos e o roteiro maior se torna neste pequeno canto na Europa”.

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Famalicão

Mulher ferida com gravidade em explosão provocada por fuga de gás em Famalicão

Na vila de Joane

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Foto: INEM / Divulgação

Uma fuga de gás provocou hoje uma explosão numa habitação em Joane, Famalicão, causando queimaduras graves numa mulher de 65 anos, disse fonte dos bombeiros.

Segundo a fonte, o alerta foi dado pelas 08:23, tendo a vítima sido transportada para o Hospital de S. João, no Porto.

Para o local foram mobilizados 14 homens e seis viaturas, entre Bombeiros Voluntários Famalicenses, Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) e GNR.

Notícia atualizada às 10h21.

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Barcelos

Barcelos: Julgado por tentar matar amigo que lhe exigia um cão ‘chow-chow’

No Tribunal de Braga

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Imagem ilustrativa / DR

José Maria, de 65 anos, residia em Grimancelos, concelho de Barcelos, quando terá recebido de um amigo uma cadela de raça chow-chow, de forma a acasalar com outro cão da mesma raça que o homem já possuía.

Em troca, José Maria teria que dar uma das crias ao amigo, algo que acabou por não acontecer, pois, entretanto, mudou-se para Vila do Conde, não deixando rastro ao amigo, que permaneceu em Barcelos, avança o Jornal de Notícias.

Este foi à nova casa de José Maria, nas Caxinas, em 2017, e confrontou-o. Acabou por ser ameaçado por José Maria, com uma pistola, não tendo sido atingido “por sorte”, quando efetuou um disparo.

Está agora a ser julgado por tentativa de homicídio no Tribunal de Braga.

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