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Braga

Homem de 42 anos em estado grave após queda em obra no Gerês

Enquanto trabalhava

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Um homem, de 42 anos, ficou ferido na sequência de uma queda em altura de uma obra, a meio da tarde deste sábado, na vila do Gerês, freguesia de Vilar da Veiga, concelho de Terras de Bouro, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

De acordo com o Comando Distrital de Operações e Socorro de Braga, a vítima apresentava ferimentos graves, tendo sido acionado um helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica para helitransportar o homem para o Hospital de Braga.

No local estiveram os Bombeiros de Terras de Bouro para prestar primeiro auxílio à vítima, que terá caído por acidente, quando efetuava trabalhos de construção.

O alerta foi dado pelas 15.38. A GNR registou a ocorrência.

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Braga

Sindicato denuncia fecho parcial de Casa de Saúde de Amares e ordenados em atraso

Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte

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Foto: Divulgação / Arquivo

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte denunciou hoje o encerramento parcial da Casa de Saúde de Amares, salientando haver ordenados e subsídios em atraso.

Em comunicado enviado à Lusa, o sindicato refere que “a Casa de Saúde de Amares decidiu encerrar parcialmente a unidade de saúde, mantendo apenas serviços mínimos na receção”.

Segundo o texto, a empresa deve o subsídio de férias de 2019 e 50% do subsídio de Natal de 2019, e “informou os trabalhadores que vai deixar de pagar as prestações mensais do PER (Processo Especial de Revitalização)”.

O sindicato diz ainda que a empresa “não atualizou os salários conforme a nova tabela salarial em vigor, nem pagou os retroativos devidos desde janeiro de 2020”.

No comunicado o sindicato informa ainda que “já protestou junto da empresa e pediu a intervenção da Autoridade para as Condições do Trabalho”.

“O sindicato não entende o encerramento de unidades de saúde face às necessidades do Serviço Nacional de Saúde”, lê-se no comunicado.

A Lusa tentou entrar em contacto com a Casa de Saúde de Amares, mas não foi possível até ao momento.

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Braga

Covid-19: Escola de Medicina da UMinho começou a fazer testes

Laboratórios do ICVS

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Foto: Twiter

O Instituto de Investigação em Saúde e Ciências da Vida (ICVS), da Escola de Medicina da Universidade do Minho (UMinho), está a realizar, desde segunda-feira, testes ao vírus SARS-COV-2.

Hoje de manhã, foram testadas 60 amostras nos laboratórios do ICVS, no entanto, o ICVS garante capacidade para testar entre 150 e 200 amostras por dia.

Fonte universitária revelou a O MINHO que “o teste diagnóstico permite a identificação de presença do vírus pela técnica gold standard RT-QPCR, estando em articulação com os hospitais de Braga e Guimarães, bem como com as unidades de saúde e os municípios de Braga e Guimarães”.

A realização dos testes conta com equipas de voluntários transversais e dos vários centros de investigação da UMinho, alocados, por exemplo, às áreas da Biologia (Centro de Engenharia Biológica e Centro de Biologia Molecular e Ambiental).

Teste de serodiagnóstico em breve

O ICVS e a Escola de Medicina estão ainda – acrescenta a instituição – a validar vários testes serológicos que permitirão determinar quem são as pessoas que têm imunidade. Está a ser criado um banco de amostras biológico, que ajudará a perceber se os testes comerciais encomendados são válidos para a nossa população e podem ser replicados para ter uma maior abrangência.

O ICVS começará estes testes até ao início da próxima semana.

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Braga

Empresários da restauração de Braga querem ser ouvidos por Costa e Marcelo

Covid-19

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Foto: DR

A União de Restaurantes de Braga de Apoio ao Covid-19 (URBAC 19) quer ser ouvida pelo Presidente da República e Primeiro-Ministro para expôr “as necessidades reais” por que está a passar a área da restauração e apresentar soluções para o setor resistir à crise gerada pela pandemia.

Em comunicado, o “grupo espontâneo” de empresários da restauração de Braga anuncia que “solicitou audiência ao Sr. Presidente da República, ao Sr. Primeiro Ministro, ao Sr. Ministro da Economia, ao Sr. Ministro das Finanças, à Direcção Regional do Norte da Segurança Social e à Direcção Regional Norte do IEFP”.

Questionado por O MINHO sobre se a URBAC 19 está confiante que o seu pedido seja atendido, um dos elementos do grupo é perentório: “Claro que sim. Já tivemos videoconferências com deputados, eurodeputados, poder local e esperamos, agora, chegar mais longe”.

A URBAC 19 envolve já mais de 130 membros, que representam um universo de cerca de 1400 colaboradores, os quais, se não forem tomadas medidas, terão os seus postos em risco. “Neste momento, temos uma pandemia a nível mundial e uma chacina empresarial em Portugal. A falta de sensibilidade com que olham para este sector é, no mínimo, um ultraje à nossa ética enquanto empresários. O cenário é de guerra, em campo aberto e ao longe já vimos as valas comuns onde querem colocar os nossos negócios”, refere o comunicado.

Devido à pandemia, “a grande maioria das casas está fechada, portanto as receitas são zero”, pelo que para fazer face às despesas e evitar despedimentos, o setor precisa de maior apoio.

“Precisamos que as medidas de financiamento sejam mais abrangentes, que haja uma parte de fundo perdido para fazer face às despesas imediatas, que as taxas de juro sejam mais baixas e, neste momento, em que a maioria dos estabelecimentos está em ‘lay-off’ total ou parcial, que a comparticipação do ‘lay-off’ por parte do Estado fosse maior. E logo a seguir vamos precisar de incentivos para a fase de recuperação económica, porque não acreditamos que, quando reabrirmos, vamos trabalhar com casa cheia. Vamos ter dificuldades no arranque”, nota o membro da URBAC 19 com que O MINHO falou, notando que “muitos dos restaurantes já passaram pela outra crise”.

No entanto, acrescenta, esta é “diferente, porque começou como um problema de saúde (…) e se forem tomadas medidas amplas e eficazes, porque o sistema financeiro está melhor, poderá não ser tão grave como a outra crise”, conclui.

Por isso mesmo, o grupo de empresários da restauração de Braga quer ser ouvido pelos mais altos responsáveis políticos, porque, como defendem no seu manifesto, “as medidas anunciadas pelo governo nada mais são do que uma mão cheia de nada obrigando-nos hoje a criar uma dívida, para que com o futuro incerto, a tenhamos de pagar”.

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