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Guarda prisional da cadeia de Paços de Ferreira assistido pelo INEM após agressão

Agressão terá sido feita por um visitante

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Foto: DR

Um guarda prisional da cadeia de Paços de Ferreira foi agredido pelas 11:00 de ontem, tendo sido assistido no local pelos bombeiros e pelo INEM, disse à agência Lusa fonte do CDOS do Porto.


Contactada pela agência Lusa, fonte do Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira confirmou apenas a existência de “um problema” envolvendo um guarda prisional, que “já está resolvido”.

Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) do Porto, o alerta foi dado às 10:57 e foram mobilizadas para o local uma ambulância dos Bombeiros Voluntários de Paços de Ferreira e a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Vale do Sousa.

De acordo com o jornal Correio da Manhã, o guarda terá sido agredido por um visitante da cadeia, durante a hora de visitas, que começa pelas 10:00, e terá perdido os sentidos.

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Jovem de 23 anos em paragem cardiorrespiratória após ida ao mar em Vila do Conde

Na Praia do Forno

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Foto: DR / Arquivo

Nadadores-salvadores da praia do Forno, em Vila do Conde, salvaram a vida a uma jovem de 23 anos, na tarde de quinta-feira, depois desta entrar em paragem cardiorrespiratória.

A vítima sentiu-se mal depois de ter ido ao mar, caindo inanimada no areal em paragem cardíaca. Valeu a pronta intervenção dos nadadores-salvadores que, atentos à situação, iniciaram manobras de suporte imediato de vida, revertendo a situação de óbito da jovem.

Para o local deslocou-se o capitão de Porto, o comandante-local da Polícia Marítima de Vila do Conde e militares da Marinha inseridos no projeto SeaWatch para coordenar a operação de assistência e colaborar na estabilização.

A assistência pré-hospitalar foi assegurada pela Viatura Médica de Emergência e Reanimação do INEM que encaminhou a vítima para o hospital sendo considerada uma vítima em “estado grave”.

A Polícia Marítima registou a ocorrência, desconhecendo-se as causas do sucedido.

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Barco salvo de naufrágio na Póvoa de Varzim

Autoridade Marítima

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Foto: Divulgação / AMN

Uma embarcação de pesca que se encontrava em risco de naufrágio foi salvo pela Polícia Marítima, esta sexta-feira ao largo do porto da Póvoa de Varzim, anunciou a Autoridade Marítima Nacional.

Em comunicado, aquela entidade refere que a embarcação se encontrava “em aproximação ao porto da Póvoa de Varzim, sem governo e com excesso de água acumulada no porão, provocando um adornamento excessivo com risco de naufrágio ou encalhe”.

​”Foi, de imediato, empenhada a Estação Salva-vidas, a Polícia Marítima e os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Varzim, sob coordenação do Capitão do Porto e Comandante-local da Polícia Marítima”, refere o mesmo comunicado.

Durante a operação, a embarcação da Estação Salva-vidas acompanhou a embarcação de pesca na entrada do porto e auxiliou a manobra de atracação, tendo o piquete da Polícia Marítima acompanhado a operação por terra, tomando conta da ocorrência.

Os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Varzim auxiliaram nas operações de esgoto da água, de forma a recuperar a estabilidade da embarcação.

A embarcação encontra-se atracada no porto da Póvoa de Varzim e será sujeita a uma vistoria, a ser efetuada por peritos da Autoridade Marítima Nacional no sentido de avaliar as condições de segurança e navegabilidade.

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PJ faz buscas na Câmara de Montalegre. Presidente e vice constituídos arguidos

Justiça

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Orlando Alves e David Teixeira. Foto: CM Montalegre

A Polícia Judiciária fez na quarta-feira uma busca na Câmara de Montalegre e constituiu arguidos o presidente e vice-presidente.

Em comunicado, a Câmara de Montalegre (PS), no distrito de Vila Real, revelou que a PJ se deslocou aos Paços do Concelho com “o objetivo de cumprir um mandado de busca e apreensão”.

Sem identificar o tipo de processo em investigação, a nota acrescenta que este foi “emitido no âmbito de um processo iniciado com uma denúncia”.

No comunicado, assinado pelo presidente da câmara, Orlando Alves, este confirma que foi constituído arguido, assim como o vice-presidente da autarquia, David Teixeira, estando ambos sujeitos à “medida de coação menos gravosa”, o termo de identidade e residência.

Os autarcas, assim como a câmara, “manifestaram total disponibilidade para colaborar com as autoridades”, acrescenta o comunicado.

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