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Guimarães

Grupo de Guimarães lança plataforma para “revolucionar comercialização do calçado”

Economia

em

Foto: Kyaia / Divulgação

O grupo português Kyaia vai lançar “nos próximos meses” uma nova plataforma digital que promete “revolucionar o processo de comercialização do calçado”, aproximando online as marcas e produtores dos retalhistas, anunciou hoje a empresa.


Em comunicado, o grupo de Guimarães adianta que a plataforma digital B2B (‘Business to Business’ ou “de empresa para empresa”) Shoeply “vem possibilitar o acesso de grandes marcas a inúmeros retalhistas do setor e vice-versa”.

Entre as principais vantagens a Kyaia destaca a “facilidade de acesso a todos os produtos disponíveis”, a “flexibilidade no processo de compra” e a “significativa diminuição de custos”, já que “o online vem facilitar todo o processo comercial”.

Aponta ainda o facto de a nova solução “agilizar todo o tempo de produção e comercialização do produto”.

“No futuro, o Shoeply permitirá a apresentação de um maior número de coleções por ano, por marca, num curto espaço de tempo”, refere, avançando como exemplo o facto de o lançamento de “um novo modelo ou de nova cor poder ficar disponível a qualquer momento para compra”, num “processo mais rápido e cada vez mais adaptado às necessidades de revendedores e consumidores, sem restrições de coleção ou temporada”.

Fundada em 1984 por Fortunato Frederico e Amílcar Monteiro, a Kyaia lidera um grupo empresarial com mais de 600 trabalhadores e um volume de negócios de 55 milhões de euros, possuindo cinco fábricas em Guimarães e em Paredes de Coura.

Além da produção de calçado, o modelo de negócio do grupo estende-se às áreas de distribuição, retalho, imobiliário e tecnologias de informação.

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Guimarães

ICNF classifica mata de recreio e cedros do Himalaia em Guimarães

Ambiente

em

Foto: Redes sociais

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) classificou de interesse público uma mata de recreio na freguesia de Ponte e dois exemplares da espécie cedro do Himalaia em Creixomil, no concelho de Guimarães.


Os despachos de classificação foram hoje publicados em Diário da República e produzem efeitos a partir de sexta-feira.

A mata de recreio é contígua à Casa da Ribeira e tem uma área aproximada de 0,76 hectares, sendo constituída por arvoredo pertencente a mais de 30 espécies diferentes, predominantemente exóticas.

As espécies arbóreas, com uma altura aproximada de 30 metros, formam um copado contínuo.

“Esta zona é contígua à casa principal e identifica-se como uma pequena mata de recreio ao estilo e cultura de finais do século XIX, princípios do século XX, em que havia o gosto pelo colecionismo de plantas oriundas do oriente e do continente americano”, acrescenta o despacho do ICNF.

Das espécies presentes, destaca, pela “singularidade” dos seus exemplares, a Sequoia sempervirens, Pinus strobus, Cedrus deodara, Liriodendron tulipifera, Liquidambar styraciflua, Cupressus lusitanica, Fagus sylvatica e um exemplar antigo de Quercus robur.

O município de Guimarães tinha requerido a classificação de todo o arvoredo que constitui a mata da Casa da Ribeira, mas o ICNF concluiu que só aquela mata de recreio possui características de relevante interesse público, “uma vez que a restante parte da mata é constituída por exemplares da espécie Eucalyptus globulus Labill, sem atributos passíveis de justificar a sua classificação”.

Na freguesia de Creixomil, lugar de Atouguia, foram classificados dois exemplares isolados da espécie Cedrus deodara, também na sequência de requerimento feito pelo município.

Para a classificação, o ICNF considerou o porte das árvores, com 24 e 28 metros de altura, e o seu “particular significado paisagístico”.

“São árvores majestosas que marcam o sítio em que se encontram, impondo-se como elemento fundamental e indissociável do Cemitério Municipal da Atouguia e contribuindo para a qualidade visual daquele espaço, observável de vários pontos da cidade de Guimarães, cumprindo o parâmetro de apreciação valorização estética do espaço envolvente e dos seus elementos naturais e arquitetónicos”, lê-se no despacho.

Com a classificação, ficam proibidas quaisquer intervenções que possam destruir ou danificar os exemplares classificados, designadamente corte do tronco, ramos ou raízes e remoção de terras ou outro tipo de escavações, na zona geral de proteção.

A classificação implica ainda a proibição de depósito de materiais, seja qual for a sua natureza, e a queima de detritos ou produtos combustíveis, bem como a utilização de produtos fitotóxicos na zona geral de proteção.

Todas as operações de beneficiação nos exemplares classificados ou qualquer outro tipo de benfeitoria carecem de aprovação por parte do ICNF.

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Ave

Guimarães investe 2,4 milhões em centro escolar

Educação

em

Projeto do Centro Escolar de Moreira de Cónegos

A Câmara de Guimarães vai investir 2,4 milhões de euros na construção do Centro Escolar de Moreira de Cónegos, que resultará da requalificação e ampliação da EB1 de Vermis, anunciou hoje o município.


Em comunicado, o município acrescenta que a obra começa na quarta-feira e deverá estar concluída dentro de um ano.

O projeto contempla a reformulação do atual edifício, do Plano Centenário, que será dotado de salas de aulas com novas tecnologias.

Associado a este edifício, será criado a nascente um volume de expansão da escola do 1.º ciclo, com dois pisos.

O jardim-de-infância ficará a poente, enquanto do lado norte ficarão o polivalente, o refeitório e espaços anexos.

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Ave

Aluimento de estrada danifica viatura em Guimarães

Devido à chuva intensa

em

Foto: Reflexo Digital

Devido às fortes chuvas, o pavimento de uma estrada em Guimarães cedeu, no domingo, e provocou danos numa viatura que passava no local.


Segundo o jornal Reflexo Digital, que avança a notícia, o aluimento deu-se na Rua Padre Silva Gonçalves, junto ao recinto da feira semanal das Caldas das Taipas.

De acordo com aquela publicação, o piso naquele local já tinha aluído anteriormente.

“Foi um estrondo enorme, inimaginável. Vinha no carro com a família e, sem perceber como, senti o carro a bater no chão, felizmente consegui passar para o outro lado”, referiu, ao Reflexo Digital, o proprietário da viatura que sofreu danos.

A Junta de Freguesia de Caldelas informou que, por causa do aluimento do piso, o trânsito foi proibido a todo o tipo de veículos entre o cruzamento com a Rua Nova dos Bombeiros e a rotunda, com exceção de moradores (para acesso à Rua do Assento) e aparcamento de feirantes nos lugares definidos (à segunda-feira).

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