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Alto Minho

Grandes concertos regressam hoje ao Minho com Miguel Araújo em Caminha

Música

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Foto: DR

O músico Miguel Araújo sobe hoje ao palco do Teatro Valadares, em Caminha, numa sala esgotada que motivou a transmissão em direto do concerto para um ecrã gigante no Largo Calouste Gulbenkian, com os lugares devidamente afastados, conforme as normas emanadas pela Direção-Geral da Saúde.

Esta atuação está inserida no festival Regresso ao Futuro, um evento solidário com a classe musical, num total de 24 artistas espalhados por 24 palcos no país (no Minho, Gisela João irá atual em Fafe), a partir das 21:30.

As receitas de bilheteira revertem para o fundo de emergência criado pela Audiogest e GDA – Gestão dos Direitos dos Artistas, para apoiar os profissionais das artes.

Assim, o festival contará com atuações de António Zambujo em Torres Novas, Agir em Leiria, Ana Moura em Oliveira do Bairro, Aurea na Figueira da Foz, Bárbara Tinoco em Albergaria-a-Velha, The Black Mamba em Aveiro, Camané em Cascais, Carlão no Cine-Teatro de Rio Maior, Carolina Deslandes em Bragança, Clã em Almada, D.A.M.A. em Setúbal e Diogo Piçarra em Faro.

A eles juntam-se ainda Fernando Daniel em Estarreja, The Gift em Loulé, Gisela João em Fafe, Kátia Guerreiro, no Capitólio, Herman José na Casa da Cultura de Ílhavo, Miguel Araújo em Caminha, Pedro Abrunhosa em Ovar, Rita Redshoes e Samuel Úria em Lisboa, Salvador Sobral em Santarém, Tiago Bettencourt em Castelo Branco e Tiago Nacarato em Matosinhos.

A organização explica ainda que o público é convidado a levar alimentos que serão recolhidos e distribuídos pela União Audiovisual, “junto dos profissionais dos setores das artes que se encontram em situação de maior vulnerabilidade alimentar”.

A receita de bilheteira reverterá para o Fundo Solidário de Apoio aos Profissionais da Cultura, anunciado em abril pela cooperativa GDA – Gestão de Direitos dos Artista e a Audiogest (Entidade de Gestão de Direitos dos Produtores Fonográficos em Portugal), que conta já com 1,35 milhões de euros, e com as parcerias da GEDIPE, que representa produtores de cinema e audiovisual, e da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

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