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GNR de Fafe, mulher e pais acusados de burla a idosos superior a 400 mil euros

Justiça

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Sérgio Ribeiro. Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O Ministério Público (MP) acusou quatro pessoas, entre elas um militar da GNR de Fafe, Sérgio Ribeiro, e a mulher, Soraia Ribeiro, auditora de justiça, de 32 crimes de burla qualificada e um de branqueamento, anunciou hoje a Procuradoria-Geral Regional do Porto.

Em nota publicada na sua página, aquela procuradoria refere que os outros dois arguidos são os pais daquele militar da GNR e residentes em Mondim de Basto, no distrito de Vila Real.

Com as burlas, os arguidos terão conseguido mais de 400 mil euros, que permitiriam uma vida de luxo ao GNR e à mulher.

Militar da GNR e advogada detidos pela Polícia Judiciária, em Fafe

Sérgio Ribeiro esteve em prisão preventiva, tendo sido libertado sob caução em maio deste ano, devido a atraso na acusação do Ministério Público.

Segundo a nota, o MP considerou indiciado que o militar da GNR, “tendo, conjuntamente com a sua mulher, rendimentos modestos, mas pretendendo, além do mais, viajar, frequentar hotéis e restaurantes de luxo, adquirir roupas de marcas dispendiosas e viaturas de gama alta, engendrou um esquema” para obter as quantias monetárias necessárias àquela vida de luxo, “à custa de terceiros”.

Ao esquema, segundo o MP, aderiram a mulher e os pais do GNR.

Ainda segundo a acusação, o esquema passou por o pai do GNR, “muito conhecido, considerado e com boa reputação na sua área de residência, acolitado pela sua mulher sempre que necessário, pedir dinheiro emprestado a pessoas que nele confiavam, geralmente pessoas de idade, enganando-as com uma simulada situação de urgência e aflição”.

O pai do GNR alegaria uma falsa prisão iminente do seu filho, decorrente de problemas com a justiça e/ou com uma também falsa possível expulsão daquela força policial.

“No contexto da alegação, o dinheiro seria necessário para acudir a pagamentos devidos em tribunal, para evitar os referidos desfechos”, acrescenta.

Com base naquele argumentário, que sofreria “pequenas variações” conforme a circunstância e o interlocutor, os arguidos conseguiram que 29 ofendidos, nalguns casos marido e mulher, lhes entregassem, de 2016 a 2019, o montante global de 406.999 euros.

O MP diz que “parte substancial” deste montante financiou um “elevado” nível de vida económico do militar da GNR e da mulher.

Os arguidos estão ainda acusados de terem feito circular estas quantias por contas bancárias, com operações para dificultar a sua rastreabilidade, e de as terem reconvertido em inúmeros bens.

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Motociclista ferido após acidente em Famalicão

Em Calendário

Foto: BV Famalicão / Facebook

Um motociclista, com cerca de 30 anos, sofreu ferimentos na sequência de uma colisão, esta manhã, no concelho de Famalicão, apurou O MINHO junto de fonte dos bombeiros.

A colisão, entre o motociclo e uma viatura ligeira, ocorreu em Calendário, na Estrada Nacional 14. Um bombeiro ‘à civil’ da corporação dos Bombeiros de Famalicão prestou primeira assistência, até chegada dos Bombeiros Famalicenses.

Apesar do aparato, o motociclista sofreu apenas ferimentos ligeiros, sendo transportado pelos Famalicenses para a unidade hospitalar local.

A PSP registou a ocorrência.

 

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Boicote eleitoral em Cabeceiras de Basto. GNR chamada para abrir mesa de voto

Protesto no lugar de Moimenta, em Cavez, pelo alargamento da estrada

Foto cedida a O MINHO

A entrada para a mesa de voto no lugar de Moimenta, na freguesia de Cavez, em Cabeceiras de Basto, estava na manhã deste domingo fechada a cadeado. A GNR foi chamada a intervir para abrir o portão e retirar os cartazes de protesto. O boicote é uma forma de protesto de um grupo de habitantes de Moimenta que reclama o alargamento da estrada municipal e um maior investimento da câmara naquele local.

“O povo de Moimenta quer o alargamento das curvas da estrada municipal” e “Para onde foi o dinheiro que a Iberdrola deu à Câmara? Aqui não veio ter nenhuma obra”, eram as frases de protesto escritas em cartazes à entrada do local de voto.

“O que estamos a pedir é o alargamento da Estrada Municipal 518 desde a Estrada Nacional 206 até ao lugar Moimenta”, explica a O MINHO um elemento do grupo de habitantes, sublinhando que essa via serve os lugares de Moimenta e Rabiçais, naquela freguesia, e a União de Freguesias de Gondiães e Vilar de Cunhas.

Foto cedida a O MINHO

Foto cedida a O MINHO

Foto cedida a O MINHO

Foto cedida a O MINHO

A exigência é feita nestas eleições presidenciais porque, aponta o grupo, “a Câmara, em março ou abril, está preparada para que a Iberdrola faça a pavimentação da EM518 desde EN206 até ao limite da freguesia, onde está o estaleiro da empresa, mas sem o alargamento das curvas”.

E entendem os promotores do protesto que o alargamento das curvas deve ser feito antes da pavimentação, até porque é uma estrada muito usada por camiões.

Criticam ainda que o lugar de Moimenta, até agora, “nada” tem recebido das contrapartidas pela construção da Barragem de Daivões.

“Fazemos isto em defesa dos interesses do lugar da Moimenta”, concluem.

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Morreu Fernando Freitas, ‘eterno presidente’ dos Bombeiros Celoricenses, vítima de covid

Óbito

Foto: DR

Morreu, aos 77 anos, Fernando Freitas, antigo presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Celoricenses, vítima de complicações derivadas da infeção por covid-19, confirmou O MINHO com fonte próxima da família.

Fernando Freitas tinha testado positivo à covid-19 e acabou por sofrer complicações, nomeadamente uma pneumonia seguida de um acidente vascular cerebral.

Presidente daquela associação durante mais de 30 anos, Fernando Freitas saiu de funções no final do ano que findou, não sem antes se ter deslocado ao Palácio de Belém para assistir à homenagem a um antigo comandantes de Celorico de Basto, também ele falecido.

Em declarações a O MINHO, o comandante dos Bombeiros Celoricenses manifestou grande consternação pelo desaparecimento do homem que deixou uma obra e um legado inegável para os bombeiros e para toda a população daquele concelho minhoto de terras de Basto.

“Foi um grande presidente, um bom celoricense e nós, comando e todo o corpo ativo, tínhamos um grande apreço pelos anos que deu à causa dos bombeiros, onde conseguiu criar condições para que o corpo pudesse trabalhar e socorrer a população”, disse comandante Fernando Gomes ao nosso jornal.

Também o presidente da Câmara de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, manifestou pesar, através de uma publicação nas redes sociais, por um “grande celoricense e amigo” que partiu este sábado.

Alvo de admiração “ao longo de muitos e bons anos”, o autarca refere ainda que o falecido presidente era um homem “decidido e de convicções firmes, sempre com um grande amor a Celorico em geral e aos Bombeiros em particular”.

“Presidente dos Bombeiros durante décadas e vereador da Câmara Municipal durante vários mandatos, deixa um vazio imenso e um sentimento de profunda saudade”, assinala o autarca.

Nas redes sociais multiplicam-se as publicações de homenagem, tanto por parte de bombeiros, como de políticos e da sociedade civil em geral.

Ainda não são conhecidas as datas para as exéquias fúnebres.

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