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Região

Filme sobre o Gerês distinguido internacionalmente

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Foto: Divulgação

O filme Uma Aventura na Serra – Peneda Gerês Trail Adventure foi distinguido com o 1º lugar na categoria DOC Section – Sports & Recreation na Gala de Prémios do Festival Internacional de Cinema de Turismo, na passada sexta-feira, dia 3 de novembro, em Vila Nova de Gaia.

Este ano, o Festival ART&TUR contou com a participação de um número muito significativo de excelentes filmes de turismo nas suas duas secções competitivas ‘Tourfilm’ e ‘Doc’, perfazendo no total 311 inscrições oriundas de 41 países.

Todos os filmes foram avaliados por um júri composto por profissionais e estudiosos de Cinema, Marketing e Turismo, que após avaliação determinaram os vencedores.

O ART&TUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo é um evento ímpar no panorama nacional e internacional, organizado pela APTUR – Associação Portuguesa de Turismologia e contou com o apoio oficial da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, do Turismo do Porto e Norte de Portugal, além da presença do Município de Terras de Bouro.

Enquanto membro do CIFFT, o Festival ART&TUR integra uma rede de 16 festivais internacionais que se realizam ao longo do ano em treze países da Europa, Ásia e Estados Unidos.

Este prémio é mais um galardão internacional de distinção turística que vem fortalecer o posicionamento do Gerês enquanto produto turístico de referência a nível internacional.

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Braga

Tribunal lê acórdão de julgamento de professor que namorava com aluna de 15 anos em Braga

Arguido diz-se profundamente arrependido

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Foto: Ilustrativa / DR

O Tribunal de Braga procede, esta quarta-feira, à leitura do acórdao do julgamento de um professor de educação física de uma Escola EB 2 e 3, julgado por abuso sexual de menor dependente, no caso uma aluna, então com 15 anos.

Na última sessão, o Ministério Público e o advogado de acusação pediram, nas alegações finais, a condenação do arguido, embora nenhum dos dois tenha solicitado uma pena de prisão efetiva, tendo mesmo a Procuradora lembrado a confissão e o arrependimento mostrados pelo arguido.

Já o representante da vítima, o jurista Miguel Lomba pediu, que seja obrigado a indemnizá-la, em 50 mil euros.

Na ocasião, o defensor João Ferreira Araújo lembrou que está “profundamente arrependido” e ciente do mal que lhe pode ter causado.

Disse que, embora condenáveis, as relações entre os dois não foram forçadas, não tendo havido ameaça ou agressão.

Reafirmou que os factos causaram também um forte sofrimento no professor – familiar e profissional -, o qual, em 25 anos de carreira, nunca tinha tido qualquer ato impróprio. Evocou, ainda, a circunstância de o crime não ter contornos tão graves como os que é normal ver em casos de abuso.

Lembrou, ainda, que o professlr trabalha num ginásio, e está integrado socialmente.

Prof diz que relação era de atração mútua. Jovem corroborou a versão de que foi tudo “consensual”

Relações amorosas tidas de forma consensual. Foi, assim, que o professor descreveu ao Tribunal o relacionamento com uma aluna.

Na primeira sessão, que decorreu à porta fechada, foi ouvido o depoimento da jovem, gravado em 2017 para memória futura , aquando da detenção do docente pela PJ/Braga, no qual ela corrobora a sua versão, a de que, houve contactos sexuais, sem cópula, entre os dois, por vontade mútua e sem que ele a tivesse forçado física ou psicologicamente.

Pouco mais do que abraços

O relacionamento, – diz a acusação – começou em janeiro de 2017, quando a menor, com alguns colegas, organizou uma festa de aniversárioaa ao arguido, no interior do pavilhão desportivo da escola.

Após este evento, e um outro, uma corrida em Guimarães, o arguido começou a aproximar-se dela, rindo-se, brincando e abraçando-a.

Desde então, começou a contactá-la diariamente, no Facebook, o que fez exacerbar nesta sentimentos mais afetuosos pelo arguido.

Assim, numa sexta-feira, em fevereiro de 2017, durante uma aula de xadrez, e na sequência de uma aposta que haviam feito e que a menor
havia perdido, o arguido ordenou-lhe, que se pusesse de pé, ao que a mesma obedeceu. Ato contínuo, aproximou-se dela e beijou-a na boca”.

Desde então, nas sextas-feiras seguintes, nas aulas de xadrez,“ beijava-a na boca e apalpava-a, por cima e por debaixo da roupa”.

‘Beijocas’

Em abril, nas férias da Páscoa, o prof – adianta o magistrado – “enviou-lhe uma mensagem, pelo Facebook, para se encontrarem, a fim de praticarem atletismo”. Como a menor não podia, combinaram encontrar-se depois.

Nesse dia, seguiram, de automóvel, até a um espaço comercial, em   numa Lomar. Aí entraram numa sala arrendada, que o arguido explorava, para a comercialização de produtos da Herbalife. Então, estendeu um cobertor no chão, e pediu-lhe que se despisse, ao que ela acedeu, tendo também o arguido tirado a roupa.

Completamente desnudados começaram a beijar-se na boca. Ele apalpou a menor, e praticaram sexo oral.

O docente voltou a encontrar-se com a menor, nas aulas de xadrez, pelo menos mais três vezes. A seguir, combinaram um outro encontro, a sós, na casa dos padrinhos da menor, que estão emigrados.

Colegas denunciam

Depois de ter sabido que a relação de ambos havia sido tornada pública, por denúncia de colegas da vítima, em maio, o arguido contactou-a telefonicamente, a fim de se encontrarem. Aí rogou à menor para que não contasse a ninguém, de modo a, assim, eximir-se à ação da justiça e manter o seu posto de trabalho, como professor.

Toma medicação

Mercê de todo o sucedido, a menor manifesta dificuldades em dormir e apresenta episódios de choro compulsivo, encontrando-se a tomar medicação antidepressiva. O Tribunal considera que houve atentado aos direitos da jovem, já que o arguido “sabia que o seu comportamento era atentatório do direito da menor ao livre desenvolvimento da personalidade sexual, tendo-se aproveitado, da proximidade que lhe advinha da sua condição de seu professor, Diretor de Turma e orientador de xadrez.

Proibido de trabalhar

O Tribunal de Braga aplicou-lhe, no inquérito, a proibição de exercício de funções.

Além de não poder dar aulas, ficou ainda proibido de se aproximar da alegada vítima e das testemunhas do caso.

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Ave

Pedro construiu uma aldeia em miniatura em Celorico de Basto. Tem mais de 50 edifícios

Aldeia Miniatura de Agilde

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Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Pedro André Branco Lemos, 33 anos, começou a construir casinhas com pedras, barro e paus, aos 10, quando “chegava da escola”. Hoje, já construiu mais de 50 miniaturas de edifícios, entre os quais o Hospital de Fafe e o Mosteiro de São Gonçalo de Amarante, e prepara-se para construir uma réplica do edifício da Câmara Municipal de Celorico de Basto.

Mais de 50 edifícios em miniatura na encosta de Agilde. Foto: Fernando André Silva / O MINHO

O MINHO visitou a “aldeia miniatura” de Pedro Lemos, e os créditos não ficam em mãos alheias. Na encosta de uma das serras que ladeia Agilde, pequena freguesia do concelho de Celorico de Basto, o jovem construtor tem uma verdadeira aldeia, com igrejas, casas senhoriais, prédios e tudo o mais que pode “caber” no projeto de vida deste celoricense.

Pedro Lemos. Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Pedro explica que começou em criança, como passatempo, mas tornou-se num caso sério ao longo dos últimos anos, tendo já direito a sinalética identificativa ao longo dos caminhos rurais de Agilde.

“O presidente da junta colocou algumas placas a indicar e mandou alcatroar o acesso à aldeia, mas ainda falta um bocado”, conta.

Aldeia é “circulável” a pé. Foto: Fernando André Silva / O MINHO

A aldeia já é notícia desde, pelo menos, 2009, quando a TVI fez uma reportagem com o talentoso empreiteiro. Desde então, tem recebido visitas “quase todas as semanas”, sobretudo no verão. “Já cá vieram franceses, que vêm com os emigrantes, mas portugueses vêm de todo o país, até do Algarve”, assegura.

Mosteiro de São Gonçalo. Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Pedro confessa que, para além do material oferecido pela junta para a construção de novos edifícios, nunca recebeu ajuda de ninguém, nem sequer da Câmara.

“Não dão apoio, mas pode ser que mude”.

Também não cobra entrada, apesar de se tratar de uma obra que “enche as vistas”, perdida algures pelas serras de Basto.

Hospital de Fafe. Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Sem saber muito bem para onde levar o projeto, o próximo passo, explica, será “alcatroar” a restante estrada de acesso à sua pequena aldeia, que fica, literalmente, em zona de mato, impossível de chegar de automóvel.

“Sim, algumas pessoas com mais idosas não conseguem vir cá, mas depois de abrirem a estrada, já vai ser mais fácil”, reitera.

Aldeia em miniatura fica numa das encostas das serras de Agilde. Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Na despedida, Pedro, que vai sobrevivendo a “limpar quintais” e a fazer algum trabalho agrícola, garante que não vai deixar morrer o projeto, mesmo que lhe consuma a maior parte do tempo que lhe sobra da “biscatada”.

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Aqui Perto

Professores de português na Galiza querem secundário com docentes especializados

Alerta a Associação de Docentes de Português na Galiza

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Foto: Ilustrativa / DR

A Associação de Docentes de Português na Galiza (DPG) alertou hoje para o preenchimento de vagas no ensino secundário com professores sem especialização na língua portuguesa, considerado estar em causa a qualidade do ensino ministrado.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a associação referiu que no ano letivo em curso “existe uma lista oficial com mais de 25 docentes especializados” que a Conselharia de Educação da região Galiza, em Espanha, “demorou a publicar, o que permitiu a contratação de docentes sem especialização”.

A associação disse ainda “não ser aceitável” que aquela lista “continue a ser ignorada e que continuem a ser feitas contratações sem atender à qualidade profissional e à existência de docentes especializados”.

“Desde setembro, a DPG tem vindo a alertar a Conselharia de Educação para levar a sério a publicação das listas de substituição de docentes português, assim como para começar a regulamentar a nova realidade no ensino secundário, com docentes contratados através da especialidade”, refere a nota.

Segundo aquela associação, dos 15 centros escolares que ministram o ensino do português, em três as vagas para o ensino de português não foram preenchidas com docentes especializados”.

Os docentes de português na Galiza pretendem que a Direção-Geral de Recursos Humanos da Conselharia de Educação informe esses centros escolares para a existência dessa lista de 25 professores especializados.

“A contratação através da lista da especialidade tem de se tornar uma prioridade até esta se esgotar”, destaca a associação, reforçando a “urgência para não continuar a desvalorizar a qualidade do ensino de português no ensino secundário”.

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