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Guimarães

Farfetch dá licença sabática paga de oito semanas a funcionários

Empresas

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José Neves, fundador da Farfetch, tem residência em Guimarães e em Londres. Foto: DR/Arquivo

A empresa Farfetch, retalhista digital de marcas de luxo fundada pelo vimaranense José Neves e com escritórios em Braga e Guimarães, anunciou a implementação de uma medida para os trabalhadores que consiste numa licença sabática, de até oito semanas, paga pela empresa.

O programa chama-se “Boomerang” e consiste em premiar os colaboradores mais antigos (mais de cinco anos de casa) com oito semanas pagas sem trabalhar, mais três dias extra de férias por ano (podendo ainda acrescentar outros três), benefícios nas áreas da saúde, educação/formação e planos de poupança-reforma e dois dias sem trabalhar desde que façam voluntariado (a escolha do tipo de voluntariado é livre).

Farfetch: Empresa do vimaranense José Neves entrou na bolsa em Nova Iorque

Em entrevista à publicação Dinheiro Vivo, Ana Sousa, dos Recursos Humanos da empresa, explica que esta é uma forma de reter o talento que se concentra dentro das fileiras do primeiro unicórnio (startup que possui avaliação de preço de mercado no valor de mais de um bilhão de dólares) português.

Fundada em junho de 2007, a partir de Guimarães, pelo empresário José Neves, a empresa tem sede fiscal em Londres e principais filiais em Braga, Guimarães, Matosinhos, Lisboa, Nova Iorque, Los Angeles, Tóquio, Xangai e São Paulo.

A plataforma digital de comércio de luxo junta mais de 3.200 marcas a mais de 935.000 utilizadores, apresentando soluções de apresentação ‘online’ e envio dos produtos. Só em Leça do Balio, trabalham mais de mil  dos cerca de 4 mil colaboradores atuais da Farfetch.

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Ave

PSP identificou 2 suspeitos de furtos em garagens em Guimarães

Crime

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Foto: PSP

A PSP identificou dois suspeitos de furtos em várias garagens anexas a residências na cidade de Guimarães e apreendeu diversos artigos alegadamente furtados, entre os quais cerca de três dezenas de garrafas de vinho.

Entre os artigos apreendidos, contam-se também garrafas de óleo, enlatados, embalagens de leite e toalhitas.

Segundo a PSP, os suspeitos, de 29 e 34 anos, “estão conotados” com a prática de “inúmeros” ilícitos de natureza semelhante.

Foram detidos na madrugada de quinta-feira, tendo-lhes sido apreendidos “diversos artigos cuja posse não souberam justificar, suspeitando-se da proveniência ilícita dos mesmos”.

A PSP diz que continuará a desenvolver diligências com vista à entrega dos bens aos seus proprietários.

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Ave

Multiusos de Guimarães serve de hospital de retaguarda

Covid-19

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Foto: Divulgação / CMG

O Multiusos de Guimarães é o espaço definido para servir de Hospital de Retaguarda, resultado de um processo em análise pela Câmara Municipal de Guimarães, Hospital Senhora da Oliveira e ACES do Alto Ave. A criação desta estrutura de apoio passa por desenvolver tratamento de assintomáticos e acolher doentes com sintomas ligeiros e que necessitam de monitorização médica permanente, face ao surto pandémico da covid-19.

A autarquia adianta que o “Hospital de Retaguarda, que está em fase de análise para Guimarães, tem previsto 100 camas e com possibilidade de aumento de capacidade”.

Até ao momento, acrescenta o município vimaranense em nota enviada às redações, a Câmara “já criou duas unidades de alojamento com as condições exigidas para o isolamento social. Foram criadas duas unidades, nas instalações do Centro de Criação de Candoso, na antiga escola EB1 de Candoso S. Martinho, e Verbo Divino, com as condições exigidas pelas Autoridades de Saúde para a denominada quarentena”.

Os espaços, um com capacidade para 10 quartos e outro com capacidade para 23 quartos de diversas tipologias, podem ser utilizados pelos cidadãos que não têm possibilidade de o fazer em condições apropriadas nas suas habitações ou por aqueles que, por motivos económicos, vivam em condições de carência, numa medida executada em articulação com as Autoridades de Saúde e a Câmara Municipal, cumprindo todas as recomendações da Direção-Geral de Saúde.

Além destas medidas, a Câmara de Guimarães criou ainda resposta aos sem-abrigo. “Numa parceria com a Cercigui, está já em funcionamento o espaço de alojamento para os sem-abrigo do concelho, com todas as condições de higiene, segurança e conforto, e que permitirá o distanciamento social adequado, bem como o acesso a refeições, contando com o apoio da Cruz Vermelha e voluntários”, refere a autarquia, notando que, “a todo o momento, mais medidas poderão ser tomadas para dar resposta aos problemas que forem surgindo, perante um quadro de saúde pública que se vai desenvolvendo de forma imprevisível”.

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Guimarães

Grupo têxtil doa 50 mil euros ao Hospital de Guimarães para compra de equipamentos

Covid-19

em

Foto: Jornal T

O grupo têxtil Endutex, sediado em Santo Tirso, doou 50 mil euros ao Hospital da Senhora da Oliveira, de forma a adquirir equipamentos de proteção para os profissionais de saúde.

Em declarações ao Guimarães Digital, do Grupo Santiago, o presidente do grupo, Vítor Abreu, destaca os “briosos profissionais” da unidade hospitalar, e que estes sabem que rumo dar ao dinheiro.

Esta oferta, refere a mesma fonte, resulta do sentido de responsabilidade social “que as empresas devem ter”.

“Era impossível não percebermos os tempos dramáticos que estamos a atravessar que, espero sejamos capazes de ultrapassar rapidamente, e, por isso, os accionistas aceitaram fazer esta doação”, disse.

O grupo tem participações no Brasil, Espanha, Alemanha, República Checa, Polónia e Estados Unidos da América.

Foi notícia recentemente por pretender abrir um hotel na cidade de Braga.

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