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Braga

Atriz brasileira rendida ao Gerês: “Um pedaço de céu”

Turismo

em

Foto: Instagram de Luana Piovani

Luana Piovani, atriz e ex-modelo brasileira, também passou pelo Gerês para umas férias em família com os dois filhos e os pais.


Conhecida por papéis nas telenovelas, tais como Malhação ou Guerras dos Sexos, ou no cinema com Mulher Invisível, Piovani, que também já foi capa da revista Playboy, esteve por estes dias no Parque Nacional, mergulhando em cascatas “secretas”.

O momento não passou despercebido à imprensa brasileira, com vários sites de entretenimento a destacarem “o parque nacional de Portugal” como um “paraíso idílico”.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Foto: Instagram de Luana Piovani

Foto: Instagram de Luana Piovani

Foto: Instagram de Luana Piovani

Foto: Instagram de Luana Piovani

Através do Instagram, a atriz, que vive em Portugal há cerca de um ano, partilha vários vídeos dos momentos passados nos trilhos e nas cascatas da região minhota com os filhos gémeos de oito anos, Bem e Liz, e com os pais, Cassiano e Francis.

No Brasil, a atriz tem sido alvo de polémica por causa de ‘bate-bocas’ com o ex-marido, o conhecido surfista Pedro Scooby.

Este verão têm sido muitos os famosos que escolheram o Minho como destino de férias, entre os quais Cristina Ferreira, Rita Pereira, Sara Sampaio, Maria João Abreu, José Raposo ou Nilton.

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Braga

Vila Verde investe 150 mil euros em campo de futebol

Obras públicas

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Foto: Divulgação / CM Vila Verde

A câmara de Vila Verde vai investir 150 mil euros na requalificação do campo de futebol de Turiz para “melhoria das condições da prática de desporto”, através da colocação de piso de relva sintética, anunciou hoje a autarquia.

Na página oficial da rede social Facebook, aquela autarquia do distrito de Braga explica que o arrelvamento do campo de jogos existente “representa um importante impulso na criação de condições para que a população local, especialmente os mais jovens, possam ocupar os seus tempos livres de uma forma salutar”.

Segundo a autarquia, com esta obra a freguesia de Turiz “passa a contar com um equipamento desportivo renovado e adaptado às modernas exigências de uma prática desportiva potenciadora do bem-estar da população”.

“A aposta na melhoria dos equipamentos desportivos e a criação de cada vez melhores condições para que um número crescente de pessoas enverede por estilos de vida saudáveis, combatendo o sedentarismo com a regular prática de exercício físico, se reveste da maior importância para a elevação dos índices de qualidade de vida da população local”, refere no texto o presidente da autarquia António Vilela.

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Braga

GNR apreendeu armas a suspeito de ameaças em Braga

Crime

em

Foto: Divulgação / GNR

A GNR apreendeu duas armas de fogo a um homem em Lamas, Braga, no âmbito de uma investigação de um caso de ameaça, anunciou hoje aquela força.

Em comunicado, a GNR refere foram ainda apreendidas 43 munições.

Foto: GNR

O suspeito, um homem de 62 anos, foi constituído arguido e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Braga.

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Braga

Donos de terrenos expropriados pedem 688 mil euros à Câmara de Braga

Granjinhos

em

Foto: DR

O Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga adiou, ontem, por 20 dias, a posse de uma comissão de peritos que vai avaliar o valor dos terrenos que foram expropriados em 1981 – no tempo da gestão do ex-presidente socialista da Câmara, Mesquita Machado – para a construção do centro comercial dos Granjinhos.

O adiamento foi pedido pelo Município – representado pelo advogado Nuno Albuquerque – e pelos dez autores do pedido de 688 mil euros, (mais 15 anos de juros, o que deve ultrapassar o milhão de euros, no total) feito à Câmara e que está em discussão na ação.

O pedido foi feito a titulo de indemnização pelo prejuízo que, para cada um deles, resultou da impossibilidade do exercício do “direito de reversão”, que lhes foi reconhecido em Tribunal, dos prédios expropriados no ano de 1981 para o arranjo urbanístico da Zona dos Granjinhos, por declaração de utilidade pública.

Neste processo os autores intentaram uma ação administrativa comum contra o Estado Português, peticionando que este seja condenado a pagar-lhes aquele montante.

Estado chamou o Município

O Estado português, representado nos autos pelo Ministério Público, contestou, alegando, em síntese, uma questão de legitimidade passiva, “por entender que, se por um lado se coloca a responsabilidade na atividade expropriativa nos Ministérios envolvidos e assim do Estado, por outro lado, a verdade é que o único beneficiário da expropriação foi o Município de Braga (MB), pelo que entende não dever ser o Estado exclusivamente responsável pelos prejuízos reclamados, existindo, no mínimo solidariedade pelo pagamento”.

O Estado requereu, assim, a intervenção do MB por ter sido este que, através da Câmara, “deu origem à causa que originou o pedido de indemnização formulado, mediante a iniciativa do processo de expropriação”.

Finalmente, o Estado invocou a prescrição e impugnou os factos “por não concordar com a forma de cálculo do valor da indemnização, e por entender que não foi imposto aos autores. um sacrifício especial e anormal, sendo os valores peticionados exagerados”.

Por despacho proferido nos autos, o Tribunal admitiu o chamamento do Município, a titulo principal, e determinou a sua citação.
O MB contestou, invocando a prescrição do direito de ação, e ainda, por impugnação, alegou que careciam de fundamento os factos aduzidos para justificar a valorização dos terrenos em que se fundamenta a indemnização pedida.

Perícia

Posteriormente, em janeiro de 2017, foi realizada uma Audiência prévia, na qual foi fixado o objeto do litigio, os temas da prova e admitidos os requerimentos probatórios das partes, incluindo a perícia requerida pelos autores.

Na diligência agendada para ontem, a qual se destinava à prestação de esclarecimentos sobre a matéria de facto, após discussão da posição das partes e sem prejuízo do que já se encontrava tramitado, foi possível obter um prazo adicional de 20 dias, a fim de as partes se pronunciarem sobre o perito a nomear pelo Tribunal, e também para o MB confirmar se mantém a indicação do seu perito, ou seja, a indicação do eng.º João António Pereira Varanda.

O adiamento permitirá, ainda, que os Autores e o MB se pronunciem sobre os quesitos a colocar ao Colégio de peritos.

A Comissão tem três peritos, um nomeado pelo Tribunal, outro pela Câmara e um terceiro pelos proponentes da ação.

Era para um centro de saúde

O tema já fez correr rios de tinta em peças judiciais ou artigos de jornal: em 1981 a Câmara expropriou alguns prédios – com 5.750 metros quadrados (m2) – em São Lázaro para o Arranjo Urbanístico da Zona dos Granjinhos. Entre outros argumentos estava o da construção de um centro de saúde.

Dois anos depois, vendeu-os, por um valor muito superior, em hasta pública, ao grupo da família Castro. Sentindo-se espoliados, os donos de duas parcelas, com 830 m2 recorreram a Tribunal dizendo que a Câmara alterou os fins da expropriação.

O Supremo Tribunal Administrativo (STA), em 2001, deu-lhes razão, o que determinaria a reversão dos terrenos e a demolição do edifício dos Granjinhos.

Os donos exigiram a aplicação da deliberação, mas a Câmara invocou (para evitar a demolição) um “relevante interesse público”.
Em 2004, o STA considerou procedente o interesse público e declarou uma causa legítima de inexecução de sentença, remetendo as partes para nova ação judicial a intentar, para fixação de uma indemnização.

Assim, em 2011, os expropriados – através do advogado Miguel Araújo – intentaram nova ação contra o Estado (representado pelo Ministério Público).

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