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Desporto

Famalicão já tem novo treinador

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Nandinho é o novo treinador do Famalicão, 18.º classificado da II Liga portuguesa em futebol, assumindo o cargo deixado vago por Ulisses Morais à 10.ª jornada, e já orientou hoje a equipa.

Fernando Manuel de Jesus Santos, mais conhecido por Nandinho, tem 43 anos e é natural da cidade do Porto, tendo já orientado a formação do Famalicão para o encontro de quarta-feira com o FC Porto B, a contar para a 11.ª jornada da II Liga.

Nandinho representou o Gil Vicente como jogador de 2002/2003 a 2006/2007 e treinou depois a formação júnior do clube nas épocas de 2012/2013 a 2014/2015, tendo sido chamado à formação principal do início da temporada 2015/2016.

Antes, evidenciou-se no Salgueiros, saindo depois para o Benfica, no qual fez apenas quatro jogos e foi depois emprestado ao Alverca. De Alverca rumou a Guimarães, tendo depois se transferido para o Gil Vicente, acabando a carreira de jogador do Leixões.

O Famalicão soma em dez jogos duas vitórias, três empates e cinco derrotas, segue em 18.º lugar na II Liga, tendo sido já arredado da Taça da Liga, bem como da Taça de Portugal.

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Futebol

Jogador do Gerês suspenso 18 meses pela AF Braga: “Não matei ninguém”

Disciplina

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Foto: DR

Marco Gonçalves, futebolista do GD Gerês, foi suspenso durante 18 meses pela Associação de Futebol (AF) de Braga na sequência de comportamento agressivo para com um árbitro.

O jovem futebolista de 22 anos está acusado pela associação que tutela o futebol no distrito de ter partido a cana do nariz do árbitro que apitou o jogo entre o GD Gerês e o Serzedelo, a contar para a 13.ª jornada do Campeonato Distrital Seniores 1ª divisão – Série B, em janeiro último.

Apesar de o relatório da associação que determinou o castigo indicar que o juiz da partida foi agredido pelo jogador, o mesmo nega qualquer agressão ao árbitro, e diz apenas ter-se “encostado” num momento “mais acalorado” do jogo.

Em declarações a O MINHO, Marco mostra-se revoltado com o castigo: “Nada fiz a não ser encostar-me ao árbitro e apanho 18 meses de castigo”.

A situação ocorreu pouco depois dos 80 minutos de jogo, quando o lateral direito do Gerês, já com um amarelo no jogo, fez uma falta no meio campo, acabando por receber a segunda cartolina e ordem de expulsão por acumulação de cartões.

“Contestei o segundo amarelo e a única coisa que fiz foi encostar-me ao árbitro na altura dos protestos, não lhe bati, não dei cabeçada, não o esmurrei e muito menos lhe parti o nariz””, expõe.

Marco blinda-se no relatório da GNR, a que O MINHO teve acesso, e que registou essa ocorrência como “um encosto não significativo”.

O jogador já foi ouvido na sede da AF Braga para aplicação de castigo, mas alega não poder ter-se defendido. “Levei testemunhas mas não quiseram saber, já estava definido que me iriam castigar”, diz.

Embora tivesse sido apontado como um exemplo de disciplina, por ter registado apenas cinco cartões em onze anos de AF Braga, este foi um dos castigos mais pesados a que se assistiram nos últimos anos.

“Parti-lhe o nariz aos 83 minutos e ele nada disse, ficou em campo até final?”, questiona o jogador agora suspenso. “Admito que merecia um castigo por lhe ter tocado, mas nunca 18 meses”, contrapõe.

“É totalmente irrazoável que eu lhe tivesse partido o nariz sem que ele não tivesse esboçado qualquer reação e continuasse em jogo normalmente, estivesse com a GNR que o acompanhou para os balneários e em momento algum disse à GNR que eu lhe parti o nariz, é óbvio que isto é mentira”, argumenta.

O jovem, natural de Vieira do Minho, já apresentou recurso, na passada sexta-feira. “Tive de pagar 400 euros ao advogado para recorrer, embora seja um valor alto, faço-o porque não é verdade aquilo de que me acusam e vou levar isto até às últimas para provar que não parti nada ao árbitro”, aduz.

“Eu vou pela verdade… Se realmente lhe tivesse partido a cana, a multa de 18 meses seria justa e eu tinha de estar caladinho, mas não o fiz, por isso não me vou calar”, vinca, apelando ainda à AF Braga que tenha “consideração” pela carreira exemplar que teve ao longo da última década.

O MINHO tentou ouvir a AF Braga sobre esta matéria, mas tal não foi possível ao longo dos últimos dias.

Já o Núcleo de Árbitros de Futebol de Braga havia manifestado publicamente a solidariedade para com David Alves, árbitro da partida, de apenas 20 anos.

Em comunicado, o núcleo falou em “agressão bárbara” e inibidora relativamente à opção do árbitro prosseguir carreira e que uma “a justiça deve atuar” para bem do “respeito e fair-play“ no desporto.

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Futebol

Guimarães: PSP ainda não identificou adeptos que insultaram Marega

I Liga

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Foto: Vitória SC / Arquivo

O processo de identificação dos adeptos do Vitória SC, responsáveis pelos insultos racistas dirigidos a Marega, vai entrar numa fase mais pormenorizada com a investigação de fotogramas de cerca de dez elementos da claque, adiantou O Comércio de Guimarães.

Com esta ação a PSP vai tentar reconhecer os protagonistas dos insultos assim como apontar adeptos de cara tapada que de utilizaram engenhos pirotécnicos durante a partida.

Estes membros da claque do Vitória, que ocupavam as bancadas nascente e sul do Estádio D. Afonso Henriques, estão sujeitos a uma multa de 750 euros e da impossibilidade de aceder a recintos desportivos, durante um ano, caso sejam identificados e provados os seus atos.

Até ao momento nenhum adepto foi ainda identificado.

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Futebol

Adeptos escoceses fazem a festa no centro de Braga

Liga Europa

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Imagens: Altino Bessa

Cerca de cinco mil adeptos escoceses do Glasgow Rangers são esperados no Estádio Municipal de Braga, a partir das 17:00 horas desta quarta-feira, para a segunda mão dos ’16 avos’ da Liga Europa.

Ao longo desta tarde, uma boa fatia desses adeptos concentraram-se na Praça da República (Arcada) e fizeram a festa antecipada.

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Grande parte destes adeptos começam a dirigir-se para o estádio ao longo da próxima hora, seguindo as recomendações do próprio clube, mas não sem antes entoarem cânticos de apoio ao histórico escocês.

Existem vários autocarros fretados para transportar os adeptos, ao contrário do que aconteceu, por exemplo, com os ingleses do Wolverhampton, que, depois de uma tarde de folia no centro de Braga, não conseguiram transporte para o estádio, entrando já no decorrer da segunda parte.

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