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Famalicão

Famalicão distinguiu os seus no dia em que comemorou 33 anos de cidade

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O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, entregou galardões municipais a 35 personalidades e instituições, esta segunda-feira, 09 de julho, dia em que comemorou 33 anos de elevação a cidade.

Cidadão Honorário: Carlos Vieira de Castro. Foto: CM Famalicão

Medalha de Honra do Município: António Barros (AMOB), a título póstumo. Foto: CM Famalicão

Medalha de Honra do Município: Manuel Reis Campos (CPCI e AICCOPN). Foto: CM Famalicão

Medalha de Mérito Económico | Restaurante “Casa Pêga”. Foto: CM Famalicão

Medalha de Mérito Económico: António Melo (Fontenova Livraria). Foto: CM Famalicão

edalha de Mérito Económico: Manuel Sá (ROQ) (representado por Rui Machado). Foto: CM Famalicão

O ponto alto das comemorações decorreu na Casa das Artes, depois das 17:00 horas. Antes, às 15:00, o autarca famalicense já se havia juntado aos mais de mil seniores que participaram, ao longo de todo o dia, no tradicional Sarau Desportivo, no Parque de Sinçães, para cantar os parabéns à cidade.

QUIZ: 12 Perguntas sobre Famalicão. Quantas acerta?

Na lista de homenageados estiveram, entre outros, os nomes do ex-presidente da Câmara Municipal, Agostinho Fernandes, e do empresário famalicense Carlos Vieira de Castro, que passaram a ser cidadãos honorários do Município de Vila Nova de Famalicão, a mais alta distinção de reconhecimento público municipal.

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Famalicão

Incêndio em habitação no centro de Famalicão extinto por 14 bombeiros

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Foto: "Cidade Hoje"

Um incêndio habitacional na rua Alves Roçadas, no centro de Vila Nova de Famalicão, foi combatido, este sábado à tarde, por 14 operacionais dos Bombeiros Voluntários Famalicenses, que contaram com o apoio de quatro meios terrestres.

Segundo fonte da Proteção Civil, o alerta foi dado cerca das 15:44.

Do incêndio resultaram apenas danos materiais.

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Famalicão

Licenciada em Famalicão e sem emprego em Portugal, enfermeira vence prémio em Inglaterra

Natural de Vila do Conde.

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Foto: DR

Sílvia Nunes, a enfermeira licenciada na Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, em Famalicão, que nunca conseguiu emprego em Portugal, venceu esta quinta-feira o “Care Registered Nurse” nos Great British Care Awards.

Natural de Vila do Conde, a enfermeira de 33 anos foi finalista pela segunda vez consecutiva do prémio de melhor profissional de cuidados de longa duração no Reino Unido. Sílvia Nunes trabalha num lar de idosos em Thetford, uma localidade 140 quilómetros a nordeste de Londres.

O prémio da categoria de “Care Registered Nurse” pretende reconhecer um profissional de cuidados de longa duração que demonstre excelentes qualidades clínicas e de gestão e “um alto nível de dedicação e apoio às pessoas que ajuda”.

A enfermeira saiu de Portugal frustrada com a dificuldade em encontrar emprego após a licenciatura na Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, em 2013.

Atualmente a estudar para ser diretora de lares de idosos, Sílvia Nunes teve uma ascensão rápida tendo em conta que mal falava inglês e não estava habilitada a trabalhar como enfermeira quando chegou ao Reino Unido, em 2014.

Em dezembro de 2015, sete meses depois de trabalhar como enfermeira, foi promovida a diretora clínica e em setembro de 2016 a vice-diretora, tendo contribuído para melhorar o funcionamento ao nível do pessoal, mas também da assistência aos residentes.

No documento de nomeação para o prémio são referidas várias ações atribuídas a Sílvia Nunes, como a introdução de um reforço de nutrição, como doses reforçadas de laticínios, fruta ou mel, para compensar o corte do financiamento público dos suplementos alimentares.

Noutros casos, sugeriu alterações na alimentação ou medicação para melhorar o bem estar, o aumento de peso ou que ajudaram no tratamento de feridas.

O lar Ford Place, onde Sílvia Nunes trabalha, também está nomeado para a categoria de “Care Home of the Year” [Lar de Idosos do Ano] dos National Care Awards, atribuídos pela publicação Care Times, sendo os vencedores anunciados em 30 de novembro em Londres.

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Famalicão

Jovens de Famalicão convertem lendas e tradições das freguesias em pinturas murais

Arte urbana.

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Foto: Divulgação

O projeto “Urban Youth” quer “descentralizar a arte urbana” em Vila Nova de Famalicão, levando as lendas e tradições do concelho às freguesias através de pinturas em murais feitas por jovens.

Em declarações à Lusa, o diretor de arte do Centro Artístico – A Casa Ao Lado, a quem cabe, a par da autarquia e da Casa da Juventude, a dinamização do projeto, apontou que o “Urban Youth” quer também proporcionar aos jovens participantes a possibilidade de promoverem uma “cidadania mais participativa”.

Requião. Foto: Divulgação

Jesufrei. Foto: Divulgação

Bairro. Foto: Divulgação

Bairro. Foto: Divulgação

Bairro. Foto: Divulgação

Bairro. Foto: Divulgação

Até o final deste ano o projeto vai abranger oito freguesias, estando já previstas mais oito pinturas murais noutras freguesias, a serem realizadas durante 2019 e 2020.

“Sob a nossa orientação, os trabalhos estão a ser executados por jovens de Famalicão, sendo que o objetivo passa por proporcionar-lhes a oportunidade de usufruir da experiência artística e de adquirir valores no sentido de promover uma cidadania mais participativa”, explicou Ricardo Miranda.

Segundo o responsável, “esta descentralização da arte urbana para os meios rurais tem sido muito bem acolhida e até têm sido os próprios presidentes das juntas a contactar o Pelouro da Juventude, de forma usufruírem do projeto”.

Ricardo Miranda apontou mesmo a ambição de “ver esta iniciativa cobrir as 48 freguesias de Famalicão para, no final, produzir um livro ilustrativo de toda a obra realizada”.

Os murais das freguesias de Sinçães, Requião, Jesufrei, zona das Lameiras e Santiago D’Antas já estão concluídos e sábado vai ser inaugurada mais uma pintura, da autoria de 15 jovens famalicenses, desta vez no parque infantil das Camélias, na freguesia de Bairro.

Este novo trabalho é um mural de 24 metros de comprimento e “ilustra a forte ligação daquela localidade ao barro e à cerâmica”.

O Centro Artístico – A Casa Ao Lado procura o envolvimento em projetos que, partindo de uma educação/formação artística de base, permitam “assegurar o cunho artístico interventivo nas comunidades, consagrando a sua marca e primando pela autenticidade”.

O centro desenvolve as suas valências de ensino, experimentação e intervenção numa “ação intergeracional promotora do conhecimento e sensibilização artística articulada à responsabilidade social”, focando diferentes temáticas e disciplinas das artes plásticas e visuais.

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