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Famalicão

Famalicão: Apostador ganha 100 mil euros na raspadinha e vai ter um “Feliz Natal”

Em Seide

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Foto cedida a O MINHO

“Vai ter um Natal muito feliz”. São estas as palavras de Jorge Silva, proprietário do café Camiliano, em Seide, concelho de Famalicão, depois de um apostador ter ganho 100 mil euros numa raspadinha intitulada, precisamente, “Feliz Natal”.


Cliente regular daquele estabelecimento, o homem, residente no concelho de Famalicão, investiu cinco euros no bilhete que se revelou premiado, e logo com um dos maiores prémios disponíveis a concurso.

Jorge Silva explica a O MINHO que esta foi a primeira vez que saiu um prémio de valor tão elevado nas raspadinhas. “Já demos dois prémios de 20 mil euros nos últimos anos, mas este foi o maior”, revela o comerciante que explora aquele espaço há onze anos.

O apostador já terá reclamado o prémio junto dos Jogos Santa Casa durante as próximas horas.

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Ave

Condutor encarcerado após capotar em Famalicão

Acidente

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Foto: Facebook de Bombeiros de Famalicão

Um homem ficou encarcerado dentro da viatura que conduzia depois de ter entrado em despiste, ao final da manhã desta sexta-feira, em Famalicão.

O acidente ocorreu na rua António Vinhas, que liga Outiz a Ribeirão, por motivos que estão ainda por apurar.

Para o local acorreram os Bombeiros de Famalicão com uma ambulância e uma viatura de desencarceramento.

Fonte dos bombeiros disse a O MINHO que foi necessário desencarcerar o homem por este ter ficado preso no lugar do condutor.

Depois de resgatado e estabilizado, o homem foi transportado para o Hospital de Famalicão com ferimentos considerados ligeiros.

A GNR registou a ocorrência.

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Ave

Morreu mãe de padre em Famalicão com covid-19

Óbito

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Foto: Famalicão Canal

A mãe do pároco de Ribeirão, em Famalicão, que estava infetada com covid-19 faleceu esta sexta-feira, adianta a rádio Cidade Hoje.

A mulher, de 98 anos, estava internada na unidade de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave.

Padre em Famalicão infetado com covid-19

Recorde-se que o pároco de Ribeirão, Manuel Joaquim Fernandes, testou positivo à covid-19, após participar “numa ação de formação” de duas semanas.

Consequentemente, o Centro Social Paroquial de Ribeirão, de que o padre é presidente, testou todos os funcionários.

“Seis a dez” colaboradores acusaram positivo, o que levou a instituição a suspender as valências.

“Seis a dez funcionários” infetados nas várias valências de centro social em Famalicão

Segundo fonte do Centro Social, o pároco não teve contacto com nenhum dos colaboradores e não registo de utentes infetados.

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Ave

Descarga de ETAR de Famalicão ‘mancha’ rio Ave. Empresa justifica com fraco caudal

Tratave garante que cumpre todas as obrigações

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Foto: Redes sociais

Um vídeo partilhado nas redes sociais mostra uma descarga da ETAR de Agra, em Fradelos, Famalicão, para o rio Ave, que ‘mancha’ o leito de uma cor acastanhada e cria espuma na água.

Segundo relato de um utilizador que partilhou o vídeo, filmado no passado sábado, também se sentia cheiro de águas residuais naquela zona e aquele cenário repete-se nas últimas semanas.

Questionado por O MINHO, a Tratave, entidade gestora do Sistema Integrado de Despoluição do Vale do Ave, garante que a água tratada cumpre todos os requisitos e que a situação verifica-se devido “às características das águas” tratadas naquela ETAR e ao facto de o caudal estar reduzido, o que não permite a melhor diluição da água tratada no rio.

A Tratave explica que a ETAR de Agra “foi concebida para tratar águas residuais provenientes de uma área com forte implantação industrial e veio resolver um problema ambiental grave associado a descargas de efluentes não tratados que anteriormente se verificavam no rio Ave. Trata-se de uma instalação de referência nacional, com um esquema de tratamento que utiliza as tecnologias mais recentes e que possui um elevado desempenho”.

Posto isto, a empresa garante que “a água tratada cumpre integralmente, e em permanência, o Título de Utilização de Recursos Hídricos emitido pela APA – Agência Portuguesa do Ambiente”.

“O acompanhamento do desempenho da ETAR é efetuado através da monitorização contínua da qualidade da água tratada que é descarregada no meio hídrico recetor – rio Ave”, acrescenta.

Relativamente à descarga filmada, a Tratave explica que a situação se deve “principalmente às características das águas residuais que são tratadas nesta ETAR e, simultaneamente, ao facto de o rio Ave possuir atualmente um caudal muito reduzido, não sendo assim possível uma melhor diluição da água tratada no meio recetor de modo a evitar a coloração da água”.

Questionado por O MINHO se esta situação se reveste de gravidade para o ambiente, a Tratave responde que “não, dado que a ETAR de Agra cumpre integral e escrupulosamente os valores limite de emissão estabelecidos no Título de Utilização de Recursos Hídricos emitido pela Agência Portuguesa do Ambiente”.

A Tratave é, desde 25 de setembro de 1998, quando foi assinado o “Contrato de Exploração e Gestão do SIDVA”, a TRATAVE – Tratamento de Águas Residuais do Ave, S.A., a entidade gestora do Sistema Integrado de Despoluição do Vale do Ave (SIDVA) por 25 anos.

Ou seja, é a empresa responsável, na “respetiva área de intervenção” – que abrange os municípios de Guimarães, Santo Tirso, Trofa, Vila Nova de Famalicão e Vizela -, pela “exploração e a gestão, em regime de exclusividade, do Serviço Público de drenagem, depuração e destino final das águas residuais materializado pelo SIDVA”.

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