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Braga

Braga: Já está montada a árvore de Natal com 16 metros de altura

Inauguração marcada para este sábado

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foi montada, nesta sexta-feira, a árvore de Natal com 16 metros de altura, no centro da cidade de Braga, que vai iluminar a Praça da República durante o próximo mês. A inauguração oficial está prevista para este sábado, a partir das 17:00 horas.


“À volta da árvore será colocado um presépio e nos jardins laterais estarão os reis magos. Para além do edifício conhecido como Arcada, na Praça da República, também na Rua do Souto haverá animação com luz e som”, sublinha a mesma nota.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Este ano, a animação percorre as principais ruas do centro histórico logo ao início da tarde, com espetáculos de dança e música. Os “Soldadinhos de Chumbo” do Grupo de Percussão da Equipa ESPIRAL dão o mote para o início das celebrações, percorrendo as ruas do centro urbano.

Na Avenida Central, estará situado o palco “Braga é Natal”, onde decorre o espetáculo de dança “The Christmas Broadway Ladies”, pela Companhia Backstage, ao início da tarde.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

De seguida, realizam-se dois concertos: Voz Luminis, do Conservatório Bonfim, e o “Canto Lírico visita o Natal”, pelo grupo Ópera de Bolso.

Às 17:00, é inaugurada a iluminação de Natal, com milhares de luzes nas ruas, praças, avenidas do centro histórico, nas rotundas de todo o concelho e, este ano, como novidade, também na Avenida 31 de janeiro e na fachada do edifício Turismo.

O Monte Picoto volta a albergar uma estrela de Natal em tamanho gigante, para “iluminar a cidade”.

As festividades do dia 30 encerram com a atuação de um DJ convidado.

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Braga

Aberto concurso de 5,5 milhões para requalificar Mosteiro de Rendufe, em Amares

Património

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Foto: DR

O concurso para concessão do Mosteiro de Santo André de Rendufe, em Amares, no âmbito do Programa Revive, foi hoje aberto, estando em 5,5 milhões de euros o investimento estimado para a recuperação e adaptação do imóvel à exploração turística.

Em declarações à Lusa, à margem da assinatura da abertura daquele procedimento assinado hoje em Amares, o presidente da Câmara Municipal, Manuel Moreira, explicou que o recurso ao “Revive” foi a “única forma encontrada para voltar a dar dignidade” ao monumento, classificado como de interesse público em 1943.

A concessão será por um período de 50 anos, desejando o autarca que se instale naquele lugar um hotel de cinco estrelas para “ajudar na dinamização da economia local e fazer de Amares uma referência no Turismo do Minho”.

“O Mosteiro de Santo André de Rendufe foi um dos principais centros beneditinos portugueses entre os séculos XII e XIV, remontando a sua construção a data anterior a 1090. O conjunto monástico encontra-se atualmente em ruínas, mantendo, contudo, a silhueta arquitetónica e o marcante aqueduto”, lê-se no documento de apresentação do local distribuído pelo Governo, atual detentor do espaço.

Segundo explica o texto, “isolado entre vinhas, o acesso faz-se através de um imponente terreiro enquadrado com a fachada barroca da Igreja e o conjunto monástico a sul, o dormitório que remonta a 1728 e o claustro, do qual subsistem as ruínas do primeiro nível com arcadas e capitéis toscanos”.

O concurso lançado hoje em Amares é ao 22.º lançado no âmbito do REVIVE e os investidores interessados têm o prazo de 120 dias para apresentação de propostas que, refere o documento, “além de darem uma nova vida a este imóvel histórico, contribuam para a atração de turistas para a região e para a dinamização da economia local”.

Este é um dos 33 imóveis inscritos na primeira fase do REVIVE, um programa da iniciativa conjunta dos ministérios da Economia, Cultura e Finanças que conta com a colaboração das autarquias locais. Pretende-se valorizar e recuperar o património devoluto, reforçar a atratividade dos destinos regionais e o desenvolvimento de várias regiões do país.

Em 2019 foi lançada a segunda edição do REVIVE, com a integração de 16 novos imóveis, totalizando agora 49 imóveis, dos quais 21 se localizam em territórios do interior.

Até ao momento, foi adjudicada a concessão de 16 imóveis no âmbito deste Programa, que representam cerca de 135,5 milhões de euros de investimento na recuperação de imóveis públicos e rendas anuais na ordem dos 4,4 milhões de euros.

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Braga

Juiz manda prender coautor de roubo em supermercado de Braga

Futebol

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Foto: DR

O Tribunal de Guimarães aplicou prisão preventiva a um homem de 35 anos suspeito da coautoria de um roubo num supermercado na cidade de Braga, registado em abril, disse hoje fonte da Polícia Judiciária (PJ).

Segundo a fonte, o suspeito foi detido na quarta-feira, numa localidade do centro do país.

O crime ocorreu no dia 17 de abril, num supermercado de Braga, e o arguido terá atuado “em conjugação de esforços e vontades” com um outro homem, entretanto também já detido pela PJ.

“Utilizando uma arma de fogo, lograram apropriar-se de uma quantia em dinheiro que se encontrava na caixa dessa superfície comercial”, refere um comunicado da Judiciária.

Terão efetuado um disparo de intimidação, sem atingir ninguém.

O suspeito, já com antecedentes criminais, encontrava-se em parte incerta desde a ocorrência do roubo.

O outro suspeito do roubo, de 38 anos e também com antecedentes criminais, foi detido em 26 de abril, em Braga.

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Braga

Enfermeiros enchem 168 balões contra “exploração salarial” no Hospital de Braga

Protesto

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) colocou hoje 168 balões à entrada do Hospital de Braga, num protesto contra a alegada “exploração” salarial do igual número de profissionais que ali trabalham.

Nelson Pinto, dirigente do SEP, explicou à Lusa que em causa estão 168 enfermeiros que estão a receber 1.060 euros em vez dos 1.201 “previstos na lei”.

“São enfermeiros que já estavam no hospital no tempo da PPP [parceria público-privada] . A gestão do hospital passou, há 11 meses, para a esfera pública, mas aqueles enfermeiros continuam a receber o mesmo salário. Os que entraram de novo começaram logo a ganhar mais do que eles, é uma situação inadmissível”, referiu.

Foto: O MINHO

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Segundo Nelson Pinto, o conselho de administração, em reunião hoje realizada, “culpou” os ministérios da Saúde e das Finanças pela manutenção daquela “injustiça”.

“O hospital diz que fez tudo para regularizar a situação e passou a bola para a tutela. Entretanto, os enfermeiros continuam a ser prejudicados”, criticou.

Contactado pela Lusa, o conselho de administração do hospital disse que “tudo tem sido feito” para a resolução dos processos de adesão aos acordos coletivos de trabalho (ACT), nomeadamente nas atualizações salariais e uniformização da carga horária semanal, que se encontram em curso.

“O conselho de administração assumirá sempre os seus compromissos no exercício das suas funções, continuando empenhado na resolução de todas as questões que envolvam os trabalhadores deste hospital”, acrescenta.

Em 01 de setembro de 2019, a gestão do Hospital de Braga passou para a esfera pública, depois de 10 anos nas mãos do Grupo Mello Saúde, ao abrigo de uma PPP.

O SEP garante que, no período anterior à transição, alertou a administração e o Ministério da Saúde para a obrigatoriedade de, logo em setembro, decorrer o processo de adesão aos instrumentos de regulamentação coletiva do trabalho, para garantir que os enfermeiros à data contratados pelo Grupo Mello com um salário de 1.060 euros passassem para os 1.201.

“A verdade é que já passaram 11 meses e nada”, referiu Nelson Pinto.

O hospital contrapõe que “assumiu, desde o primeiro momento, numa posição de total dedicação e transparência, o assunto relativo ao processo de adesão aos acordos coletivos de trabalho (ACT) dos seus trabalhadores como uma matéria profissional de inquestionável relevância”.

O sindicato diz que “já bateu a todas as portas”, incluindo a do Presidente da República, mas garante que “não vai baixar a guarda” até à resolução do assunto.

O SEP denunciou ainda que há enfermeiros do Hospital de Braga a cumprirem “horários ilegais” de 12 horas e meia consecutivas.

O hospital refere que os profissionais que cumprem esses horários o fazem “por vontade própria”, havendo até alguns que assinam uma declaração dando conta disso mesmo.

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