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Guimarães

Ensaios abertos de Fado regressam a Guimarães

Associação Guimarães Fado

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Foto: Divulgação

A Associação Guimarães Fado retomará este sábado os seus ensaios abertos para o Fado de Lisboa, foi hoje anunciado.


De entrada livre e gratuita, esta atividade recebe todos os interessados em cantar, tocar guitarra portuguesa e viola ou simplesmente assistir a uma ação que “claramente estimula a parceria e o dialogo entre as diversas gerações do Fado, tal como a solidariedade entre os diferentes estratos sociais sob o domínio da arte e cultura”. Os ensaios decorrem entre as 15:30 e as 18:30, no salão de chã Avô João, Avenida da República, em Caldas das Taipas.

(recorde abaixo a reportagem de Pedro Antunes Pereira e Paulo Jorge Magalhães)

Silêncio! Em Guimarães também se canta o fado

 

“Deste grupo informal e amador de participantes que se criou, surgiu um elenco musical que através do seu espetáculo (Os Amantes do Fado) divulga a sua arte e paixão ao Fado, em toda a região do Minho por entre restaurantes e auditórios”, pode ler-se em nota enviada.

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Guimarães

Empresário de Guimarães desenvolve tapete desinfetante e faz sucesso em França

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Armando Costa, empresário luso-francês com raízes em Guimarães, está a conquistar o mercado empresarial francês com a venda de tapetes desinfetantes que removem todo o tipo de vírus e bactérias do calçado, inclusive o da covid-19.


Empresário no ramo da prestação de serviços e organização de eventos, o vimaranense adaptou-se aos novos tempos face à pandemia que assolou o globo e criou um tapete duplo com reservatório desinfetante para comercializar em domicílios privados, comércio, indústria, centros comercias e espaços frequentados pelo grande público.

Em comunicado enviado à imprensa, o empresário explica que ao longo do último mês, já comercializou mais de 3.000 unidades, contando por entre os seus clientes “duas grandes superfícies comerciais de Paris, edifícios municipais, estruturas residenciais para idosos, clínicas e vários domicílios privados”

“Atualmente, está a expandir a produção através de uma parceria com uma indústria de manufaturados de forma a comercializar também em Espanha e Portugal”, refere a nota de imprensa.

Ainda segundo o empresário, os tapetes, de tamanhos variados, podem ser colocados no lugar de qualquer outro tapete que habitualmente se encontram nas entradas e saídas de casas e espaços públicos.

Em Portugal, o tapete já é comercializado por dois revendedores, também de Guimarães, que fazem a distribuição oficial no país.

Contactado por O MINHO, um dos distribuidores, Sandro Baptista, explica que o líquido fica impregnado no tapete, devendo ser reabastecido ao fim de algum tempo.

“Tem um reservatório onde se coloca o líquido que passa para todo o tapete. O reabastecimento depende do uso que se lhe dá. No fundo, ensopamos o calçado no tapete e o liquido a fica nas solas. As esponjas não permitem que o desinfetante passe acima da sola, não danificando”, argumenta.

Recomenda ainda a utilização de um segundo tapete, seco, para passar a sola, de forma a que o calçado não se torne escorregadio.

Diz a nota que o mesmo é “recomendado para domicílios, hotéis, apartamentos, lojas, restaurantes, hospitais, clínicas e lares de idosos”.

“Para adquirir este tipo de tapete, com custo de 70 euros, pode obter mais informações através do distribuidor português 934273867 (Sandro Baptista)”, termina a nota.

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Ave

Homem detido em Guimarães após fugir de hospital psiquiátrico

PSP

em

Foto: DR

A PSP de Guimarães deteve na quinta-feira um homem de 36 anos que tinha fugido do Hospital Magalhães Lemos, no Porto.


A polícia refere em comunicado que soube “através de uma chamada telefónica” que um indivíduo “que se encontrava na Unidade de Psiquiatria Forense do Hospital Magalhães Lemos – Porto, havia aproveitado uma oportunidade quando foi receber tratamento médico e colocou-se em fuga”.

A PSP acabou por intercetá-lo e detê-lo na Travessa da Bouça do Pinheiro, na cidade de Guimarães.

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Guimarães

ICNF classifica mata de recreio e cedros do Himalaia em Guimarães

Ambiente

em

Foto: Redes sociais

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) classificou de interesse público uma mata de recreio na freguesia de Ponte e dois exemplares da espécie cedro do Himalaia em Creixomil, no concelho de Guimarães.


Os despachos de classificação foram hoje publicados em Diário da República e produzem efeitos a partir de sexta-feira.

A mata de recreio é contígua à Casa da Ribeira e tem uma área aproximada de 0,76 hectares, sendo constituída por arvoredo pertencente a mais de 30 espécies diferentes, predominantemente exóticas.

As espécies arbóreas, com uma altura aproximada de 30 metros, formam um copado contínuo.

“Esta zona é contígua à casa principal e identifica-se como uma pequena mata de recreio ao estilo e cultura de finais do século XIX, princípios do século XX, em que havia o gosto pelo colecionismo de plantas oriundas do oriente e do continente americano”, acrescenta o despacho do ICNF.

Das espécies presentes, destaca, pela “singularidade” dos seus exemplares, a Sequoia sempervirens, Pinus strobus, Cedrus deodara, Liriodendron tulipifera, Liquidambar styraciflua, Cupressus lusitanica, Fagus sylvatica e um exemplar antigo de Quercus robur.

O município de Guimarães tinha requerido a classificação de todo o arvoredo que constitui a mata da Casa da Ribeira, mas o ICNF concluiu que só aquela mata de recreio possui características de relevante interesse público, “uma vez que a restante parte da mata é constituída por exemplares da espécie Eucalyptus globulus Labill, sem atributos passíveis de justificar a sua classificação”.

Na freguesia de Creixomil, lugar de Atouguia, foram classificados dois exemplares isolados da espécie Cedrus deodara, também na sequência de requerimento feito pelo município.

Para a classificação, o ICNF considerou o porte das árvores, com 24 e 28 metros de altura, e o seu “particular significado paisagístico”.

“São árvores majestosas que marcam o sítio em que se encontram, impondo-se como elemento fundamental e indissociável do Cemitério Municipal da Atouguia e contribuindo para a qualidade visual daquele espaço, observável de vários pontos da cidade de Guimarães, cumprindo o parâmetro de apreciação valorização estética do espaço envolvente e dos seus elementos naturais e arquitetónicos”, lê-se no despacho.

Com a classificação, ficam proibidas quaisquer intervenções que possam destruir ou danificar os exemplares classificados, designadamente corte do tronco, ramos ou raízes e remoção de terras ou outro tipo de escavações, na zona geral de proteção.

A classificação implica ainda a proibição de depósito de materiais, seja qual for a sua natureza, e a queima de detritos ou produtos combustíveis, bem como a utilização de produtos fitotóxicos na zona geral de proteção.

Todas as operações de beneficiação nos exemplares classificados ou qualquer outro tipo de benfeitoria carecem de aprovação por parte do ICNF.

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