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Futebol

Organização “confiante” em ‘final four’ da Taça da Liga sem incidentes em Braga

“Uma festa onde se possa estar em família”

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Foto: O MINHO (Arquivo)

O presidente da Liga de clubes garantiu hoje que a manifestação de polícias prevista para a ‘final four’ da Taça da Liga de futebol, a realizar-se em Braga na próxima semana, não põe em causa a segurança.


“Não, de todo. [essa manifestação de polícias] Só é bem demonstrativa de que a ‘final four’ já é, hoje, uma referência que até é utilizada para esses eventos e esses reconhecimentos”, respondeu Pedro Proença, quando questionado se o esquema de segurança poderia estar em causa.

O líder da Liga frisou que “esta competição está a ser preparada há mais de 300 dias pela Liga Portugal e, também, pelos responsáveis da Polícia de Segurança Pública”.

“Por isso, estamos muito confiantes que seja uma ‘final four’ sem qualquer tipo de incidentes”, reforçou, à margem da inauguração da ‘fan zone’, no centro da cidade minhota.

Pedro Proença não quis comentar o pedido de uma reunião de urgência ao ministro da Administração Interna, na sequência dos incidentes no encontro entre Sporting e Benfica, sexta-feira, da 17.ª jornada da I Liga, que os ‘encarnados’ venceram por 2-0, preferindo destacar que a ‘final four’ da Taça da Liga “é uma competição de festa e de inclusão, de apelo às famílias”.

“É disto que queremos fazer o futebol, uma festa onde as pessoas possam estar e festejar”, disse.

O líder da Liga de clubes deixou ainda uma palavra de agradecimento a Braga, que acolhe pelo terceiro ano consecutivo, e último, a fase final da competição.

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Futebol

Famalicão vence em Tondela e sobe ao quinto lugar da Liga

30.ª jornada

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Foto: DR / Arquivo

O Famalicão subiu hoje ao quinto lugar da I Liga portuguesa de futebol, ao vencer por 1-0 no estádio do Tondela, que se manteve perto da zona de despromoção, em jogo da 30.ª jornada da prova.

Um golo marcado pelo avançado Fábio Martins, aos 55 minutos, foi suficiente para os famalicenses se imporem num confronto entre duas equipas que tinham passado ao lado do êxito nas três rondas anteriores, apesar de ter jogado desde os 71 minutos em inferioridade numérica, devido à expulsão do espanhol Toni Martínez.

O Famalicão subiu ao quinto lugar do campeonato, aproveitando a derrota (1-0) sofrida horas antes pelo Rio Ave frente ao Gil Vicente, que custou aos vila-condenses a descida ao sexto posto, enquanto o Tondela é 15.º classificado, em igualdade com o Vitória de Setúbal, 16.º e primeira equipa acima da zona de despromoção.

Ficha de Jogo

Jogo disputado no Estádio João Cardoso, em Tondela.

Tondela – Famalicão, 0-1.

Ao intervalo: 0-0.

Marcador:

0-1, Fábio Martins, 55 minutos.

Equipas:

– Tondela: Babacar Niasse, Fahd Moufi, Philipe Sampaio, Yohan Tavares, Filipe Ferreira (Xavier, 64), Jonathan Toro (Tomislav Strkalj, 79), João Pedro (João Reis, 87), Pepelu, Pité, Ronan e Richard Rodrigues (Pedro Augusto, 79).

(Suplentes: Diogo Silva, João Reis, Petkovic, Ricardo Alves, Xavier, Pedro Augusto, Arcanjo, Tomislav Strkalj e Ruben Fonseca).

Treinador: Natxo González.

– Famalicão: Vaná, Ivo Pinto (Patrick William, 64), Nehuen Perez, Riccieli, Coly (Alex Centelles, 64), Pedro Gonçalves (Anderson, 68), Gustavo Assunção, Uros Racic (Guga, 74), Diogo Gonçalves, Toni Martinez e Fábio Martins (Walterson, 81).

 (Suplentes: Defendi, Guga, Walterson, Ofori, Rúben Lameiras, João Neto, Alex Centelles, Anderson e Patrick William).

Treinador: João Pedro Sousa.

Árbitro: Artur Soares Dias (AF Porto).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Toni Martinez (24 e 71 minutos), Richard Rodrigues (30), Ronan (34), Coly (40), Fábio Martins (45), João Pedro (72) e para Walterson (86). Cartão vermelho por acumulação de amarelos para Toni Martinez (71).

Assistência: Jogo realizado à porta fechada devido a pandemia de covid-19.

(em atualização)

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Futebol

“Foi uma vitória muito importante para as nossas contas”

Vítor Oliveira

em

Foto: DR / Arquivo

Declarações após o jogo Gil Vicente-Rio Ave (1-0), da 30.ª jornada da I Liga de futebol, disputado hoje no Estádio Cidade de Barcelos, em Barcelos.

Vítor Oliveira (treinador do Gil Vicente): “Foi uma vitória muito importante para as nossas contas. O campeonato está disputadíssimo e tínhamos consciência de que 33 pontos não chegavam. Não sabemos se 36 chegam, mas realmente é uma situação mais confortável.

Faltam 12 pontos, temos uma vantagem de nove sobre o Portimonense e seis para o Vitória de Setúbal. Matematicamente, ainda não é o necessário, mas em termos de jogo penso que os 36 vão chegar. A equipa está em crescendo e certamente vamos pontuar.

Estávamos a defrontar a equipa que melhor jogava neste momento em Portugal. Hoje, não jogou e creio que por mérito do Gil Vicente. Na primeira parte fomos melhores. Fizemos um golo, podíamos ter feito outro e tivemos quatro ou cinco saídas muito bem feitas.

Conseguimos manietar o jogo interior do Rio Ave. Nunca demos grandes espaços e o adversário não conseguiu criar oportunidades. Na segunda parte, os primeiros 10 minutos foram equilibrados até à expulsão do Rúben [Fernandes]. Aí a coisa complicou-se.

Com este calor notou-se desgaste em alguns jogadores e passámos por dificuldades, perdendo até algum tempo na segunda parte, contrariamente àquilo que idealizamos para a nossa equipa. Hoje, fizemos aquilo que outros têm feito por quatro razões simples. Acima de tudo, estávamos a ganhar por 1-0. Depois, a qualidade do nosso adversário, a necessidade de pontos e a inferioridade numérica. Todas estas situações somadas levaram a que perdêssemos algum tempo e retardássemos o jogo.

De qualquer forma, o que é inquestionável, apesar dos protestos adversários, é que não houve uma palavra em relação às duas faltas extremamente gravosas do lateral Matheus [Reis] na primeira parte. Deveriam ser punidas com amarelo e dariam expulsão.

Depois todos viram que o Filipe Augusto faz uma falta grosseira, leva amarelo e pontapeia a bola. Tinha de levar o segundo amarelo. Isto é elementar. Se não virmos isto, não vemos nada. Não houve nenhuma palavra, embora reconheça que perdemos tempo.

Sou muito contestatário relativamente ao tempo que os árbitros dão, mas hoje fomos obrigados a fazer um bocadinho isso e fomos penalizados com 10 minutos. Penso que foi a única vez em Portugal que esta situação aconteceu”.

Carlos Carvalhal (treinador do Rio Ave): “Estratégia do Gil Vicente? Não surpreendeu. Se eu pedi mais minutos de compensação? Um treinador não pede nada. Esqueçam isso.

Até agora nunca tivemos uma temperatura acima de 23 graus nos jogos em Vila do Conde. A temperatura é altíssima para as duas equipas e é mau jogar assim. Não estamos adaptados a esta situação, mas isso não é desculpa absolutamente nenhuma.

O Gil Vicente fez pela vida. Ao intervalo merecia estar a vencer, devido a alguma dificuldade no nosso enquadramento com bola. Viemos insatisfeitos para a segunda parte e operámos mudanças.

Colocámos o Bruno [Moreira] como ponta de lança, com o [Gelson] Dala e o Mehdi [Taremi] no apoio e dois alas abertos. Atirámo-nos ao jogo a atuar com três defesas e a nossa intenção clara era vencer o jogo.

O lance da grande penalidade é discutível, mas as interpretações são diferentes entre uns e outros. O árbitro teve uma interpretação diferente da nossa e temos de respeitar. Não tenho mais a dizer, até porque não houve mais jogo”.

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Futebol

Gil Vicente vence Rio Ave e ‘acelera’ manutenção

30.ª jornada

em

Foto: Twitter

Um golo solitário de Rodrigão ‘selou’ hoje a vitória do Gil Vicente sobre o Rio Ave, por 1-0, em encontro da 30.ª jornada da I Liga de futebol, que acelerou a manutenção dos minhotos na elite.

Numa tarde de calor abrasivo no Estádio Cidade de Barcelos, o defesa brasileiro faturou aos 39 minutos e assegurou três pontos importantes para os ‘galos’, que atuaram em inferioridade numérica desde os 54, por expulsão de Rúben Fernandes.

O Gil Vicente recuperou o 11.º lugar, com 36 pontos, a nove de distância da zona de despromoção, ao passo que o Rio Ave continua com 47 pontos, marcou passo na luta pelo acesso às provas europeias e colocou o quinto lugar à mercê do Famalicão, que tem menos dois e se desloca hoje ao terreno do Tondela.

Carlos Carvalhal preservou a construção a três a partir de zonas recuadas, assumindo o controlo das operações para atrair a pressão do Gil Vicente e libertar espaço nas ‘costas’ da linha média adversária, como atestou um contra-ataque conduzido na direita por Gelson Dala, aos 10 minutos, quando serviu o cabeceamento torto de Diego Lopes.

O ligeiro ascendente dos vila-condenses perdeu fulgor com a alteração precoce de Filipe Augusto pelo lesionado Al Musrati, aos 22 minutos, proporcionando conforto com bola aos pupilos de Vítor Oliveira, dependentes da rapidez de Baraye e Lourency e do dinamismo de Rúben Ribeiro para desenharem alguns ataques, mas sem efeitos práticos.

Penalizada pela elevada temperatura, a toada desinspirada e algo quezilenta arrastou-se após a pausa para hidratação, à meia hora, sendo desbloqueada através da bola parada, aos 39 minutos, num livre lateral de Rúben Ribeiro na direita, que foi correspondido nas alturas pelo central Rodrigão, sem dar hipóteses ao guarda-redes Pawel Kieszek.

O Rio Ave reforçou a presença ofensiva ao intervalo e ameaçou a igualdade logo na primeira jogada da etapa complementar, graças ao pontapé forte de Gelson Dala, que passou perto do alvo, e deu o mote para uma atitude mais adiantada dos visitados, acentuada com a expulsão do capitão gilista Rúben Fernandes, aos 54 minutos.

Mehdi Taremi cobrou um livre à figura de Denis aos 57, no mesmo minuto em que Lourency derrubou Gelson Dala na área e o árbitro Iancu Vasilica assinalou grande penalidade, decisão que reverteu cinco minutos mais tarde com auxílio do videoárbitro (VAR) e serviu para injetar confiança no conjunto de Barcelos.

À iniciativa do Rio Ave, repleta de trocas posicionais no último terço e sedenta de maior eficácia no cabeceamento de Mehdi Taremi, aos 68 minutos, o Gil Vicente diminuiu os índices de pressão e optou por encarar o avanço do relógio na expectativa, enquanto depositava crença nas transições concluídas por Lourency (65) e Samuel Lino (87).

A formação da foz do Ave ainda viu um golo anulado a Tarantini, aos 82 minutos, devido à posição irregular de Taremi, e ameaçou festejos pelos pés de Bruno Moreira em cima dos ‘descontos’, esforços prejudicados pela previsibilidade com bola dos ‘verde e brancos’, acompanhada pelas constantes interrupções, que premiaram o esforço minhoto.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio Cidade de Barcelos, em Barcelos.

Gil Vicente – Rio Ave, 1-0.

Ao intervalo: 1-0.

Marcador:

1-0, Rodrigão, 39 minutos.

Equipas:

– Gil Vicente: Denis, Alex Pinto, Rodrigão, Rúben Fernandes, Edwin Banguera, Soares, Claude Gonçalves (Vitor Carvalho, 70), Yves Baraye (João Afonso, 56), Rúben Ribeiro (Ahmed Isaiah, 80), Lourency (Samuel Lino, 70) e Sandro Lima (Bozhidar Kraev, 80).

(Suplentes: Bruno Diniz, João Afonso, Hugo Vieira, Vitor Carvalho, Bozhidar Kraev, Samuel Lino e Ahmed Isaiah).

Treinador: Vitor Oliveira.

– Rio Ave: Pawel Kieszek, Nélson Monte (Bruno Moreira, 46), Borevkovic, Matheus Reis, Pedro Amaral (Messias, 46), Tarantini (Leandro Silva, 90), Al Musrati (Filipe Augusto, 22), Carlos Mané, Gelson Dala, Diego Lopes e Mehdi Taremi.

(Suplentes: Paulo Vítor, Filipe Augusto, Bruno Moreira, Nuno Santos, Costinha, Eliseu Nadjack, Rúben Gonçalves, Messias e Leandro Silva).

Treinador: Carlos Carvalhal.

Árbitro: Iancu Vasilica (AF Vila Real).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Edwin Banguera (02), Rúben Fernandes (28 e 54), Pedro Amaral (38), Sandro Lima (80) e Filipe Augusto (83). Cartão vermelho por acumulação de amarelos para Rúben Fernandes (54).

Assistência: Jogo realizado à porta fechada devido à pandemia de covid-19.

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