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Braga

Dois dos três assaltantes do Montepio Geral de Palmeira em prisão preventiva

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Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

Dois dos três assaltantes de bancos detidos segunda-feira pela Polícia Judiciária, os que anteriormente já tinham atuado juntos naquele mesmo tipo de crimes, ficaram em prisão preventiva, enquanto o terceiro está em prisão domiciliária, mas com pulseira eletrónica.

Segundo decidiu o Juízo de Instrução Criminal de Matosinhos, após interrogatórios, o terceiro detido, Paulo “Biscoito”, de Castelo de Neiva, Viana do Castelo, ficará com obrigação de permanência na habitação, vulgo prisão domiciliária, sempre com pulseira eletrónica, enquanto os dois suspeitos de entrarem na agência do Montepio Geral, em Palmeira, Braga, estão já em prisão preventiva.

A PJ atribui-lhes a autoria do assalto à mão armada desta segunda-feira, à agência do Montepio Geral de Palmeira, em Braga, como à dependência do Santander Totta, em Balasar, na Póvoa de Varzim, na manhã de 22 de agosto, no total de apuro dos produtos do roubo de cerca de 30 mil euros, isto é, sete mil euros esta semana em Braga e 23 mil euros em 22 de agosto na Póvoa de Varzim, segundo investigações da Polícia Judiciária.

A Secção Regional de Combate ao Terrorismo e ao Banditismo, da Diretoria do Norte da Polícia Judiciária, deteve a quadrilha na própria segunda-feira, poucas horas depois do roubo em Braga, sabendo-se que o grupo tinha como base Esposende, onde residia o mais novo dos três suspeitos, Um deles, de 39 anos, já com cadastro por assaltos a bancos, assim como Manuel Carvalho, de Viana do Castelo.

Outro, de 58 anos, andava evadido desde que não regressou para o estabelecimento prisional, onde já cumpria uma pena por assaltos a bancos, após a saída precária, tendo encontrado guarida no Alto Minho, alegadamente através do terceiro detido, de Castelo de Neiva, em Viana do Castelo.

O único sem cadastro por assaltos a bancos, mas suspeito por tráfico de droga, terá sido o único a não entrar segunda-feira, cerca das 13 horas, na agência do Montepio Geral de Palmeira, em Braga, mas supostamente tendo ficado dentro do carro furtado destinado ao assalto à mão armada, com uma caçadeira de canos serrados, sendo que os dois comparsas terão entrado naquela dependência bancária com uma pistola e um revólver, armas todas apreendidas pela PJ, a par de munições de calibre de guerra (tipo G-3) e de explosivos com forte capacidade.

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