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Ave

Dois detidos por posse de arma e 10 mil euros em artigos apreendidos na feira de Fafe

Operação da GNR

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Foto: Divulgação / GNR

Dois homens foram detidos e outros três identificados na sequência de uma operação de combate à à contrafação, ao uso ilegal de marca e à venda de artigos contrafeitos, realizada na feira semanal de Fafe, anunciou esta sexta-feira a GNR.


Em comunicado, a guarda destaca 1.519 artigos contrafeitos de várias marcas conhecidas, expostos para venda em bancadas, com um valor estimado de 10 mil euros.

“Durante as diligências os militares apuraram que um homem de 25 anos possuía armas e um homem de 62 anos tinha várias munições sendo que nenhum era possuidor de documentação necessária para a posse de armas”, avança aquela polícia.

Na operação foi apreendido diverso material, destacando-se 1.067 pares de meias, 184 camisolas, seis bolsas, 27 pares de sapatilhas, 70 calções, 19  casacos fato de treino, 55 fatos de treino, duas calças, dez cachecóis, três bandeiras 50 munições e duas armas.

Os suspeitos foram constituídos arguidos e os factos remetidos para o Tribunal Judicial de Fafe.

A operação contou com o reforço do Destacamento de Intervenção de Braga.

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Ave

Idoso detido em Vizela por masturbar-se na rua em frente a duas menores

Assédio sexual

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Foto: DR

Um homem de 70 anos foi detido, na sexta-feira, pelo crime de importunação sexual, depois de ter sido apanhado a masturbar-se em frente a duas menores, em Vizela.

A informação é avançada na edição em papel do Jornal de Notícias deste domingo, dando conta do episódio que ocorreu no Parque das Termas, na passada quarta-feira.

O homem terá abordado as menores naquele espaço público e começou a exibir-se sexualmente, levando a que as menores fugissem imediatamente do local.

Estas apresentaram- queixa no posto territorial de Joane da GNR, já no concelho vizinho de Famalicão.

O homem acabou detido dois dias depois do episódio, após ser formalmente reconhecido por uma das menores.

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Guimarães

“Sou avesso às máscaras”, justifica militante de Guimarães durante convenção do Chega

Covid-19

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Foto: Chega TV

As máscaras de proteção contra a covid-19 usadas por muitos participantes na manhã do primeiro dia da Convenção Nacional do Chega foram “caindo” com o passar das horas e de tarde, na sala, poucos as tinham postas.

À entrada da sala para a II Convenção Nacional do partido, em Évora, um segurança controlou, desde o arranque dos trabalhos, o uso da máscara por quem entrava, sem registo de muitos “prevaricadores” durante a manhã.

Mas, os que não traziam máscara, também tinham “remédio” imediato. Aos seus pés, o segurança teve sempre uma caixa com máscaras, que distribuiu aos “esquecidos”.

Também no corredor de acesso, durante a manhã, foi possível observar que muita gente passou por uma estrutura com um doseador de gel desinfetante e um termómetro de infravermelhos.

Só que, depois de almoço, a “história” já foi outra, constatou a Lusa no local. Na sala com os cerca de 600 participantes, raros eram os que, fila a fila, ainda tinham a máscara colocada no rosto.

“Estou extremamente cansado de estar com ela e, pessoalmente, sou avesso à máscara. É um antro de doenças e não de proteção de doenças”, justificou à Lusa o militante do Chega Adão Pizarro, que viajou até Évora desde Guimarães, com outros três membros da concelhia local.

Questionado sobre se, ao estar sem máscara, não o preocupava a covid-19, o mesmo militante ironizou: “Vamos todos ter de passar pelo vírus. Quando vier, que venha por bem que a gente vai mandar a covid ‘às favas’”.

O seu companheiro de concelhia Rodrigo Freitas, sentado ali ao pé e igualmente sem máscara, comparou o facto de estar na convenção partidária com uma ida ao café

“Entrámos aqui com máscara e agora sentámo-nos e tirámo-la. É como no café”, afirmou.

Chegados só de tarde, Rui Pedro Rodrigues e Maria José Costa, um casal de Lisboa, foram outros dos que dispensaram as máscaras no interior da sala.

“Estamos sem máscara, mas com o distanciamento social necessário. É uma separação consciente e fizemos a desinfeção à entrada”, afiançou Maria José, acrescentando ter “desinfetante na carteira pronto a usar”.

O coordenador do núcleo do Chega em Gondomar (Porto), Durval Padrão, invocou igualmente o facto de estar sentado no seu “cantinho”, distanciado das pessoas, para ignorar a máscara.

“Isto da máscara é violento, é o que acho, ou então é por eu já estar perto dos 50”, disse o antigo dirigente do Partido Democrático Republicano (PDR), do qual se desvinculou por não ter gostado “do que lá se passava”, optando agora pelo Chega, que considera ser “um partido diferente”.

Aliás, a pandemia de covid-19 “foi um ótimo pretexto para quem vive à custa do dinheiro dos contribuintes não fazer nada”, alegou, criticando: “As câmaras e os tribunais aproveitam para fazer o menos possível. Tudo o que é público está parado paradinho”.

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Ave

Foi fazer voluntariado e roubaram-lhe o carro em Famalicão. Associação deixa apelo

Roubo

em

Foto: Facebook de Refood Famalicão

Uma mulher de Famalicão ficou sem o carro, esta tarde de sábado, enquanto fazia ação de voluntariado junto à estação de comboios daquela cidade, nas instalações da Refood.

Numa publicação nas redes sociais, a instituição de solidariedade deixa um apelo a quem possa ter visto o automóvel para que contacte aquela associação ou as autoridades, que já tomaram conta da ocorrência.

O carro, um Toyota Starvan de cor vermelha, estaria estacionado em frente ao centro de operações da Refood quando foi levado por desconhecidos.

A matrícula é 51-77-EQ.

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