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Dívida pública cai 900 milhões para 251.400 milhões em outubro

Segundo o Banco de Portugal

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Foto: DR/Arquivo

A dívida pública cifrou-se em 251,4 mil milhões de euros em outubro, menos 900 milhões de euros do que no final de setembro, beneficiando do reembolso antecipado de dois milhões de euros aos credores europeus, foi hoje anunciado.

Segundo o Banco de Portugal, “para esta diminuição contribuiu essencialmente a redução das responsabilidades em empréstimos, redução essa que se deveu ao reembolso antecipado de 2,0 mil milhões de euros de empréstimos obtidos no âmbito da Facilidade Europeia de Estabilidade Financeira (FEEF) do Programa de Assistência Económica e Financeira e que foi, em parte, compensada pelo aumento de títulos de dívida”.

Em relação à dívida pública líquida de depósitos, o Banco de Portugal afirma que esta registou um aumento de 1,9 mil milhões de euros em relação a setembro, totalizando 234,2 mil milhões de euros, porque os ativos em depósitos das administrações públicas diminuíram 2,8 mil milhões de euros.

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5G: “Gostaríamos que o processo fosse retomado o mais rápido possível” em Portugal

Ericsson

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Foto: DR / Arquivo

A Ericsson gostaria que o processo do 5G “fosse retomado o mais rápido possível” em Portugal, afirmou hoje o diretor da Ericsson Portugal de ‘networks pre-sales’, garantindo que a empresa “está completamente pronta” para o lançamento.

Luís Muchacho respondia a questões dos jornalistas por videoconferência, no âmbito do ‘webinar’ “Ericsson: 5G num mundo em mudança”.

“Gostaríamos de já ter o 5G em Portugal em 2020 por várias razões”, entre elas os casos e aplicações que a quinta geração móvel (5G) permite, e porque “o 5G é uma realidade noutros países” e para que “Portugal não ficasse para trás”, afirmou o responsável.

No entanto, “há a situação da covid-19 que bem conhecemos” e isso “tornou perfeitamente justificável este atraso”, acrescentou Luís Muchacho.

A pandemia de covid-19 levou à suspensão do processo de consulta para os leilões de atribuição das licenças para a quinta geração móvel.

“Gostaríamos que o processo fosse retomado o mais rápido possível”, salientou, referindo que “a Ericsson está completamente pronta para lançar o 5G em Portugal”.

O diretor de redes da Ericsson Portugal disse que a empresa acredita que o 5G “vai trazer valor para Portugal”.

Com a situação da pandemia de covid-19 ficou ainda mais patente “esta necessidade fundamental” de arrancar com a quinta geração móvel, de que as “telecomunicações são de facto um bem fundamental nos dias de hoje”.

O responsável referiu que no período pós-pandemia o 5G vai ser importante, nomeadamente quando se fala no recurso ao teletrabalho com mais frequência, por exemplo.

Luís Muchacho referiu que é importante “ter o 5G mais rapidamente” e “é possível fazê-lo com investimentos controlados”.

Questionado sobre o facto de a Huawei estar fora do ‘core’ das redes 5G em alguns países, o responsável disse que “a Ericsson se abstém de comentar situações que dizem respeito” aos concorrentes.

“A Ericsson nunca foi considerada um fornecedor de risco”, referiu.

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Contas públicas agravam défice em 341 milhões para 1.651 milhões até abril

OE 2020

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Foto: DR / Arquivo

As administrações públicas registaram um défice de 1.651 milhões de euros até abril deste ano, um agravamento de 341 milhões de euros face ao mesmo período de 2019, de acordo com um comunicado do Ministério das Finanças divulgado hoje.

“A execução orçamental em contabilidade pública das Administrações Públicas (AP) registou até abril um défice de 1.651 ME, representando um agravamento de 341 ME face ao período homólogo por via do menor crescimento da receita (5,0%) face ao da despesa (6,1%)”, pode ler-se no comunicado enviado pelo gabinete do ministério liderado por Mário Centeno.

De acordo com as Finanças, a “execução até abril já evidencia os efeitos da pandemia na economia e nos serviços públicos na sequência das medidas de mitigação”, que contribuíram para uma degradação do saldo de “pelo menos 660 milhões de euros”.

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Negociados até mais 35 milhões em apoios para agricultura

Covid-19

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Maria do Céu Albuquerque. Foto: DR / Arquivo

A ministra da Agricultura disse hoje que está em curso a negociação de medidas adicionais para apoiar o setor agrícola, face ao impacto da covid-19, através do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR), que podem mobilizar 35 milhões de euros.

“Está em curso a negociação de uma proposta da Comissão Europeia sobre a possibilidade de mais medidas com vista a apoiar os setores afetados, recorrendo ao Programa de Desenvolvimento Rural (PDR), na medida Covid-FEDER [Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional], que pode vir a mobilizar até 35 milhões de euros”, avançou Maria do Céu Albuquerque, numa audição parlamentar na Comissão e Agricultura e Mar.

A governante sublinhou ainda que o Governo vai reprogramar o PDR 2020, através das medidas já anunciadas e de outras, minimizando as perdas pela diminuição da procura e garantindo as condições para os agricultores e produtores responderem à reabertura do canal Horeca (hotéis, restaurantes e cafés).

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 346 mil mortos e infetou mais de 5,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Quase 2,2 milhões de doentes foram considerados curados.

Portugal contabiliza 1.342 mortos associados à covid-19 em 31.007 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia divulgado hoje.

Relativamente ao dia anterior, há mais 12 mortos (+0,9%) e mais 219 casos de infeção (+0,7%).

O número de pessoas hospitalizadas baixou de 531 para 513, das quais 71 se encontram em unidades de cuidados intensivos (menos uma).

O número de doentes recuperados é de 18.096.

Portugal entrou no dia 03 de maio em situação de calamidade devido à pandemia, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de março.

Esta nova fase de combate à covid-19 prevê o confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa, o dever geral de recolhimento domiciliário e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.

O Governo aprovou novas medidas, entre as quais a retoma das visitas aos utentes dos lares de idosos, a reabertura das creches, aulas presenciais para os 11.º e 12.º anos e a reabertura de algumas lojas de rua, cafés, restaurantes, museus, monumentos e palácios.

O regresso das cerimónias religiosas comunitárias está previsto para 30 de maio e a abertura da época balnear para 06 de junho.

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