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Conselho geral aprova a proposta de transformação do IPCA em Fundação Pública

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Foto: Divulgação

O conselho geral do Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA), aprovou por maioria, no passado dia 24 de novembro, a proposta de transformação do IPCA em fundação pública, nos termos do artigo 129.º do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior.


O processo de transformação do IPCA em fundação pública de direito privado atingiu, esta sexta-feira, um momento crucial ao ser aprovada a proposta em reunião de conselho geral, órgão máximo da instituição.

“Este é um passo fundamental no crescimento e consolidação do IPCA e para a concretização da missão e da visão institucional”, disse Maria José Fernandes, presidente do IPCA.

Entre as vantagens do regime fundacional, a presidente destaca a maior autonomia de gestão dos recursos humanos e financeiros, baseada em princípios de responsabilização e transparência. Nas suas palavras, Maria José Fernandes realça que “esta mudança será feita preservando sempre os valores humanos e salvaguardando os interesses das pessoas que aqui trabalham e estudam, e sempre em benefício de uma Instituição mais forte e mais sólida”.

O presidente do conselho geral, António Marques, enaltece “a forma cordial com que os membros do Conselho Geral trataram uma matéria tão sensível e relevante para a vida da Instituição” e destaca ainda “o sentido institucional e a capacidade visionária em todo o processo de transformação do IPCA em fundação pública”.

O primeiro passo para formalização deste processo aconteceu há mais de um ano e meio quando, presidente do IPCA à data, professor João Carvalho, apresentou ao conselho geral uma proposta com vista a iniciar o processo de transformação do IPCA em fundação pública de direito privado, tendo caracterizado as principais implicações dessa transformação institucional.

Após a aprovação da proposta na passada sexta feira, o dossier completo será agora enviado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior para se iniciar o processo de negociação das condições nos termos da lei.

O processo termina com a publicação em Diário da República do decreto-lei que institui o IPCA como fundação pública com regime de direito privado, após a aprovação pelo Governo.

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Ave

Despiste seguido de capotamento na A7 faz um ferido

Sentido Famalicão-Guimarães

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Foto: Facebook de Bombeiros de Famalicão

Uma pessoa sofreu ferimentos na sequência de um despiste, seguido de capotamento, na Autoestrada n.º 7, em Famalicão, disse a O MINHO fonte do CDOS.

Por motivos que estão por apurar, a viatura terá entrado em despiste quando seguia no sentido Famalicão-Guimarães, ao quilómetro 28,7.

Para o local foi mobilizada uma ambulância de socorro dos Bombeiros de Famalicão, prestando primeira assistência à vítima, cuja idade não foi possível apurar.

O sinistrado foi transportado para uma unidade hospitalar por aquela corporação.

O alerta foi dado cerca das 13:30 horas.

A GNR registou a ocorrência.

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Ave

Guimarães isenta pagamento de taxas da Feira Retalhista e do Mercado Municipal

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

A Câmara de Guimarães deliberou a isenção de pagamento das taxas da Feira Retalhista e do Mercado Municipal até ao final do ano, anunciou hoje a autarquia.

A medida visa apoiar os comerciantes, na retoma da sua economia em época de contingência no âmbito da prevenção à pandemia covid-19.

Em comunicado, a autarquia afirma que, segundo as estatísticas oficiais disponíveis na presente data, o surto epidémico aparenta estar controlado, mas a pandemia provocou uma disrupção do tecido económico e do emprego cujos efeitos apenas agora se começam a sentir em toda a sua amplitude.

Portanto, considera a câmara, tonar-se indispensável que tais medidas se prolonguem no tempo, como forma de mitigar as dificuldades atualmente sentidas pelas famílias e pelas empresas radicadas no Município.

No Mercado Municipal e na Feira Retalhista de Guimarães existe um plano de contingência que obriga a limitação de acessos de clientes, de distanciamento, de comerciantes, de espaços de venda, pelo que o município entende ser necessário apoiar estes comerciantes, na retoma da sua economia.

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Ave

Famalicão é cidade há 35 anos

Efeméride

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Foto: Divulgação / CM Famalicão

No dia 9 de Julho de 1985, a Assembleia da República elevou Vila Nova de Famalicão à categoria de cidade.

Na proposta levada a votação, Famalicão era apresentada como “uma das mais antigas povoações de Portugal”, lembrando que “teve carta de foral a 1 de julho de 1205, por D. Sancho I”.

Com 110.530 habitantes, o concelho apresentava em 1985 uma importância enorme no setor industrial, sublinha a autarquia numa publicação na página de Facebook.

Há 35 anos, só no núcleo urbano de Famalicão residiam “21.850 habitantes; 15.121 eleitores; um hospital permanente com 231 camas; 6 farmácias; duas corporações de bombeiros, duas casas de espetáculos; o centro cultural da Fundação Cupertino de Miranda; três biblioteca, seis instalações hoteleiras; nove estabelecimentos de ensino; 546 carreiras diárias urbanas e suburbanas; 33 táxis; uma estação de caminhos de ferro; quatro jardins ou parques públicos; com feira semanal e mercado diário; duas repartições de finanças e um estádio municipal.”

A proposta terminava referindo que “torna-se assim claro que a pretensão de Vila Nova de Famalicão passar a ter a categoria de cidade é um direito natural, já que se trata de a Assembleia da República reconhecer aquilo que Vila Nova de Famalicão é na realidade, ou seja, um grande centro urbano!”

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