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Região

Cinco concelhos do Minho com projetos de regeneração urbana financiados pelo IFRRU

Barcelos, Braga, Guimarães, Ponte de Lima e Viana do Castelo

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Foto: DR / Arquivo

O IFRRU2020 – Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas deu como elegíveis projetos de cinco concelhos do Minho, anunciou hoje o Ministério das Infraestruturas e da Habitação, sem elencar, no entanto, quais são as obras.

Barcelos, Braga, Guimarães, Ponte de Lima e Viana do Castelo estão entre os 57 municípios, a nível nacional, que recebem uma fatia de um bolo de 500 milhões de euros de investimento, para um total de 164 projetos contratualizados para a reabilitação integral de edifícios.

Após as obras de reabilitação e melhoria do desempenho energético nos 164 imóveis intervencionados, “70 destes edifícios terão uso habitacional, 86 serão destinados a atividades económicas e os restantes oito a equipamentos de utilização coletiva e na área social”, avançou o gabinete do ministro das Infraestruturas e da Habitação.

“A maioria dos projetos (125) é promovida por empresas e os restantes por particulares, Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e câmaras municipais”, indicou a mesma fonte, em comunicado, acrescentando que se localizam em 57 municípios das várias regiões do país.

Atingindo os 500 milhões de euros, este investimento no âmbito do IFRRU2020 vai permitir “reabilitar 770 habitações, fixar 995 novos residentes e obter uma redução anual do consumo energético após a reabilitação comparável ao consumo de três anos de um grande hospital público”, promovendo, assim, uma reabilitação urbana sustentável.

Além disso, a reabilitação dos edifícios vai “criar 2.684 postos de trabalho”, indicou fonte da tutela das pastas das Infraestruturas e da Habitação.

Os projetos em execução localizam-se nas Áreas de Reabilitação Urbana, que são delineadas pelos municípios em conformidade com a política urbana local.

Entre os 57 municípios com financiamentos IFRRU2020 estão Abrantes, Águeda, Albergaria-a-Velha, Amarante, Aveiro, Barcelos, Barreiro, Beja, Braga, Câmara de Lobos, Cascais, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Covilhã, Elvas, Évora, Faro, Ferreira do Zêzere, Figueira da Foz, Funchal, Gouveia, Guimarães, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Mafra, Mangualde, Matosinhos, Mirandela, Moimenta da Beira, Moita, Nazaré, Odemira, Oeiras, Penamacor, Pombal, Ponta Delgada, Ponte de Lima, Ponte de Sor, Porto, Póvoa de Varzim, Santa Maria da Feira, Santarém, Santiago do Cacém, Santo Tirso, São João da Madeira, Setúbal, Silves, Sintra, Soure, Trofa, Viana do Castelo, Vila Franca de Xira, Vila Nova de Gaia, Vila Real e Viseu.

Em 2018, o programa IFRRU2020 encerrou o ano com 71 contratos assinados, envolvendo 27 municípios, num investimento de 265 milhões de euros.

Criado no âmbito do Portugal 2020 (acordo de parceria adotado entre Portugal e a Comissão Europeia), o IFRRU2020 é um instrumento financeiro que visa contribuir para a revitalização das cidades e para a reabilitação integral de edifícios, com uma forte aposta na eficiência energética, através da disponibilização de empréstimos com condições mais favoráveis face às existentes no mercado (em termos de taxas de juro, maturidades e períodos de carência).

Com uma capacidade de financiamento de 1.400 milhões de euros, o IFRRU2020 “é o maior programa de incentivo à reabilitação urbana lançado em Portugal”, que proporciona “as melhores condições para todos os que pretendam investir na reabilitação do edificado urbano”, segundo informação do Ministério das Infraestruturas e da Habitação.

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Braga

Bananeiro em Braga à espera de milhares na véspera de Natal

Bananas e Moscatel

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Foto: Divulgação

Aproxima-se o Natal e, com ele, uma das tradições mais afamadas da cidade de Braga, comer uma banana e beber moscatel na Casa das Bananas, mais conhecida como Bananeiro.

Nos dias que antecedem o Natal, com especial incidência para a tarde/início de noite da consoada (dia 24), os bracarenes (e não só) acorrem à rua do Souto para fazer cumprir a tradição.

A adesão costuma ser tanta que cria-se uma verdadeira multidão, com largos milhares de pessoas, de copo (de plástico) numa mão e uma banana amadurecida na outra.

A verdadeira história do Bananeiro de Braga. E de Viana

Manuel Jorge, o atual proprietário, não deixou morrer o hábito que já vinha do pai, Manuel Rio, fundador do atual bananeiro, criando, nos últimos anos, uma verdadeira tradição.

 

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Aqui Perto

Guarda da GNR de Mondim de Basto condenada por ameaçar superior com pistola

Pena suspensa

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Foto: Ilustrativa / DR

O Tribunal de S. João Novo, do Porto, condenou hoje a dois anos de prisão, suspensos por igual período, uma militar da GNR de Mondim de Basto que respondeu pelo crime de insubordinação por ameaças ou outras ofensas, por ter apontado uma pistola, carregada e municiada, a um superior hierárquico.

A guarda fica, ainda, obrigada a pagar-lhe mil euros de indemnização, bem como 30 euros, a despesa de uma consulta de psicologia que teve de fazer, após o ato.

A acusação, dada como provada, refere que Carla Fernandes apontou a pistola ao guarda principal Luís Borges, seu chefe de patrulha, em pleno posto da GNR em Mondim de Basto. Tê-lo-á feito, em maio de 2018, após uma discussão em que caiu ao chão.

Empurrão

A arguida diz que levou um encontrão no ombro que a fez tombar, mas a versão do colega é a contrária, a de que foi ela que caiu após lhe ter dado um empurrão.

Outros dois militares do posto corroboram a versão do guarda principal. Na primeira audiência, a militar disse que o guarda Borges a importunava, com atitudes de cariz sexual, como a de a “tentar beijar” ou de “tentar meter-lhe a mão entre as pernas quando iam numa viatura da Guarda. O que este nega, dizendo que ela, exaltada, o insultou, chamando-lhe “burro”, e o ameaçou, sem razão aparente.

Os factos ocorreram na noite de 19 para 20 de maio de 2018, no posto, quando ambos iam para uma patrulha, depois de terem estado 15 horas em serviço, pago, no rali de Portugal. Patrulha que ficou sem efeito.

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Barcelos

PSD/Barcelos exige que autarca peça desculpa por críticas a propósito do concerto de Júlio Iglésias em 2004

Aos dirigentes da EMEC- Empresa Municipal de Cultura e Educação

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Foto: DR / Arquivo

O PSD de Barcelos congratulou-se, hoje, em comunicado, com a vitória judicial no caso dos pagamentos ao cantor Júlio Iglésias, mas exigiu ao Presidente da Câmara, Miguel Costa Gomes que faça um pedido desculpa aos dirigentes da EMEC- Empresa Municipal de Cultura e Educação, que a geriam em 2004, e ao PSD de Barcelos, em seu nome pessoal, em nome dos executivos e em nome do PS.

O Tribunal Central Administrativo do Norte (TCAN) acaba de confirmar que a Empresa Municipal já pagou tudo o que tinha a pagar pelo concerto de Júlio Iglésias em 2004. Por acórdão de 31 de Outubro – lembra o PSD – o tribunal decidiu que o contrato ficou saldado, quando estava em causa uma ação movida pela empresa representante de Júlio Iglésias, que exigia o pagamento de 130 mil euros, mais juros.

Já em Janeiro de 2019, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga tinha absolvido a EMEC do pagamento de 130 mil euros à empresa GOLDEN CONCERTS, referente ao concerto de Júlio Iglésias, aquando da inauguração do Estádio Cidade de Barcelos, em 2004.

Após esta reclamação da GOLDEN CONCERTS em 2012, os executivos PS e o Presidente da Câmara responsabilizaram publicamente os Dirigentes da EMEC à época, com todos os efeitos políticos que pretenderam e daí resultaram.

Tribunal confirma que Barcelos nada deve pelo concerto de Júlio Iglésias em 2004

Agora, sublinha o presidente da Concelhia José Novais, é caso para afirmar que “no único caso judicial que a Câmara não queria ganhar, ganhou”.

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