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Alto Minho

CIM do Alto Minho apela à participação de escolas em concurso sobre a região

‘Alto Minho School4All’

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Foto: Ilustrativa / DR

O presidente do conselho intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho apelou hoje à participação de mais estabelecimentos de ensino e alunos no concurso escolar sobre a região que promove desde 2017, e a um maior envolvimento das autarquias.


Vítor Paulo Pereira, que é também presidente da Câmara de Paredes de Coura, que falava em conferência de imprensa realizada em formato ‘online’, disse que o concurso escolar “Alto Minho School4All”, com tema “Alto Minho 2030 – Que futuro?”, “é um laboratório para estimular a criatividade dos alunos”.

“É um concurso que leva a cultura às escolas. É uma oportunidade singular que os alunos têm para conhecerem o território onde habitam, através de dinâmicas artísticas e que deve ser incentivada, com maior envolvimento de todos, comunidade educativa e autarquias”, afirmou o autarca socialista.

Vítor Paulo Pereira destacou que o concurso escolar, cuja quarta edição foi hoje apresentada, depende “muito do empenho e da paixão dos professores” para a mobilização de “cada mais vez mais turmas e alunos”.

A iniciativa é dirigida aos mais de 22 mil alunos dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos e do ensino secundário, bem como das escolas profissionais do Alto Minho, englobando três categorias: ilustração (pintura ou desenho), criação literária e vídeo.

Tem como objetivo “promover o espírito criativo e inovador no território do Alto Minho”.

De acordo com dados avançados à Lusa pela CIM do Alto Minho, que agrega os 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo, nas três edições até agora realizadas “participaram um total de 40 estabelecimentos de ensino, públicos ou privados”.

No total foram apresentados “105 trabalhos de turmas de diferentes níveis de ensino, quer do regular, quer do ensino profissional”.

No primeiro ano do concurso, 2017/2018, participaram 22 escolas e concorreram 46 trabalhos. No ano letivo 2018/2019, o número de escolas caiu para as 11 e de trabalhos para os 32.

Na última edição, cujos vencedores foram hoje divulgados na sessão ‘online’, participaram seis escolas, com 26 trabalhos.

“A terceira edição do concurso, relativo ano letivo 2019/2020, decorreu em período de confinamento, o que tornou ainda mais meritório o trabalho e participação de todos os alunos e professores que, apesar de todos os constrangimentos, participaram e submeteram os seus trabalhos”, sublinhou a CIM do Alto Minho.

O prazo para a entrega dos trabalhos concorrentes à quarta edição, com o tema “Alto Minho 2030-Que Futuro?”, termina a 24 março de 2021.

O concurso integra o projeto “+REDE” – Coordenação, Dinamização, Acompanhamento e Monitorização Transversal”, do Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar – PIICIE “Alto Minho – School4All,” e é cofinanciado pelo Norte 2020.

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Alto Minho

Caminha quer resposta “à medida” dos concelhos no nível mais alto de risco

Covid-19

em

Foto: Imagem CM Caminha

O presidente da Câmara de Caminha defendeu hoje a implementação de cinco “respostas e soluções desenhadas à medida” dos concelhos que venham a integrar o nível mais elevado de risco em função da incidência da covid-19.

Em declarações hoje à agência Lusa, o socialista Miguel Alves disse compreender a eventual definição pelo Governo de patamares de risco em função da incidência da doença causada pelo SARS-Cov-2, mas exigiu que “as respostas sanitárias e as compensações económicas sejam majoradas de acordo com o mesmo critério”.

“Confirmando-se a aplicação de restrições mais gravosas para 28 concelhos que estão no vermelho, quase todos na região Norte, é absolutamente necessário que as mesmas sejam acompanhadas por medidas e soluções desenhadas à medida dessa circunstância”, sublinhou.

Para Miguel Alves, que é também presidente do Conselho Regional do Norte, “não se pode apertar o garrote à economia e à vivência comunitária desses territórios sem encontrar soluções e respostas específicas para os específicos problemas criados”.

“De acordo com os números mais recentes apresentados pela Direção-Geral da Saúde (DGS), Caminha apresenta um índice de 970 novos casos de infeção por 100 mil habitantes, estando incluído no escalão mais grave de incidência cumulativa de casos nos últimos 14 dias”, explicou.

“De acordo com as notícias mais recentes, estes números servirão de critério para o Governo aplicar medidas mais restritivas”, acrescentou.

Para responder a essas restrições, defendeu o “reforço da informação entre entidades”, afirmando ser “incompreensível que o município de Caminha não tenha acesso aos dados por freguesias, não conseguindo traçar um mapa da situação epidemiológica no seu próprio território como condição importante de eficácia no combate à doença”.

O autarca propõe também a implementação, “desde já, de respostas majoradas de apoio à restauração, ao comércio local, à cultura ou às autarquias”.

“Se estes territórios, os seus comércios ou restaurantes, tiverem três vezes mais fins de semana condicionados do que os restantes, têm de ter três vezes mais apoios, financiando campanhas de divulgação ou criando medidas novas que paguem pelo pagamento de rendas ou de despesas fixas”, sugeriu.

No futuro, defendeu também, “estes territórios devem ser discriminados positivamente na adesão a fundos para investimento em cultura, reabilitação urbana, divulgação do comércio, de modo a renovarmos a sua atratividade”.

“A própria autarquia, que sempre fará um esforço maior, deverá ter a possibilidade de aderir a planos de incremento de tesouraria mais simplificados”, observou.

Segundo o autarca de Caminha, a aplicação de mais restrições também “deve ser acompanhada de um plano intensivo de rastreamento em lares, centros de dia, unidades de cuidados continuados, centros de saúde e todas as escolas, de todos os ciclos, incluindo as profissionais”.

O socialista defendeu ainda que os autarcas dos concelhos que venham a integrar o nível mais alto de risco da doença “devem ser chamados a participar nas reuniões do Infarmed”, porque só assim podem “conhecer melhor a evolução da situação epidemiológica no país e nos territórios”, bem como podem “colocar as questões aos especialistas, contribuindo, também, para futuras decisões”.

Por fim, Miguel Alves insta à criação de “um núcleo de acompanhamento e avaliação da aplicação destas medidas no território, que não se limite a tomar nota da evolução dos números, mas que possa estar no território, perceber as fragilidades e propor soluções”.

“Esta equipa deverá apresentar relatório simplificado da situação a cada 15 dias, contribuindo para as decisões que o Governo terá de tomar”, referiu.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,3 milhões de mortos no mundo desde dezembro do ano passado, incluindo 3.632 em Portugal.

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Alto Minho

Alto Minho tem 1.306 casos ativos. Maiores subidas em Ponte de Lima, Viana e Caminha

Dados locais

em

Foto: DR / Arquivo

O Alto Minho tem, atualmente, 1.306 casos ativos de covid-19, mais 150 entre segunda e quarta-feira, segundo dados recolhidos por O MINHO junto da Unidade Local de Saúde do Alto Minho, atualizados às 17:00 de ontem.

O distrito de Viana do Castelo soma, desde o início da pandemia, 3.174 casos, mais 193 nestes dois dias.

Há a lamentar 88 óbitos, mais três desde segunda-feira, todos em Caminha.

Contam-se ainda 1.780 recuperados, mais 40 desde segunda-feira.

As maiores subidas de casos ativos verificaram-se em Ponte de Lima, Viana do Castelo, Caminha e Valença.

Ponte de Lima tem agora 360 casos ativos (+49), Viana do Castelo 342 (+32), Caminha 181 (+30) e Valença 150 (+20).

De resto, todos os concelhos registam aumento de casos ativos, embora menos acentuados.

Cerveira tem 58 casos ativos (+1), Paredes de Coura 41 (+2), Monção 38 (+4), Arcos de Valdevez 90 (+6), Melgaço 18 (+4) e Ponte da Barca 28 (+2).

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Alto Minho

Caminha com 181 casos ativos e mais três mortes por covid-19

Dados locais

em

Foto: DR / Arquivo

Mais três pessoas morreram por covid-19 em Caminha entre segunda e quarta-feira, de acordo com o boletim da ULSAM – Unidade Local de Saúde do Alto Minho, atualizado às 18:00 de ontem.

Caminha regista atualmente 10 óbitos por covid-19.

Aquele concelho do Alto Minho conta com 181 casos ativos, mais 30 em dois dias.

Desde o início da pandemia, Caminha já registou 386 casos confirmados e 195 pessoas já recuperaram da doença.

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