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Centro de vacinação de Famalicão está a funcionar normalmente

Falha de energia estragou 5.000 vacinas

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Foto: Ilustrativa / DR

O Centro de Vacinação de Famalicão, onde cerca de 5.000 doses de vacinas ficaram inutilizadas devido a uma falha elétrica durante esta madrugada, está a funcionar normalmente, garantiu a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte).

Depois de verificada esta situação, o centro abriu hoje portas às 10:00 e, desde essa hora, já foram administradas 300 doses de vacinas contra a covid-19, confirmou à Lusa a ARS-Norte.

Por isso, as convocatórias não sofreram alterações e mantêm-se para a parte da tarde, sublinhou.

Devido à inutilização destas 5.000 doses, este centro de vacinação recebeu vacinas contra a covid-19 de outros agrupamentos de centro de saúde como, por exemplo, de Braga, adiantou.

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde confirmou hoje que cerca de 5.000 vacinas, e não 3.500, ficaram inutilizadas na sequência da falha energética que ocorreu esta madrugada neste centro de vacinação.

Neste âmbito, a ARS do Norte vai abrir um inquérito para apurar as “devidas responsabilidades” nesta situação, afirmou António Lacerda Sales, no final da cerimónia de entrega da Bolsa D. Manuel de Mello, no Porto.

“Estas vacinas serão, obviamente, substituídas e ninguém ficará por vacinar”, garantiu.

Em conferência de imprensa, o presidente da Câmara de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, explicou ao final da manhã que a falha energética apenas se registou na parte onde estão armazenadas as vacinas, instalada num complexo cedido às autoridades de saúde pela autarquia, acrescentando que está em curso um inquérito por parte da autarquia e das autoridades de saúde.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.046.134 mortos no mundo, resultantes de mais de 142,8 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.951 pessoas dos 831.645 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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