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Viana do Castelo

Legislativas: Anacoreta Correia cabeça de lista do CDS em Viana do Castelo

Eleições Legislativas

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Foto: Facebook de Assunção Cristas (Arquivo)

A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, vai liderar a lista centrista de Lisboa nas legislativas de outubro e a sua “vice” Cecília Meireles será “número um” no Porto, segundo uma proposta feita, esta sexta-feira, pela direção do partido, na qual coloca Filipe Anacoreta Correia, a cabeça de lista no distrito de Viana do Castelo.

Assunção Cristas apresentou ontem, em Lisboa, ao conselho nacional do partido, a chamada quota nacional, da responsabilidade da comissão política, que será votada no final da reunião.

Os dois maiores círculos do país, Lisboa e Porto, serão, assim, liderados por mulheres, de acordo com a lista a que a Lusa teve acesso.

No distrito de Viana do Castelo, Anacoreta Correia irá substituir Abel Baptista, que, em 2016, abandonou o partido.

CDS está “um passo à frente” com aprovação de lista às legislativas

Assunção Cristas optou por deixar Leiria, onde foi candidata noutras eleições, inclusive quando o CDS concorreu coligado com o PSD. A lista neste distrito será encabeçada por outra mulher, a ex-jornalista da Rádio Renascença Raquel Abecassis (independente), que já fora candidata do partido à freguesia das Avenidas Novas, em Lisboa, nas autárquicas.

O líder da Juventude Popular, Francisco Rodrigues dos Santos, é indicado para número dois na lista do Porto.

No maior círculo do país, Lisboa, depois de Cristas, surgem na lista os deputados Ana Rita Bessa, João Gonçalves Pereira, que também é líder da distrital, Pedro Morais Soares, secretário-geral e que não estava no parlamento, Isabel Galriça Neto, outra deputada, e em último lugar Sebastião Bugalho, independente, ex-jornalista, colunista e analista político,

Na lista do Porto, depois de Cecília Meireles, estão Francisco Rodrigues dos Santos, Fernando Barbosa, líder da distrital, e Isabel Menéres Campos, jurista e docente na Universidade Católica do Porto.

No total, há nove deputados como cabeças-de-lista: Assunção Cristas em Lisboa, Cecília Meireles no Porto, Nuno Magalhães, líder parlamentar, em Setúbal, João Almeida em Aveiro, Telmo Correia em Braga, João Rebelo em Faro, Patrícia Fonseca em Santarém, Filipe Anacoreta Correia em Viana do Castelo e Helder Amaral em Viseu.

De saída está Teresa Caeiro, até agora eleita pelo círculo de Faro.

Em Beja, a cabeça-de-lista proposta é Inês Palma Teixeira, em Bragança, Nuno Moreira, em Castelo Branco, Assunção Vaz Pato, em Coimbra, Rui Lopes da Silva, ex-jornalista da RTP, um independente que é chefe de gabinete de Cristas, e na Guarda, Henrique Monteiro.

Em Évora, a escolha recaiu em Paulo Pessoa de Carvalho, em Portalegre é José Manuel Rato Nunes e em Vila Real Patrique Alves.

No círculo Fora da Europa, o CDS escolheu Gonçalo Nuno Santos, ex-militante do PSD na Madeira e que chegou a exercer funções no Governo Regional, com a pasta das Comunidades.

No círculo da Europa, a cabeça-de-lista é Melissa da Silva, filha de emigrantes em França.

Nos Açores e na Madeira, os cabeças-de-lista são escolhidos pelos órgãos regionais, “no respeito pelas autonomias”, de acordo com os critérios aprovados em janeiro pelo conselho nacional, principal órgão entre congressos.

Os restantes candidatos às legislativas serão indicados pelas estruturas distritais, em diálogo com a direção nacional.

Na reunião de otenm será também votada a lista do CDS, que volta a ser encabeçada por Nuno Melo, às eleições europeias de 26 de maio.

O CDS-PP é, deste modo, o primeiro partido a iniciar formalmente o processo de escolha de candidatos a deputados nas legislativas, agendadas para 06 de outubro.

Nas legislativas de outubro de 2015, o CDS-PP concorreu em coligação com o PSD, tendo os dois partidos obtido 36,8% dos votos. Os centristas elegeram 18 deputados.

Há cinco anos, nas europeias de 2014, centristas e sociais-democratas também concorreram em aliança, tendo obtido 26,7% dos votos, atrás do PS. A coligação elegeu sete eurodeputados, seis do PSD e um do CDS-PP.

Nas legislativas de 2011, ganhas pelo PSD, os centristas, então liderados por Paulo Portas, conseguiram 11,7% dos votos e elegeram 24 deputados, tendo depois formado uma aliança com os sociais-democratas.

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Viana do Castelo

Viana: Morreu o padre Manuel Fraga, antigo pároco de Darque

Natural de Subportela

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Foto: DR

Morreu, aos 71 anos, o padre Manuel Fraga, antigo pároco de Darque e Deão, anunciou esta segunda-feira a diocese de Viana do Castelo.

Manuel Maciel Fraga, natural de Subportela, Viana do Castelo, foi ordenado sacerdote em agosto de 1974, na Sé de Braga, sendo nomeado vigário cooperador da paróquia de Meadela, também na diocese de Viana do Castelo.

Foi pároco de Deão, entre 1975 e 1982, rumando a Darque, onde paroquiou até 2015, tendo abandonado por questões de saúde.

Fundou, em Darque, o Centro Paroquial de Promoção Social e Cultural local, onde exerceu funções de presidente da direção.

Foi um dos mais incansáveis promotores dos “Convívios Fraternos”, da diocese de Viana do Castelo.

As celebrações exequiais decorrem esta terça-feira, às 15:00, na igreja paroquial de Darque e são presididas por D. Anacleto Oliveira, bispo de Viana do Castelo.

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Viana do Castelo

Luís Nobre recolhe apoios no PS como futuro candidato à Câmara de Viana do Castelo

Autárquicas 2021

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Foto: DR / Arquivo

Luís Nobre, de 48 anos, atual presidente da comissão política concelhia de Viana do Castelo, foi apontado, durante as jornadas autárquicas locais do partido, como preferencial na escolha de candidato à autarquia em 2021.

Em comunicado, a concelhia socialista refere que o antigo autarca de Deocriste recolhe apoios do atual presidente da Câmara, José Maria Costa e da presidente da Assembleia Municipal, Flora Silva, assim como do presidente da bancada socialista na AM, Carlos Resende.

De acordo com os altos dirigentes socialistas do concelho, Luís Nobre é “um grande conhecedor dos ‘dossiers’, (possui) uma grande honestidade de trabalho e uma capacidade de mobilização e de liderança necessários para os futuros desafios”.

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Viana do Castelo

Mais onze anos de cadeia para triplo homicida de Viana

Por tráfico de droga

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Foto: DR

Um recluso já sentenciado por triplo homicídio, rapto e fuga ao sistema prisional foi hoje condenado a mais 11 anos de prisão por liderar uma rede de tráfico de droga para a cadeia de Coimbra.

Num acórdão proferido no tribunal criminal de São João Novo, no Porto, três outros arguidos acusados por coenvolvimento no tráfico – um segundo recluso e duas mulheres – foram igualmente condenados a penas de cadeia entre cinco anos e quatro meses e sete anos.

O tribunal considerou provado que autor do massacre de 1995 em Vila Fria, Viana do Castelo, Rui Mesquita Amorim, comprava a droga a um antigo colega de reclusão entretanto libertado e cujo paradeiro é agora desconhecido das autoridades. Trata-se de Fernando Borges, um membro do chamado “Gangue de Valbom”, grupo de Gondomar que em 2006 e 2007 assaltou dezenas de ourivesarias e farmácias.

O esquema foi montado, segundo a tese do Ministério Público (MP) aceite pelo tribunal, com o auxílio das duas mulheres: uma amiga que visitava regularmente o triplo homicida e a companheira do outro recluso, condenado por roubo.

Na primeira audiência de julgamento, Rui Mesquita Amorim e outro recluso arguido optaram pelo silêncio. Mas as mulheres acusadas no processo prestaram declarações para confirmar, parcialmente, as imputações do MP que atribuiu a ambas o papel de “correio” para o interior da cadeia e a uma delas a cedência da sua conta bancária para facilitar e dissimular os pagamentos das drogas pelos consumidores.

O tribunal valorou os testemunhos das duas arguidas, conjugados com escutas telefónicas, filmagens e vigilâncias policiais.

Rui Mesquita Amorim e uma das mulheres foram condenados por tráfico de droga agravado e branqueamento de capitais e os outros dois arguidos foram condenados só pelo tráfico de droga agravado.

O principal arguido terá lucrado 16 mil euros com o tráfico. Onze mil já tinham sido apreendidos e os restantes cinco mil terão de ser agora entregues ao Estado.

Nas alegações finais, o procurador do MP tinha pedido a condenação dos quatro acusados, “em especial do Rui [Mesquita Amorim] porque era o dono da droga”.

Já as defesas dos quatro arguidos oscilaram entre o pedido total de absolvição ou a admissão de condenações a penas suspensas. “próximas do mínimo”, no dizer de um dos advogados.

Rui Mesquita Amorim protagonizou em 1995 o massacre de Vila Fria, Viana do Castelo, matando à facada um tio, uma tia e um sobrinho, e em abril de 2002 consumou três crimes de rapto simples e um de extorsão agravada, em Portuzelo, no mesmo concelho do Alto Minho.

É também o homem que no dia de Natal de 2001 se evadiu, junto ao hospital de Vila Franca de Xira, no distrito de Lisboa, de uma carrinha celular do Estabelecimento Prisional de Vale de Judeus, onde cumpria uma pena de 20 anos de cadeia.

Em 2017, já na cadeia de Coimbra, passou a beneficiar de saídas precárias e, segundo o processo agora em julgamento no Juízo Central Criminal do Porto, aproveitava essas saídas para comprar droga destinada a tráfico no interior no estabelecimento prisional, de acordo com o MP.

Enquanto os dois homens arguidos cumprem penas por outros crimes, as duas mulheres estão em prisão preventiva à ordem deste processo, situação em qud se vão manter enquanto o acórdão não transitar em julgado.

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