Seguir o O MINHO

Ave

Carpintaria de Famalicão “equipou” loja oficial do PSG

em

Uma carpintaria de Famalicão acaba de entregar a nova loja oficial do Paris Saint-Germain, juntando assim mais um “importante título” ao seu “palmarés”, onde já constava a megastore do Barcelona, informou um dos responsáveis da empresa.

Joaquim Machado, da Carpintaria S. José, disse que a loja do Paris Saint-Germain abriu ao público no último fim de semana, no Parque dos Príncipes, na capital francesa.

“Todo o mobiliário e toda a decoração foram feitas na nossa carpintaria”, referiu, adiantando que esta empreitada significou um encaixe financeiro de cerca de 250 mil euros.

Aquela carpintaria, que começou por construir carros de bois, já tinha sido a responsável pela decoração da megaloja oficial do Futebol Club de Barcelona, no Camp Nou, um contrato de 400 mil euros.

Em 2015, conta faturar mais de 8 milhões de euros, o dobro em relação ao ano anterior.

Nos últimos tempos, admitiu mais 40 trabalhadores, totalizando agora 125, tendo também investido em instalações e maquinaria, para conseguir dar resposta às “crescentes solicitações” do mercado do Médio Oriente e à entrada no mercado sul-americano.

A experiência industrial e comercial da família Machado no setor da carpintaria remonta ao avô dos atuais gerentes, que em inícios dos anos 30 do século XX começou a fabricar portas, janelas e soalhos, mas também muita tanoaria e muitos carros de bois.

Há 12 anos, aproveitando o boom de centros comerciais em Portugal, a Carpintaria S. José começou a entrar na área da decoração de lojas, que é hoje em dia a sua principal aposta.

Esta aposta abriu à empresa as portas da exportação, que já absorve cerca de 70 por cento da sua produção.

No seu currículo, a CSJ conta com a execução e remodelação de lojas e espaços comerciais de muitas das mais conhecidas marcas nacionais e internacionais, em centros comerciais e ruas da Europa, assim como na Ásia, no norte de África e na América do Sul.

Anúncio

Famalicão

GNR ‘liberta’ 25 aves exóticas durante fiscalização rodoviária em Famalicão

Espécimes foram entregues ao ICNF

em

Foto: GNR (Divulgação)

O Comando Territorial de Braga da GNR, através do Núcleo de Proteção Ambiental de Barcelos, identificou um homem de 60 anos, na passada quinta-feira, por detenção ilegal de 25 aves, no concelho de Vila Nova de Famalicão, anunciou hoje a GNR.

Em comunicado, o comando territorial indica que a identificação deu-se na sequência de uma fiscalização rodoviária: “Os militares verificaram que o infrator tinha na sua posse 25 aves, dez roselas (Platycerus Elegans) e 15 tuins (Forpus Coelestis), sem que tivesse a licença adequada para esse fim”.

“A ação resultou na identificação do infrator e na apreensão das aves e respetivas gaiolas, tendo sido elaborado o auto de contraordenação, punível com uma coima de 10 mil euros até 100 mil euros”, refere a guarda.

As aves foram entregues na delegação de Braga do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, sediado na região do Gerês.

Continuar a ler

Guimarães

Guimarães: Libertado devido à escassez de provas nas investigações da GNR

Recluso de Guimarães saiu após três meses de prisão preventiva

em

Foto: O MINHO

Um homem que esteve durante três meses em prisão preventiva, foi libertado pelo Tribunal da Relação de Guimarães, devido à escassez das investigações da GNR de Braga, que lhe imputavam tráfico de droga, sem que tivesse sido reunido um conjunto de indícios suficientes e seguros nesse mesmo sentido.

O suspeito, residente na cidade de Guimarães, foi imediatamente devolvido à liberdade, já que aquele tribunal superior considera tratar-se eventualmente de consumidor-traficante, pois as investigações da GNR não darão para mais.

Em causa está uma operação realizada em meados de junho deste ano através do Comando Territorial da GNR de Braga, que levou à apreensão de cocaína, haxixe e MDMA, com um total de oito presos preventivos, mas na sequência do recurso, a Relação de Guimarães considera que os suspeitos não podem ser avaliados todos pela mesma bitola, até pela escassez de prova quanto ao arguido que recorreu, explicando-se a razão de ser da sua imediata libertação.

“O que é certo é que na revista efetuada ao recorrente nada de relevante lhe foi encontrado e que na busca domiciliária apenas quatro doses de canábis (resina) com o peso bruto de 6,8 g, sem que nesta tivessem sido apreendidos quaisquer objetos ou valores habitualmente relacionados com a atividade de tráfico de estupefacientes, como por exemplo, recipientes com vestígios de estupefacientes, balanças e quantia em dinheiro significativa”, diz a Relação.

“As escutas telefónicas são pouco esclarecedoras”, tal como as testemunhas, “referindo a primeira que, no dia da sua interceção pela autoridade policial e da detenção do arguido, lhe ia comprar cocaína, por indicação do [J.S]”, só que na verdade “não chegou a comprar-lha porque aquele não a tinha”, refere a Relação de Guimarães, salientando que “também sabemos o que acontece com frequência em depoimentos desta natureza prestados perante a entidade policial ou seja que os mesmos mudam muitas vezes na sede de julgamento”.

“Consideramos que esses indícios só são suficientemente precisos e graves, relativamente a um eventual crime de tráfico de menor gravidade, o qual por força da medida da pena abstrata aplicável não admite a medida cautelar da prisão preventiva”, segundo estabelece o acórdão decidido por unanimidade.

Advogado satisfeito

O advogado Pedro Carvalho, de Guimarães, referiu a O MINHO que “a prisão preventiva era neste caso concreto absolutamente injustificada”.

Advogado Pedro Carvalho. Foto: O MINHO

“Felizmente o Tribunal da Relação de Guimarães deu-nos razão e revogou a decisão, determinando a libertação imediata do meu constituinte, que já regressou assim a casa e poderá refazer a vida face à sua reclusão durante três meses na Cadeia Regional de Braga, quando afinal nunca se justificava”.

Continuar a ler

Guimarães

Mais de 8 mil escuteiros “abriram o ano” em Guimarães

CNE

em

Abertura do ano escutista em Guimarães. Foto: Agrupamento Escuteiros 373 de Beiriz

A Sessão Protocolar da Abertura Regional do Ano Escutista 2019/2020 (ARAE) que teve lugar ao final da manhã de ontem, domingo, 13 de outubro, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Guimarães, foi presidida por Domingos Bragança, Presidente da Câmara, que a seu lado teve Dom Nuno Almeida, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Braga, Ivo Faria, Chefe Nacional do CNE, Hugo Cunha, Chefe Regional do CNE, e Ernesto Machado, Chefe do Núcleo de Guimarães.

Na sua intervenção, Domingos Bragança manifestou gratidão ao movimento escutista pelo trabalho desenvolvido em prol de Guimarães, da região e do país, realçando a disponibilidade que os escuteiros sempre demonstram para se fazerem presentes nas várias iniciativas que se realizam na cidade de Guimarães.

O presidente da Câmara relevou as parcerias que têm vindo a ser realizadas na prossecução da sustentabilidade ambiental, nomeadamente com as Juntas de Freguesia e com as diversas Brigadas Verdes existentes no concelho de Guimarães. A dimensão ambiental do escutismo, que tem origem na sua fundação, é, segundo o edil, algo que os escuteiros levam diariamente, nas suas atividades, à prática. “Vocês fazem-no de forma robusta, com muita envolvência e com uma sensibilidade natural e intensa”, disse. Domingos Bragança quis lembrar o trabalho que é feito todos os dias pelo executivo em prol desse desígnio, sempre sustentado por pilares fundamentais como o do conhecimento, da cultura dos valores, da cidadania ativa e de um espírito solidário que olhe para a comunidade como algo que importa preservar, num mundo de tendência vincadamente individualista. “A nossa praxis assenta nestes princípios, pois a responsabilidade que temos para com os jovens é determinante no que queremos que venha a ser o futuro”, salientou. O presidente da Câmara terminou dizendo que Guimarães estará sempre disponível para os escuteiros.

Anteriormente, Dom Nuno Almeida salientara a vitalidade do escutismo em Guimarães, um movimento que cria pontes com a sociedade e lança sementes de esperança. “Nos tempos que correm, o escutismo ainda é mais decisivo, assentando a sua atuação em três virtudes: disponibilidade, decisão e aceitação da diferença”, afirmou. Ivo Faria, Chefe Nacional, não deixou de lembrar a história do escutismo e os valores que sustentaram, em 1907, a sua fundação. “A proteção das plantas e dos animais é uma das obrigações dos escuteiros”, disse. Ivo Faria anunciou o lançamento, para breve, de uma aplicação que permitirá medir a pegada ecológica das atividades, manifestando a vontade de a disponibilizar à sociedade em geral. Hugo Cunha, Chefe Regional, e Ernesto Machado, Chefe de Núcleo, alinharam na ideia de que a cidade de Guimarães tem sido pioneira na proteção do ambiente e no apoio dados aos escuteiros. “Temos que fazer mais do que qualquer cidadão comum”, disse Ernesto Machado, salientando que o papel do escutismo junto das comunidades deve ser o de derrubar as muralhas que a evolução tecnológica criou e pautar por uma conduta que seja exemplo para os demais.

No final da Sessão Protocolar, que contou com vários dirigentes regionais, foram trocadas várias lembranças entre os organizadores e responsáveis presentes e entre a Câmara Municipal e os elementos da chefia do CNE.

Recorde-se que a Abertura Regional do Ano Escutista 2019/2020 (ARAE) decorreu ontem, domingo, 13 de outubro, no Núcleo de Guimarães, com a participação de 196 agrupamentos e mais de oito mil participantes. O evento foi da responsabilidade da Junta Regional de Braga do Corpo Nacional de Escutas – Escutismo Católico Português, em colaboração com a Junta de Núcleo de Guimarães e com o apoio da Câmara Municipal de Guimarães.

Após o acolhimento dos participantes no Multiusos de Guimarães, o programa contou com a celebração de uma Eucaristia, às 10:00, a que se seguiu a sessão protocolar na Câmara Municipal. Durante a tarde, realizaram-se o Jogo da Cidade e a Festa ARAE 2019.

Continuar a ler

EM FOCO

Anúncio

ÚLTIMAS

Vamos Ajudar?

Reportagens da Semana

Populares