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Viana do Castelo

Carlos Rodrigues: Novo presidente do Politécnico de Viana do Castelo tomou posse – discurso

Ana Paula Vale será Vice-Presidente

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Foto: IPVC

Carlos Manuel da Silva Rodrigues tomou hoje posse como presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) numa cerimónia que teve início às 11:00 horas, no auditório Prof. Lima de Carvalho, no edifício dos serviços centrais.

A cerimónia de posse aconteceu após a homologação por parte do Ministro da Ciência Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, dos resultados do ato eleitoral validado, no passado dia 18 de junho, pelo Conselho Geral da instituição.

O novo presidente eu, no decorrer da cerimónia, posse a toda a equipa dirigente que o irá acompanhar nos próximos quatro anos. Ana Paula Vale, até agora diretora da Escola Superior Agrária, vai ser vice-presidente.

Como Pró-Presidentes foram escolhidos Ana Sofia Rodrigues, António Curado, Luís Paulo Rodrigues e Maria Teresa Gonçalves.

Carlos Rodrigues sucede a Rui Teixeira que presidiu ao IPVC durante 14 anos.

Discurso de Carlos Rodrigues na íntegra

Exmo. Sr. Presidente, do Conselho Geral, Dr. Francisco Araújo,
Exmo. Sr. Presidente Cessante, do IPVC, Professor Rui Teixeira,
Exmos. Membros do Conselho Geral do IPVC,

Permitam-me uma saudação especial ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo e da CIM Alto Minho, Engº José Maria Costa, e aos restantes autarcas presentes.

Permitam-me também que, nas vossas pessoas cumprimente todos os vossos e nossos concidadãos.

Uma saudação calorosa a todas as entidades, empresários e demais instituições, aos convidados aqui presentes, e dizer-vos que é uma honra poder contar com a vossa presença.

Quero iniciar esta minha intervenção com umas palavras de agradecimento.

Agradecimento desde logo à democracia exercida institucionalmente e que nos trouxe até à minha escolha para Presidente do IPVC. É para mim um enorme privilégio poder servir o IPVC exercendo o seu cargo de maior responsabilidade.

Muito obrigado pela confiança depositada no projeto mobilizador que vos apresentei.

Ao Presidente Cessante, Professor Rui Teixeira, o meu agradecimento pela confiança em mim depositada ao longo destes anos de trabalho, pelos ensinamentos, pela partilha. Foi um privilégio trabalhar com V. Exa.

Agradeço também a todos aqueles, e foram muitos, que me ajudaram a construir o meu projeto, aqueles com quem ao longo dos anos, troquei ideias, debati opiniões e ao seu lado fiz o meu percurso no exercício das várias funções que desempenhei. Um agradecimento particular àqueles que, neste percurso comigo partilharam o seu saber, as suas ideias, as suas emoções, permitindo-me elaborar um documento síntese a que chamei “Programa de Ação” e que enformou a minha candidatura.

Um agradecimento especial aos membros do Conselho Geral que, ainda que representando-se a si próprios, fazem parte do órgão dando voz às nossas comunidades interna e externa. O agradecimento que faço à responsabilidade que me concedem tem por base o firme propósito, e a vontade de não vos desiludir. Desejo profundamente que a vossa escolha tenha sido, para o bem de todos, incluindo de mim próprio, uma escolha acertada. Farei tudo ao meu alcance para não vos desapontar.

Quero agradecer aos alunos, a nossa principal causa e a razão primeira da nossa existência.

Estiveram presentes não só nesta escolha, mas também com os muitos contributos que me deram na elaboração do meu “Programa de Ação”. Dizer-vos que muito espero de vós nesta nova e complexa fase do IPVC que hoje tem inicio e que definirá a sua vida nos próximos quatro anos.

Agradecer ao nosso pessoal técnico e administrativo. Sois vós quem assegura os serviços necessários para que a instituição possa cumprir com qualidade as suas obrigações. Vocês são o suporte sem o qual a instituição não se conseguiria afirmar e aproximar do cumprimento da sua missão.

Agradecer aos meus colegas docentes.

É com a diversidade de ideias que saudavelmente se constrói uma instituição como a nossa. Com cerca de 400 colegas docentes, a diversidade de opiniões e o debate de ideias não é um luxo. É antes uma necessidade. É algo a partir da qual se tem que construir uma vida institucional que, pela natureza da nossa atividade, tem que estar sob permanente escrutínio e contraditório. Esse escrutínio e esse contraditório tem sido, e continuará a ser o motor do nosso desenvolvimento.

Por último agradecer, com respeito e consideração institucional, à comunidade externa, designadamente àqueles que mais diretamente partilham connosco a construção da instituição

– ao poder municipal. Em cada câmara o IPVC tem encontrado, sempre, interlocutores disponíveis e interessados. Tenho a certeza que essa disponibilidade e interesse se vai manter.

– aos membros externos do Conselho Geral,

– às escolas e agrupamentos de escolas nossos parceiros,

– aos empresários e a todas as instituições que connosco têm colaborado no âmbito das nossas
atividades.

Terminados que estão os meus agradecimentos, quero agora partilhar convosco umas breves palavras acerca de duas questões absolutamente relevantes, que são as seguintes:

– O que podem todos esperar de mim e de nós

– O que nós, IPVC, gostaríamos de ter da vossa parte

Permitam-me que inicie estas palavras com um pedido especial aos nossos alunos. A estes vamos pedir uma tarefa que só eles podem conseguir:. Que deem vida ao instituto, ou seja, que construam uma sólida vida académica. A vida académica é parte integrante e fundamental do seu processo formativo. Não queremos viver a vossa vida. Seria uma pretensão sem sentido.

Mas o IPVC precisa de vós para dar completo sentido a toda esta estrutura que é suportada por toda a comunidade. Precisa de alunos ativos, atentos, exigentes consigo próprios e com os seus colegas, com os docentes, com os funcionários. Nós, instituição, queremos ser, do ponto de vista da visibilidade interna e externa, o que forem os nossos alunos. O convite que vos faço é que, em cada momento, e por todas as formas, construam a melhor das imagens do IPVC, fazendo-o através do vosso exemplo enquanto cidadãos e profissionais. Podem esperar de nós todo o apoio à construção de uma vida académica plenamente vivida, fundamental, como disse, à vossa formação. Esperamos ainda que seja possível haver maior e mais diversificada oferta de atividades não curriculares, quer sejam internas ao IPVC quer sejam em parceria com entidades externas.

Os nossos funcionários são, como disse, o pilar estruturante do funcionamento da nossa instituição, da qualidade dos serviços que prestamos. Se os serviços funcionarem devidamente e as pessoas perceberem que estamos no IPVC ao serviço de uma causa, que é servir a sociedade formando pessoas, produzindo conhecimento, desenvolvendo cultura, a nossa tarefa será muito mais eficaz e estará muito mais facilitada. Sem vós o nosso insucesso é garantido.

Contamos por isso convosco. Podem contar com o IPVC, comigo incluído, para uma política ativa de formação e de valorização profissional. Convidar-vos-ei continuamente a que construam o vosso ambiente de trabalho. Nós somos os primeiros responsáveis pelo mesmo devendo, por isso, focarmo-nos no essencial, criando bem-estar nos vários domínios da nossa atuação pois essa é uma tarefa que não cabe apenas às lideranças, mas, antes, cabe a todos nós.

Aos meus colegas docentes gostaria de dizer o seguinte:

O esforço brutal, vosso e da instituição, feito nos últimos anos na formação deu resultados.

Mais de 90% dos colegas que pertencem ao mapa de pessoal estão habilitados com o grau de Doutor. Estive, política e organizacionalmente, envolvido nesse esforço.

Como todos sabemos, o Doutoramento não é um ponto de chegada. É antes um acrescer de responsabilidades.

Com as vossas competências e a vossa dedicação conseguimos a implementação da última fase fundacional do Subsistema Politécnico, que aconteceu recentemente com a criação de Unidades de Investigação reconhecidas pela FCT, nossas ou em parceria com outras instituições. Com este passo inicia-se uma nova era na vida do Instituto. Temos todas as condições para fazer esse novo percurso com sucesso.

Temos as competências e as infraestruturas, mas, tudo só será consequente quando conseguirmos pôr essas competências, esse conhecimento, e esse “saber fazer” ao serviço da formação e do desenvolvimento das empresas e das instituições. Se muito já fomos fazendo nesta área, muito mais há para fazer. Temos que colocar ao serviço das pessoas, da formação, das empresas e das instituições todo esse nosso enorme potencial que temos vindo a acumular ao longo de três décadas. Entendo que estamos agora preparados para dar esse passo fundamental.

Para tal, tenho que vos pedir a maior das disponibilidades e boa vontade para fazer esse caminho que para muitos de nós vai significar “desconstruir” um modelo de formação no qual nós próprios fomos criados e construir uma nova forma de estar perante as nossas responsabilidades, mais próxima, mais imediata, mais assertiva e mais eficaz e, tendo em conta a nossa missão e as exigências dos tempos, também mais adequada.

Não nos vamos esquecer, e teremos continuamente presente, que o professor é sempre e por natureza uma obra inacabada, em contínua evolução. A formação necessária a essa evolução estará sempre no centro das nossas preocupações e poderão contar com o nosso apoio desde que a mesma seja orientada de forma clara para as necessidades de conhecimento e de saber necessários à comunidade que queremos ajudar a desenvolver.

Aos nossos parceiros mais próximos
Aos autarcas,
Aos empresários
Às instituições da região,

Quero dizer que todos podem contar como sempre, com o IPVC. Esta é uma casa aberta e ao vosso dispor. Esta é também uma casa que vos pertence e está cá para convosco trabalhar.

O IPVC não é uma entidade política, é antes uma instituição do conhecimento ao serviço do desenvolvimento.

Contem com a nossa total disponibilidade que é a disponibilidade que reside na competência e conhecimento de cada uma das nossas pessoas.

Às entidades nossas congéneres, designadamente aos elementos do CCISP, largamente representado nesta cerimónia, quero dizer que podem contar com a nossa lealdade e com o nosso comprometimento para com o ensino superior politécnico, designadamente no que respeita à abordagem de questões fundamentais que se colocam ao desenvolvimento e afirmação do nosso subsistema.

Finalmente à Tutela

Independentemente da solução que os portugueses venham a escolher, encontrará da nossa parte toda a colaboração, e o entendimento de que a qualificação dos portugueses é o nosso grande desígnio atual. Poderão contar com o IPVC como uma instituição que além de partilhar o referido desígnio, tem competências instaladas e capacidade de afirmação que, pelo conhecimento que gera, pela cultura que cria e pela formação que produz será um ativo importante posto ao serviço do desenvolvimento da região e do país.

Para terminar dizer que não é um mero exercício de marketing, de publicidade, ou de afirmação pessoal, se vos disser que estou absolutamente convicto de que, com todos vós, vou ter a oportunidade de conduzir o IPVC a um patamar maior do seu desenvolvimento e afirmação.

Essa é a minha vontade. Queiram todos vós e a sorte, que eu tenha êxito neste processo.

MUITO OBRIGADO.

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Viana do Castelo

Proprietário de bar agredido por três homens no centro histórico de Viana

Agressão

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Foto: DR / Arquivo

Um empresário do sector da restauração foi agredido hoje, em Viana de Castelo, com uma réplica de uma arma de fogo na cabeça, tendo recebido tratamento hospitalar e os agressores, pai e dois filhos, foram constituídos arguidos, disse fonte policial.

Em declarações à agência Lusa, o comandante da PSP de Viana do Castelo, Rui Conde, explicou que o caso ocorreu cerca das 18:00 na Praça da Erva, em pleno centro histórico de Viana do Castelo, na sequência de um desentendimento que terá tido origem na falta de espaço que a esplanada do bar explorado pela vítima deixou naquela área da cidade.

“Tudo terá acontecido porque a viatura de um dos alegados agressores tocou numa mesa da esplanada”, segundo Rui Conde, referindo que, após uma primeira troca de palavras, o agressor acompanhado de dois filhos regressou ao bar tendo a vitima sido agredida de costas, com três coronhadas na cabeça, alegadamente causadas pelo punho da réplica de uma arma.

Na sequência de diligências feitas por agentes que se deslocaram ao local, a PSP identificou os alegados agressores que possuem um quiosque a poucos metros de distância onde aconteceu o incidente.

Nesse estabelecimento um dos agressores entregou a réplica da arma e “uma faca que não terá sido utilizada na agressão” ao homem de 44 anos, de acordo com a mesma fonte.

Rui Conde explicou que os três homens não foram detidos porque “nem a vítima, que ficou sem reação, nem as testemunhas no local, que foram apanhadas de surpresa pela situação, conseguiram identificar o autor das agressões que obrigaram a tratamento hospitalar”.

O proprietário do bar, um dos mais frequentados no centro histórico de Viana de Castelo, teve de ser suturado devido à profundidade dos golpes na cabeça.

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Viana do Castelo

BE questiona sobre descargas poluentes em monumento natural em Viana do Castelo

Poluição

em

Foto: DR / Arquivo

O Bloco de Esquerda (BE) questionou o Governo sobre “sucessivas descargas poluentes” na Ribeira de Anha, na freguesia Vila Nova de Anha, classificada como monumento natural pela Câmara de Viana do Castelo.

Numa pergunta dirigida ao ministro do Ambiente e da Ação Climática, Matos Fernandes, hoje enviada à Lusa, a deputada Maria Manuel Rola pretende saber “se o Governo tem conhecimento das recorrentes descargas para a ribeira”, denunciadas pela população que diz que “os peixes têm morrido e que a ribeira não tem vida”.

“A própria Junta de Freguesia de Vila Nova de Anha admite ser um problema antigo e grave”, refere a deputada do BE que recorda que que aquela ribeira, “classificada como monumento natural pelo município de Viana do Castelo, conserva o resto de uma praia de seixos do último interglaciar, com idade absoluta próxima de 125 mil anos”.

“Este registo é, até ao momento, o único deste género na costa do Alto Minho”, sublinha a deputada.

Na pergunta dirigida ao Ministério do Ambiente e da Ação Climática, Maria Manuel Rola, adianta que “este monumento natural também regista testemunhos das plataformas costeiras do último interglaciar, que estão neste local cerca de um metro abaixo das congéneres a norte do Rio Lima e em resultado de uma falha geológica com atividade recente (movimento vertical de 0,008 mm/ano) e sobre a qual o rio Lima se instalou”.

“Ocorrem também neste monumento natural geoformas costeiras como sapas e marmitas, do penúltimo interglaciar (idade absoluta aproximada de 245 mil anos) e salinas de idade pré-romana”, reforça.

Para o BE trata-se de “uma situação inadmissível que dura há demasiado tempo e parece estar sem fim à vista”.

“As populações estão, e com razão, cada vez mais indignadas com a frequência e magnitude destes atentados ambientais, sem que pareça haver uma ação eficaz das autoridades, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), da Administração da Região Hidrográfica do Norte (ARHN) e das autarquias, principalmente da Câmara de Viana do Castelo, concelho do troço do rio onde se têm verificado estas descargas, sem atuação eficaz para que estes atentados ambientais não se repitam e consequentemente sem que os autores sejam devidamente responsabilizados”, lê-se no documento.

A deputada do BE quer saber os resultados das inspeções feitas na ribeira e que medidas vai o Governo adotar para solucionar o problema.

Contactado pela Lusa, o vereador do Ambiente da Câmara de Viana do Castelo, Ricardo Carvalhido, disse que o município “encetou e tem em curso todas as diligências ao seu alcance para identificação dos emissários, nomeadamente ações de fiscalização e ensaios físico-químicos, em articulação com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Águas do Alto Minho(AdAM).

Ricardo Carvalhido admitiu que a autarquia “tem sido confrontada, nos últimos meses, com episódios de descargas de efluentes de origem desconhecida, mas com características poluentes, em duas das suas ribeiras mais importantes – a de Anha, em Vila Nova de Anha e a de São Vicente, na Meadela”.

“Estas ribeiras são elementos biofísicos fundamentais e são estruturantes da zona húmida das Caldeiras de D. Prior (onde se desenvolve o Parque Ecológico Urbano), e do Monumento Natural da Ribeira de Anha, áreas que compõem a Rede Municipal de Ciência nas dimensões da conservação da natureza e da promoção da educação e literacia”, enfatizou, referindo “a importância nevrálgica destas ribeiras para as várias agendas de desenvolvimento em curso”.

Questionada pela Lusa, a empresa Águas do Norte informou que “as descargas verificadas na ribeira de Anha, não foram provocadas por qualquer infraestrutura que esteja a ser gerida pela concessionária do sistema multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento do Norte de Portugal”.

“Após a avaliação técnica efetuada no local, foi comprovado que as ocorrências em causa foram provocadas por descargas clandestinas, pelo que a Águas do Norte é completamente alheia à mesma”, reforça a empresa.

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Viana do Castelo

Senhora da Agonia, de Viana, representada em folhas miniatura dos CTT

Tradição

em

Foto: CTT

Os CTT vão apresentar na quinta-feira um conjunto de peças filatélicas e um livro que homenageiam algumas Festas e Romarias em Portugal, com uma tradição milenar, informou hoje a empresa. No livro, estão retratados os Gigantones e Cabeçudos na Praça da República, em Viana do Castelo, nas Festas da Senhora da Agonia.

Nesse dia, os CTT lançam também um livro dedicado ao mesmo tema, “Festas e Romarias”, da autoria de Paulo Mendes Pinto, refere a empresa em comunicado, lembrando que incluídos no livro estão os quatro selos e a folha miniatura de seis selos desta emissão.

Os selos retratam as Festas de Santo António, um baile popular num dos bairros típicos de Lisboa; as Festas de São João Batista, os festejos na zona da Ribeira, no Porto; as Festas de São Pedro, a tradicional procissão marítima, no Montijo; e a Festa dos Tabuleiros / Festa do Espírito Santo com o desfile na Praça da República, em Tomar.

Fonte: CTT

A folha miniatura contempla, para além das festas de Viana, a procissão em honra de Nossa Senhora de Fátima, uma imagem da Senhora do Almortão em dia de romaria, uma imagem noturna da celebração das Festas de Nossa Senhora dos Remédios, uma imagem do andor da Mãe Soberana / Senhora da Piedade em dia de romaria, em Loulé, o Círio e Romaria de Nossa Senhora do Cabo.

A edição é bilingue, com tradução de José Manuel Godinho, sendo o ‘design’ do livro da responsabilidade de Folk Design e a tiragem é limitada a 4.000 exemplares.

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