Seguir o O MINHO

Braga

Campanha pede ajuda para família de Braga após acidente de trabalho

António Vieira e Rosa Oliveira

em

Foto: Divulgação

“Vamos ajudar o António Vieira e a Rosa Oliveira”. Este é o mote para uma campanha solidária para com uma família da região de Braga (Vieira do Minho), que passa por dificuldades na sequência de um acidente de trabalho que deixou o homem incapacitado em 99% do corpo.

A campanha, que pretende angariar 20 mil euros para ajudar a família a colmatar algumas necessidades durante os próximos tempos, decorre numa página de Facebook criada para o efeito, tendo já angariado, pelas 14:35 deste sábado, cerca de 1.500 euros.

Para ajudar, é possível fazer a doação através daquela rede social ou entrar em contacto direto com Rosa Oliveira, através do número 919 453 406.

Podem também fazer uma transferência direta para o NIB de António José Ferreira Vieira (0033 0000 0024 6002 3800 5) ou IBAN (PT50 0033 0000 0024 6002 3800 5)

A campanha explica que António sofreu um acidente no dia 28 de março de 2018, enquanto fazia a poda de uma árvore. A escada caiu e António ficou tetraplégico, com uma incapacidade de 99%.

“Venderam a casa, pois era muito pequena e mudaram-se para a casa da mãe da Rosa, enquanto tentam fazer uma casa com as condições que o António precisa para ter uma vida com alguma qualidade e segurança”, refere a publicação.

Os familiares, amigos, empresas e entidades tem ajudado na construção desta nova habitação, mas ainda falta algum tempo até a casa estar concluída.

“Enquanto isso, eles precisam de ajuda para tentar ter algum conforto e ajuda a ultrapassar as dificuldades diárias”, explica a promotora da campanha.

Anúncio

Braga

Ricardo Rio diz que feirantes do mercado de Braga lhe pediram para cancelar a feira. “Percebeu mal”, respondem

Abaixo-assinado com mil assinaturas

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Vários feirantes que operavam no exterior do mercado municipal contactaram o presidente da Câmara Ricardo Rio, pedindo-lhe, “taxativamente”, que o Município cancele administrativamente a feira, em vez de a mudar de local, para a alameda do Estádio, o que – frisou – “não deixa de ser estranho”, face às reivindicações do grupo.

O autarca garantiu a O MINHO a veracidade dos contactos, dizendo que, “muitos” dentre os cerca de 100 vendedores reconhecem que o local, as ruas exteriores ao mercado, não tem condições sanitárias para acolher a feira – cumprindo as regras da Direção-Geral de Saúde – e contactaram a Câmara nesse sentido: “Eles dizem: suspenda a feira até outubro mas não nos mande para o estádio”.

Rio não quer dar explicações para o facto, mas salienta que, se alguns não querem a feira ou ir para junto do estádio, “o Município tem obrigação de dar a oportunidade aos restantes de continuarem a trabalhar”.

Confrontado com esta possibilidade, Hélder Oliveira, porta-voz do grupo de vendedores, disse a O MINHO que o autarca “percebeu mal” o que lhe foi dito: “O que lhe pedimos é que, como nos recusámos a ir para o estádio, a Câmara dê garantias de que voltámos ao nosso local habitual, o exterior do mercado”.

Em sua opinião, o edil está a “distorcer o sentido do que lhe foi dito”.

Os feirantes que operavam no mercado municipal, e que recusam a decisão da Câmara de Braga de os colocar, ainda que provisoriamente, na Alameda do estádio municipal, entregam, segunda-feira, um abaixo-assinado com cerca de mil assinaturas recolhidas esta manhã na cidade. E voltam, no mesmo dia, ao protesto junto aos Paços do Concelho.

O porta-voz do grupo, Hélder Oliveira adiantou que o abaixo-assinado incorpora um documento no qual se sustenta que a mudança da feira, das ruas contíguas ao mercado para junto do estádio, não se vai concretizar, o que “prejudica não só os cem comerciantes, mas também a população de Braga”.

Nova reunião

“Vamos ter, também, uma reunião com a vereadora Olga Pereira, que tutela o setor, e que esperámos se traduza em avanços na questão”, adiantou.

Os vendedores defendem que se poderia alargar os espaços já delimitados a tinta nas zonas limítrofes ao mercado – que está em obras de requalificação – alargando-os a passeios vizinhos como os que vão dar ao gnration.

Os feirantes temem, também, que a mudança proposta pela Câmara se torne definitiva, ou seja, que não regressem para junto do mercado, onde feiravam às quintas e sábados.

A vereadora Olga Pereira tem dito que “o regresso está garantido”, afirmando que a saída se prende com questões de segurança sanitária: “As feiras ali não garantem nem a distância entre feirantes, nem entre estes e os clientes. E uma ambulância que precise de entrar no Lar Conde de Agrolongo não consegue passar”.

Continuar a ler

Braga

Três bombeiros de Póvoa de Lanhoso infetados com covid-19

Covid-19

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Três bombeiros da corporação da Póvoa de Lanhoso estão infetados com covid-19, confirmou O MINHO junto de fonte daquela associação humanitária.

Ao que apurámos, os três elementos são voluntários, não recebendo qualquer salário da corporação, e encontram-se agora em isolamento obrigatório.

Face aos resultados positivos, conhecidos este domingo, outros 16 bombeiros foram colocados em isolamento profilático por terem contactado com os operacionais contagiados.

De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, o concelho de Póvoa de Lanhoso regista 58 casos de infeção pelo coronavírus.

Continuar a ler

Braga

BE repudia ‘expulsão’ dos feirantes do Mercado Municipal de Braga

Protesto

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

A comissão concelhia de Braga do Bloco de Esquerda (BE), veio hoje a público “repudiar” o afastamento provisório dos feirantes do Mercado Municipal para outro local, afastado do centro da cidade.

Os bloquistas criticam o processo de relocalização e acusam a autarquia de não ter preocupações com os feirantes, alegando que os mesmos não foram ouvidos por Ricardo Rio, presidente da Câmara.

“No contexto actual, em que cerca de 100 famílias se encontram privadas de rendimentos provenientes do seu trabalho, a única medida que a CMB tem para com estes trabalhadores é expulsá-los do local onde sempre estiveram”, acusam.

Consideram ainda que, na localização junto ao Mercado Municipal, é possível adaptar e assim garantir que as condições de segurança necessárias bem como as recomendações da DGS se cumpram, ao contrário da Alameda do Estádio, onde os feirantes serão alocados temporariamente.

Continuar a ler

Populares