Seguir o O MINHO

Braga

Câmara de Braga rejeita novas competências na educação e saúde em 2021

Devido ao “forte impacto” financeiro

em

Foto: Facebook de Município de Braga

A Câmara de Braga rejeitou hoje, por unanimidade, assumir novas competências em 2021 nas áreas da saúde e da educação, face ao “forte impacto” financeiro e funcional previsto.


Segundo o presidente da Câmara, Ricardo Rio, antes de assumir novas competências do Estado é “crucial” desenvolver um estudo detalhado que permita identificar os impactos mais relevantes, sobretudo no que respeita aos compromissos futuros decorrentes de recursos financeiros, patrimoniais e humanos.

“Gostaríamos de assumir competências nestas áreas se elas viessem devidamente clarificadas e dotadas dos recursos necessários para o podermos fazer em benefício dos cidadãos”, referiu.

O autarca sublinhou que estão em causa “duas áreas particularmente delicadas”, havendo já histórico de “má gestão” na transferência de competências na educação.

“Enquanto pudermos, rejeitamos [a transferência de competências], salvo se houver alteração das condições de enquadramento dessa descentralização”, disse.

Na reunião camarária, o vereador da CDU, Carlos Almeida, afirmou que o partido rejeita o modelo desenhado pelo Governo para descentralizar competências.

“O modelo não serve, não garante os recursos para que os serviços possam ser prestados na melhor qualidade às populações”, referiu, sublinhando que o caminho deveria ser a regionalização.

Os vereadores do PS votaram igualmente pela rejeição das competências, sublinhando que se trata de um processo que deve ser discutido, pelos impactos financeiros e organizacionais dele decorrentes.

“O município deve perceber em que caminhos se vai meter, compreendemos as cautelas em relação a este dossiê”, referiu o vereador socialista Artur Feio.

Para os socialistas, “é preciso que o caminho se faça” para que o município saiba de antemão quais são os impactos financeiros e organizacionais decorrentes da assunção de novas competências.

Anúncio

Braga

Diretor nacional da PSP “garantidamente, não apanhou o vírus em Vila Verde”

Covid-19

em

Superintendente-Chefe Magina da Silva. Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

O superintendente-chefe Manuel Magina da Silva, diretor nacional da PSP, está em isolamento domiciliário depois de ter testado positivo para a covid-19. O responsável pela polícia nacional esteve, nos dias 04 e 05 de outubro numa prova de tiro prático em Vila Verde, mas não terá sido aí que apanhou o vírus.

Em declarações a O MINHO, o Clube de Tiro Bracara Augusta, organizador do evento, assegura que Manuel Magina da Silva não foi infetado no complexo de tiro de Cabanelas, em Vila Verde, uma vez que, dos mais de 100 participantes, não existe mais ninguém com sintomas ou que tenha realizado teste e o mesmo acusasse positivo.

Em comunicado enviado à nossa redação, aquela associação explica que as medidas de contingência aplicadas na prova foram “bastante restritivas”, com a circulação dos praticantes a ser condicionada e devidamente sinalizada, o uso obrigatório de máscara e álcool-gel, para além do cumprimento das devidas distâncias de segurança.

“Garantidamente, o senhor diretor nacional da PSP não foi infetado na prova Bracara Augusta”, conclui a mesma nota. O MINHO sabe que há uma forte probabilidade do contágio ter-se dado nos últimos dias, já em Lisboa.

Recorde-se que o responsável máximo da polícia em Portugal sentiu-se indisposto na segunda-feira e realizou o teste de despistagem ao novo coronavírus, recebendo um resultado positivo da infeção.

Magina da Silva está agora em casa, sem sintomas da doença, mas em isolamento obrigatório, comandando as hostes da polícia nacional por via remota, com colaboração do diretor-adjunto, superintendente-chefe Constantino Ramos.

O superintendente-chefe esteve nos dias 04 e 05, no Complexo de Tiro de Cabanelas, concelho de Vila Verde, para participar no Bracara Augusta Match, um campeonato de tiro prático que juntou dezenas de praticantes vindos de todo o país e também do estrangeiro.

Continuar a ler

Braga

Nova Arcada, em Braga, está a recrutar para várias lojas

Emprego

em

Centro comercial Nova Arcada. Foto: Divulgação

O Centro Comercial Nova Arcada, em Braga, tem abertas candidaturas para trabalhar em várias lojas daquele espaço, anúncios esses divulgados através do portal de emprego Net Empregos.

A Toys’R’Us está a recrutar vendedores em part-time para o período de Natal, abrangendo diferentes horários e com possibilidade de integração nos quadros da empresa multinacional.

Também a Dorojóias está à procura de colaboradores para vendas e atendimento de cliente, com responsabilidade de organização da loja.

A perfumaria Boticário procura um consultor de beleza, oferecendo formação contínua e oportunidade de progressão dentro da empresa brasileira.

As farmácias Wells procuram um vendedor de saúde ótica, recaindo a preferência nos Técnicos Auxiliares de Farmácia ou de Técnicos de Ótica, para além de experiência na área da saúde ótica.

Por fim, a La Casa de Las Casas está a recrutar um gestor de loja para orientar uma equipa de vendas e assegurar atendimento ao cliente. É necessária a escolaridade mínima obrigatória e experiência de pelo menos dois anos na função de gestor de lojas a retalho.

As ofertas disponíveis podem ser encontradas aqui.

Continuar a ler

Braga

Tribunal Constitucional confirma pena suspensa de três anos para Mesquita Machado

Caso das Convertidas

em

Foto: O MINHO / Arquivo

O Tribunal Constitucional confirmou a pena suspensa de três anos de prisão aplicada a Mesquita Machado, antigo presidente da Câmara de Braga, pelo crime de participação económica em negócio no caso das Convertidas.

Segundo o Jornal de Notícias (JN), que avança a notícia, o ex-autarca reclamava sua inocência e defendia que os juízes da primeira instância não aplicaram o princípio do ‘in dubio pro reu’ (na dúvida, decide-se a favor do arguido), tese que o Constitucional rejeitou.

Em termos jurídicos, agora Mesquita Machado pode apenas recorrer para os tribunais europeus.

O antigo presidente da Câmara de Braga foi julgado, com mais cinco ex-vereadores socialistas (todos absolvidos).

Em causa, a decisão municipal de maio de 2013 de adquirir os três imóveis, que seriam alvo de uma operação de reabilitação que envolveria o antigo Convento das Convertidas, na Avenida Central, que seria transformada em Pousada da Juventude.

A compra foi feita a uma empresa, a CCR II, que pertencera – a 50 por cento – ao genro, até uns dias antes da votação da operação em reunião de Câmara. Firma que tinha estado com um processo de insolvência no Tribunal cível. O cheque chegou a ser passado à empresa, mas, quando tomou posse, em outubro de 2013, o atual presidente da Câmara, Ricardo Rio anulou a operação em Tribunal.

No acórdão, o Tribunal de Braga disse que o ex-autarca sabia que a firma do genro se encontrava em “descalabro financeiro”, atribuindo-lhe, por isso, o desejo de “favorecer os familiares”.

Mesquita Machado negou sempre que a sua intenção fosse a de beneficiar os familiares, afirmando que se tratava de “um grande projeto urbanístico para renovar a cidade”.

Continuar a ler

Populares