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Braga

Câmara não pode impedir atuação da UBER no concelho

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Foto: DR/Arquivo

A Câmara de Braga não pode impedir a Uber de operar no concelho, já que essa é uma competência governamental ou das autoridades policiais, PSP e GNR.

Falando a propósito da reunião que hoje manteve com o presidente da ANTRAL e com taxistas de Braga, a propósito da recente chegada à cidade da Uber, Ricardo Rio sublinhou que a matéria em apreço está sob a alçada da lei geral, salientando que seria bom “se houvesse uma clarificação legal uma informação mais rigorosa a todos os agentes envolvidos, e também para as câmaras municipais”.

Aquilo que podemos fazer será sempre uma atitude subsidiária já que a questão passa pela intervenção direta das das forças de segurança pública, PSP e GNR, que, por certo terão orientações gerais e nacionais para atuar, frisou.

Foto: Luís Moreira / O MINHO

A direção da ANTRAL – Associação Nacional dos Transportadores em Automóveis Ligeiros ameaça pôr a Câmara de Braga em Tribunal sob a alegação de que esta devia proibir a atuação na cidade da Uber, e não o faz, o que viola as decisões dos tribunais.

O seu presidente, Florêncio Almeida justificou, em declarações aos jornalistas, a decisão de recorrer ao Tribunal, depois de ter ouvido da voz do Presidente da Câmara, no final de uma reunião hoje realizada com taxistas, que o Município não vai atuar para proibir a atuação da Uber.

O dirigente da Associação frisou que “quem controla os transportes públicos é a Câmara e os tribunais já decidiram que a Uber é ilegal, pelo que só lhe resta proibí-la”.

“Se não for essa a posição, a de que a Uber é ilegal, a Câmara incorre num crime de desobediência aos tribunais”, sustentou.

Florêncio Almeida lembrou, a propósito, o caso de cidades como Frankfurt e Colónia, na Alemanha, onde a a Uber foi proibida, por não estar legalizada.

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Braga

Tribunal julga 18 arguidos por tráfico de droga em bairros de Braga

Compravam ‘pedras’ por cinco euros no Porto para vender por dez em Braga

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Foto: O MINHO / Arquivo

O Tribunal de Braga iniciou hoje o julgamento de 18 arguidos, entre os quais quatro mulheres, por tráfico de drogas. Cinco arguidos estão em prisão preventiva.

A acusação refere que as tranasações de estupefacientes decorreram em 2017 e 2018, nos Bairros camarários de Santa Tecla, mas também no das Enguardas e no das Andorinhas, em Braga.

A droga – diz a acusação – era adquirida no bairro do Aleixo no Porto, ao preço de cinco euros a pedra, (cocaína e heroína), e vendida pelo dobro em Braga.

Os cabecilhas do grupo compraram em 2017 e 2018, por mais do que uma vez, 400 pedras que distribuíam em Braga.

No arranque das audiências, a maioria dos acusados, uns por tráfico agravado outros por tráfico de “menor gravidade”, escusaram-se a depôr.

Apenas dois deles o fizeram.

Manuel Cruz e Paulo Silva, em ocasiões diferentes, tinham sido apanhados pela PSP quando regressavam das compras no Aleixo, uma delas em plena cidade do Porto e outra na saída da portagem da autoestrada Porto-Braga.

Ao Tribunal afirmaram que a droga era para consumo e não para venda, isto apesar de transportarem grandes quantidades.

A investigação foi feita pela PSP que vigiou os suspeitos em Santa Tecla e nos outros locais de venda na cidade.

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Braga

Aviso laranja: Chuva deixa carros atolados nas estradas de Braga

Meu tempo

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Dois carros ficaram atolados na cidade de Braga, na noite desta quarta-feira, durante um dos vários períodos de precipitação persistente que se abatem sobre a região do Minho.

Um automóvel ficou imobilizado na circular sul de Braga, na freguesia de Nogueira, sendo necessária a intervenção dos bombeiros para remover a viatura.

Em outra ocorrência, um automóvel ficou atolado na rua Amélia Bastos Leite, na freguesia de Ferreiros.

Em ambas as situações, os Bombeiros Sapadores de Braga conseguiram remover as viaturas da zona inundada.

O distrito de Braga e o de Viana do Castelo encontram-se sob aviso laranja até às 03:00 horas desta quinta-feira devido à precipitação intensa que se abate na região.

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Braga

Duas escolas de Vila Verde dotadas de “T0” para trabalhar autonomia dos alunos

Alunos com necessidades educativas específicas “aprendem um bocadinho de tudo o que se faz numa casa, como cozinhar, passar a ferro ou aspirar o pó”

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Escola Monsenhor Elísio Araújo. Foto: Divulgação / CM Vila Verde

Duas escolas de Vila Verde foram dotadas de uma espécie de T0 concebido para trabalhar a autonomia dos alunos com necessidades educativas específicas, disse a vereadora da Educação à Lusa.

Segundo Júlia Fernandes, em causa estão os “Espaços Casa”, dotados de tudo o que há “numa habitação normal”, desde cozinha a cama.

“Ali aprendem um bocadinho de tudo o que se faz numa casa, como cozinhar, passar a ferro ou aspirar o pó”, explicou.

Hoje inaugurados, os “Espaços Casa” estão instalados na Escola Secundária de Vila Verde e na Escola Monsenhor Elísio Araújo, que acolhem um total de 24 alunos com necessidades educativas específicas.

É ali que, três vezes por semana, e em complemento às atividades letivas normais, aqueles alunos trabalham a sua autonomia e se “preparam para a vida”.

“No fundo, aprendem a fazer toda a gestão de uma casa, não só as coisas mais práticas como cozinhar ou arrumar, como o próprio planeamento financeiro”, disse Ana Guerra, uma das professoras responsáveis pela implementação do projeto.

Sublinhou que os espaços foram inicialmente concebidos para os alunos com mais dificuldades mas vão ser abertos a todas as escolas, face ao “sucesso” da iniciativa.

Os “Espaços Casa” integram-se no âmbito do Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar, lançado pela CIM do Cávado.

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