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Braga

Taxistas vão processar Câmara de Braga por apoiar a operação da UBER no concelho

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Foto: DR/Arquivo

A Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) vai processar a Câmara de Braga por a autarquia estar a “apoiar e não proibir” a atividade da plataforma UBER no concelho, anunciou hoje aquela estrutura.

Em declarações no final de uma reunião com o presidente da Câmara Municipal, na qual também estiveram taxistas de Braga, o presidente da ANTRAL, Florêncio Almeida, defendeu que a autarquia está a “incorrer num crime de desobediência a uma ordem do Tribunal”.

Confrontado com o anúncio de Florêncio Almeida, o autarca Ricardo Rio disse-se surpreendido, uma vez que a hipótese do recurso aos tribunais não foi posta em cima da mesa durante a reunião, e defendeu que o assunto deve ser tratado com legislação nacional e não como medidas no âmbito municipal.

“O senhor presidente [da Câmara de Braga] também é da opinião de que a UBER é uma empresa bem-vinda à cidade de Braga. A ANTRAL e os industriais fizeram-lhe ver que é um crime em que está a incorrer porque esta atividade, estando proibida em Portugal, toda a pessoa que não cumpra com as decisões do tribunal incorre num crime de desobediência”, apontou Florêncio Almeida.

Por isso, explanou, “a ANTRAL vai mover um processo contra a Câmara Municipal de Braga para ser ressarcida dos prejuízos que está a causar à indústria”.

Para o dirigente dos taxistas, a autarquia, “se permite um serviço que está ilegalizado, está a praticar um crime de desobediência à ordem do Tribunal”, pelo que “devia proibir e não apoiar” a entrada da UBER em Braga.

Em resposta ao anúncio, Ricardo Rio afirmou ser uma “novidade” o recurso da ANTRAL aos tribunais.

“Durante a reunião não fomos informados disso. Iremos apresentar a nossa defesa em conformidade”, disse.

Referindo-se à exigência da ANTRAL de que a autarquia proibisse a UBER de operar em Braga, o autarca explicou que tal “não faria sentido na medida em que essa “é uma matéria claramente de legislação nacional e não passível de regulamentação municipal”.

Quanto aos taxistas a operar em Braga, referiram que a chegada da UBER ao concelho “evidentemente que irá prejudicar” o trabalho porque consideram ser concorrência ilegal.

“Os serviços que prestamos não são inferiores à UBER, temos mesmo tecnologia avançada que a própria UBER não tem. Estamos muito bem preparados para enfrentar a concorrência, mas esta concorrência é ilegal”, explicou Fernando Maciel, um dos taxistas presentes na reunião com a autarquia.

“Os táxis da cidade de Braga têm uma cota superior a 15% de veículos que utilizam tecnologia híbrida amiga do ambiente. Temos uma estrutura jovem e com enorme dedicação profissional em regime exclusivo, criamos o melhor sistema de chamada de táxis do país com tecnologia de ponta (KIOSQUES) com tempos de recolha de três minutos “, explicou Paulo Marçal, também taxista.

Para este taxista a concorrência não é um problema: “Estamos mais que preparados para concorrer com a UBER, temos uma das melhores frotas de automóveis do país, com controlo de qualidade, avaliações em todos os serviços de forma a otimizar o máximo a qualidade dos nossos serviços”.

A questão é mesmo outra, diz: “A concorrência não assusta, o que ela não pode é ser ilegal”.

A UBER começou a operar em Braga no dia 11 de janeiro, através de um protocolo com o Sporting Clube de Braga.

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Braga

Braga: Ambulância abalroada por condutor que não parou no sinal vermelho

Viatura ficou “muito danificada”

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Foto: Arquivo

Uma ambulância do INEM dos Bombeiros Sapadores de Braga ficou “muito danificada”, esta segunda-feira à noite, na sequência de uma colisão provocada por um condutor que não terá parado num sinal vermelho.

Segundo O MINHO apurou, o incidente deu-se na Avenida do Estádio, cerca das 21:20, quando a ambulância se preparava para entrar no quartel, ali situado.

Apesar do aparato do choque e dos danos materiais, não há feridos a registar.

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Braga

PSP de Braga cria equipas para “resposta imediata” à criminalidade violenta

EPRI’s – Equipas de Prevenção e Reação Imediata

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Foto: Facebook de Comando Distrital de Braga da PSP

O Comando Distrital de Braga da PSP dispõe, a partir de hoje, de Equipas de Prevenção e Reação Imediata (EPRI), para uma “maior eficácia” no combate à criminalidade, em particular à violenta e grave.

Em comunicado, a PSP refere que as EPRI visam garantir uma resposta “rápida e eficaz” àquele tipo de ocorrências criminais, designadamente ao roubo.

Para o efeito, sublinha o comunicado, a ação policial deve pautar-se por uma maior mobilidade em ambiente urbano, “que permita uma ação mais dinâmica, visando reduzir o tempo de resposta, inviabilizar a prática de ilícitos criminais e neutralizar as fugas de suspeitos”.

“Esta adequação passou pela constituição de equipas operacionais que se desloquem em motociclos, qualificando-se pela sua elevada capacidade reativa, considerando o seu grau de mobilidade num meio urbano, caracterizado por fluxos rodoviários saturados e por vezes com larguras de via reduzidas”, acrescenta.

Segundo a PSP, as EPRI contribuem para operacionalizar e dar corpo aos conceitos de “Polícia Integral e Segurança ‘Just in Time’ (mesmo a tempo), aliando uma elevada capacidade operacional, marcada pelo efeito dissuasor, rapidez e versatilidade, à forte componente de visibilidade policial”.

Foto: Facebook de Comando Distrital de Braga da PSP

Com as EPRI, que começaram hoje a trabalhar em toda a área de responsabilidade da PSP no distrito de Braga, pretende-se, desde logo, complementar o patrulhamento apeado e automóvel com o aumento da visibilidade e facilidade de deslocação.

Aumentar o sentimento de segurança dos cidadãos e das comunidades e reforçar a resposta policial nas áreas mais problemáticas e em relação aos fenómenos criminais mais graves, não só através da celeridade de reação mas também com caráter preventivo, são outros dos objetivos.

As EPRI pretendem ainda responder a ocorrências que comportem elevados graus de ameaça ou de risco.

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Braga

Motociclista ferido após choque com automóvel, na rotunda de Celeirós, em Braga

Vítima sofreu ferimentos ligeiros

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Foto: Cedida a O MINHO

Um homem de 35 anos sofreu hoje ferimentos considerados ligeiros, na sequência de uma colisão de uma mota, em que seguia, com um automóvel, na rotunda de Celeirós, em Braga.

Segundo disse a O MINHO fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), no local estiveram os Bombeiros Voluntários Famalicenses, que transportaram a vítima ao Hospital de Braga.

O alerta foi recebido cerca das 13:11.

A GNR de Braga tomou conta da ocorrência.

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