Seguir o O MINHO

Braga

BragaNoivos regressa com “apertadas” medidas de seguraça

Entre sexta-feira e domingo no Altice Forum

em

Foto: DR / Arquivo

A edição 2020 da BragaNoivos vai decorrer entre sexta-feira e domingo no Altice Forum Braga, com medidas de segurança “mais apertadas” por causa da pandemia de covid-19, foi hoje anunciado.


Em comunicado, a InvestBraga refere, desde logo, que será realizada, em tempo real, a gestão da lotação máxima, de forma a não ultrapassar o limite de 300 visitantes em simultâneo.

As normas passam pelo controlo de temperatura corporal a todos os participantes à entrada do edifício, desinfeção do calçado à entrada através de tapete bactericida, obrigatoriedade da higienização das mãos à entrada e nas áreas comuns de circulação e uso obrigatório de máscara dentro do edifício, parque de estacionamento e entradas do edifício, sendo recomendado o uso de máscaras FFP2/KN95, disponíveis para venda em máquina à entrada do edifício.

A credenciação e o controlo de acessos será 100% digital e no acesso à feira serão usados mecanismos de controlo de gestão de fila através de sinalização no solo e pessoal de apoio.

O pagamento digital será privilegiado de forma a reduzir as transações em dinheiro, mas se forem utilizadas moedas ou outros cartões bancários, as mãos e equipamentos serão desinfetados após o uso.

Haverá ainda capacidade limitada em cada stand e promoção de catálogos e material de distribuição digital.

A limitação e o distanciamento serão assegurados durante todas as passarelas, com a respetiva desinfeção dos espaços e cadeiras no fim de cada desfile.

Jorge Ferreira, organizador do evento, afirma que a edição deste ano promoverá a “vitalidade do setor dos casamentos, uma vez que este setor quer, mais do que nunca, mostrar toda a sua vitalidade e resiliência”.

A Braga Noivos viu reduzido, no entanto, o habitual número de expositores para 110, “com a garantia da mesma diversidade e qualidade”.

Em 2018, o certame contou com 150 expositores.

Anúncio

Braga

Cláudia Guerreiro e Filho da Mãe contam história surrealista no gnration em Braga

Projeto A Azenha

em

Foto: Divulgação

O projeto A Azenha reúne a baixista e ilustradora Cláudia Guerreiro (Linda Martini) e o guitarrista Rui Carvalho (Filho da Mãe) para contar, através da música e de imagens criadas ao vivo, uma história surrealista de amor.

Com música de Rui Carvalho e imagens de Cláudia Guerreiro, que são “feitas ali em tempo real com acrílicos, tintas, muita água a escorrer, uma grande confusão, recortes, sombras”, explicou a artista à Lusa, será apresentado na sexta-feira, às 19:30, no gnration, em Braga, onde os dois estão há uma semana em residência artística.

Apesar de serem amigos há 20 anos e estarem casados há 10, só recentemente Cláudia Guerreiro e Rui Carvalho decidiram criar um projeto juntos.

“Eu e o Rui já tínhamos feito esta coisa de juntar a ilustração à música, a primeira vez foi para um concerto do Rui com o Tó Trips no Teatro Maria Matos [em Lisboa] e depois fizemos uma outra vez quando eu pintei um mural no ESTAU [Festival de Arte Urbana de Estarreja]. E começámos a querer fazer isto de outra maneira, fomos a São João da Madeira, ao festival de ilustração, e depois disso decidimos ‘vamos fazer uma coisa nossa’”, recordou Cláudia Guerreiro.

Quando começaram a imaginar a história que queriam contar, Rui sugeriu a Cláudia optarem por uma narrativa que “fosse próxima” da também escultora.

A escolha recaiu na casa dos tios de Cláudia, os escultores Jorge Vieira (que morreu em 1998) e Noémia Cruz, no Alentejo.

“Tenho uma ligação muito forte com a minha tia, com essa casa, foi lá que eu me liguei às artes plásticas, foi por causa deles que fiz a minha licenciatura em Escultura. É de facto uma casa muito importante e um espaço muito importante para mim”, partilhou.

Além disso, a casa “tem uma imagética já muito definida, muito bonita” e que é “muito familiar” a Cláudia.

“Por alguma razão acabei a agarrar em quatro figuras, que estão num muro de uma piscina, que é um sol, uma lua, um touro e um escorpião. Que no fundo são um autorretrato do meu tio, retrato da minha tia e o paralelismo com os signos deles: touro e escorpião. E achei que podíamos contar a história daquela casa, tendo como referência estas personagens”, contou.

A história contada em A Azenha é a seguinte: “Uma história de amor que se passa entre a lua e o sol, o meu tio e a minha tia, naquele sítio, que é no Alentejo e tem um grande céu estrelado por cima e uma série de histórias, que na verdade só eu sei, mas que acabam por passar nas imagens”.

Trata-se de uma história “muito surrealista”, à imagem do trabalho de Jorge Vieira, que foi tomando rumo e sendo construída com o tempo.

Em 2019, Cláudia Guerreiro e Rui Carvalho apresentaram-na ao vivo no Artes à Rua, em Évora. Mas, “na altura aquilo estava um bocado mail resolvido”.

“A ideia desta residência [artística no Gnration] era resolver isto um bocado melhor e a partir daqui pôr isto a andar, como for possível, porque como todos sabemos não é a altura melhor para pôr isto onde quer que seja, mas na verdade também é bom ter uma alternativa aos nossos concertos normais”, disse.

A apresentação deveria acontecer no sábado, mas as novas medidas impostas pelo Governo para tentar conter a pandemia da covid-19 fizeram com que fosse antecipada para sexta.

“Perdemos um dia de trabalho, mas isto não é trabalho que acabe aqui. A ideia é continuar, estamos a construir material para tentar poder vender o espetáculo”, referiu.

Desengane-se quem pensa que vai a assistir a “um concerto ilustrado ou a uma peça audiovisual musicada”, porque o espetáculo A Azenha não é nenhum dos dois. “A piada disto, muito dela, é estarmos os dois em palco, músico e ilustradora, com a mesma relevância. É um espetáculo feito pelos dois, portanto uma coisa e outra devem ter o mesmo peso”.

Continuar a ler

Braga

Vieira do Minho mantém feira semanal na segunda-feira

Covid-19

em

Foto: Divulgação / CM Vieira do Minho

A câmara municipal de Vieira do Minho decidiu manter a realização da feira semanal na segunda-feira, dia 30 de novembro, anunciou hoje aquela autarquia.

Em comunicado, a câmara lembra que “é essencial continuar a respeitar as normas de funcionamento, no sentido de garantir a segurança de todos os utilizadores”.

De acordo com o novo mapa de risco apresentado pelo Governo de Portugal, Vieira do Minho está no nível de risco “extremamente elevado” por apresentar mais de 960 casos de covid-19 por 100 mil habitantes.

Continuar a ler

Braga

Gasta cinco euros e ganha 10 mil na raspadinha em Vila Verde

Em Lage

em

Uma raspadinha premiada com 10 mil euros saiu esta quinta-feira num café situado em Lage, concelho de Vila Verde.

O boletim premiado custou cinco euros e deixou mais “feliz” um cliente habitual daquele espaço, situado à margem da Estrada Nacional 205, que liga Prado ao concelho de Ponte de Lima.

Joaquim Andrade, proprietário, adiantou a O MINHO que, para além deste prémio, houve ainda outro bilhete premiado a contemplar um cliente durante esta manhã, no valor de 500 euros.

“Tem saído muita coisa, os clientes não se podem queixar”, disse ao nosso jornal.

O feliz contemplado terá agora de entrar em contacto com o departamento de Jogos da Santa Casa de Lisboa de forma a levantar o valor do prémio.

Continuar a ler

Populares