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Braga

Braga: Cruz Vermelha assinala 35 anos de Emergência

Com demonstração de meios e atividades desenvolvidas.

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Foto: O MINHO

A Estrutura Operacional de Emergência (EOE), antiga Unidade de Socorro, da Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa, que está a assinalar os seus 35 anos de existência, realiza durante a tarde deste sábado, um exercício-simulacro, na Rua do Raio, no centro da cidade de Braga, com demonstração de meios e atividades desenvolvidas.

A equipa de Socorro e Transporte da EOE de Braga é constituída por 70 voluntários e 13 colaboradores assalariados, sendo coordenada por Ana Sofia Peixoto, segundo a qual “o voluntariado é uma das forças desta organização e um dos princípios fundamentais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e que se afirma e enaltece no serviço da emergência”.

Manuel Rodrigues. Foto: DR

Ana Sofia Peixoto disse ainda a O MINHO que “os voluntários da Estrutura Operacional de Emergência são excecionais pelo seu profissionalismo, dedicação e esprito de equipa e estes aspetos fazem toda a diferença nos resultados”.

É esta equipa que todos os dias responde aos mais variados serviços, desde transferências inter-hospitalares, transportes particulares, transportes de utentes para clinicas de fisioterapias, dá resposta à emergência pré-hospitalar, sendo ativada pelo INEM.

Presta ainda apoio médico sanitário em eventos públicos, de caráter desportivo, cultural, musical, religioso e social como por exemplo maratonas, jogos de futebol, concertos, peregrinações, festas populares e atos sociais.

Tendo no ano de 2018 realizado 6.895 Transferências hospitalares e serviços ARS, 901 emergências médicas e 130 apoios médico-sanitário a eventos com a sua frota que envolve uma ambulância medicalizada, três ambulâncias de emergência e quatro viaturas de transporte de doentes não urgentes.

Em articulação com a Coordenação Nacional de Emergência e outras entidades de socorro intervém em situações de catástrofe e de exceção.

Para sinalizar a data, Manuel Rodrigues da 1ª Escola da antiga Unidade de Socorro de Braga, voluntário há 35 anos, com a colaboração de uma equipa de antigos voluntários e colaboradores, estão a dinamizar alguns eventos que visam dar a conhecer a atividade desta valência, no sentido de homenagear as centenas de voluntários que de alguma forma deram o seu contributo no trabalho desenvolvido ao longo destes anos.

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Póvoa de Lanhoso

GNR identifica jovem suspeito de chamada falsa para 112 na Póvoa de Lanhoso

O caso está entregue ao Ministério Público.

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Foto: O Minho/Arquivo

A GNR identificou um jovem de 21 anos da Póvoa de Lanhoso pela presumível autoria de uma chamada falsa para o 112 na noite de Natal, dando conta de um acidente com quatro vítimas encarceradas naquele concelho.

Fonte da GNR disse hoje à Lusa que o jovem foi identificado na terça-feira, no decorrer de uma busca domiciliária, de que resultou também a apreensão do telemóvel que terá sido usado para a chamada falsa.

Os factos remontam a 24 de dezembro, pelas 20:26, quando vários meios de socorro foram acionados pelo Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Braga para a freguesia de Vilela, naquele concelho, para uma alegada colisão entre dois veículos ligeiros, com quatro vítimas encarceradas.

“Quem fez a chamada, deu dados muito concretos e precisos”, referiu a fonte.

Para o local, foram mobilizadas seis ambulâncias de socorro, um veículo de desencarceramento, um veículo de comando tático, um veículo de desencarceramento e duas viaturas médicas de emergência e reanimação, além da GNR da Póvoa de Lanhoso, num total de 36 operacionais.

No entanto, tratou-se de uma chamada falsa.

O detido incorre num crime de abuso e simulação de sinais de perigo, punível com pena de prisão até um ano ou com multa até 120 dias.

O caso está entregue ao Ministério Público.

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Braga

Ruca no Altice FORUM Braga: Temos 5 bilhetes duplos para oferecer – Interessado?

Participe até às 23:59 do próximo sábado (26 de janeiro)

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Foto: Divulgação

A popular personagem infantil Ruca vai estar no Altice FORUM, em Braga, no próximo dia 03 de fevereiro (domingo), para dois espetáculos no Grande Auditório. A primeira sessão será às 11:00 e a segunda às 15:00 horas. E O MINHO tem cinco bilhetes duplos para lhe oferecer.

Interessado? Envie-nos uma mensagem por e-mail ([email protected]) ou através da nossa página no Facebook e diga-nos por que razão um dos convites duplos lhe deveria ser oferecido a si.

No próximo domingo, 27 de janeiro, a Redação de O MINHO vai avaliar as melhores respostas e escolher os cinco vencedores.

Para os menos sortudos, os ingressos custam entre 12 e e 18 euros.

O espetáculo tem uma duração de 90 minutos.

Condições:

  • Os convites são para o espectáculo das 11:00 horas
  • Os vencedores devem levantar os bilhetes na bilheteira do Altice FORUM Braga, nos dias 02 ou 03 de fevereiro.

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Braga

Associação Florestal do Cávado alerta produtores para apoios a projetos no setor

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Foto: Divulgação

A Associação Florestal do Cávado chamou, esta terça-feira, a atenção dos produtores florestais para a existência de uma linha de financiamento destinada a intervenções em terrenos agrícolas e não agrícolas.

“Serve para rentabilizar superfícies de baixo valor patrimonial, apoiar manutenção e prevenir riscos de incêndio”, acentua o organismo.

A Associação Florestal do Cávado informa que decorre o prazo para apresentação de candidaturas para apoios à florestação, abrangendo projetos de intervenção com valor orçamental a partir de 3.000 euros e uma superfície mínima de investimento contígua de 0,5 hectares.

O presidente da Associação, Carlos Cação, sublinha a importância desta linha de financiamento para a região, considerando a inclusão de projetos de baixo custo e áreas de terreno com pequena dimensão.

“É uma oportunidade para a concretização de intervenções que favorecem a rentabilização de terrenos, em muitos casos, com baixo valor patrimonial, permitindo simultaneamente o financiamento para a manutenção e uma ação concertada de prevenção de riscos de incêndio”, aponta.

As taxas de apoio – assinala – oscilam entre os 75% e os 85%, estando ainda previsto um prémio de apoio à manutenção, durante um período de 10 anos, destinado a cobrir as despesas inerentes à manutenção dos povoamentos florestais instalados.

O prazo para apresentação de candidaturas decorre até final de fevereiro. Podem beneficiar dos apoios “pessoas singulares ou coletivas, de natureza privada, as autarquias locais e associações, as entidades gestoras de baldios, detentoras de terras não agrícolas, bem como organismos de administração pública central que detenham a gestão de terras não agrícolas”.

O que é financiado…

Entre as operações que são financiadas constam os custos de instalação (incluindo materiais florestais de propagação), aproveitamento da regeneração natural, preparação do solo, rega, plantação, sementeiras, mão-de-obra, fertilização, micorrização, protetores individuais de plantas ou redes de proteção, vedações e retanchas, custo de elaboração do Plano de Gestão florestal ou de instrumentos equivalentes ou de outros estudos prévios à execução do projeto.

Como “terra não agrícola” entende-se uma “superfície que, apesar de compreendida nas ocupações culturais consideradas superfícies agrícolas, não teve atividade agrícola nos últimos cinco anos e superfícies florestais não arborizadas (superfície com vegetação arbustiva, sem uso agrícola)”.

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