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Braga

Braga acolhe refugiados da Síria e Iraque

Total de 13 pessoas chegam ao país

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Foto: DR

Treze refugiados da Síria e Iraque chegaram hoje a Portugal, provenientes da Turquia, ao abrigo do Programa Voluntário de Reinstalação do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), informou o Governo.

Num comunicado conjunto, da ministra da Presidência e da Modernização Administrativa e do ministro da Administração Interna, explica-se que se trata de sete adultos e seis menores e que são os primeiros a partir da Turquia, no âmbito do programa.

Segundo o Governo, são três famílias e um cidadão isolado, acolhidos em Lisboa e Braga e que foram recebidos pela Câmara Municipal de Lisboa, pelo Serviço Jesuíta aos Refugiados e pela Plataforma de Apoio aos Refugiados.

As 13 pessoas estavam na Turquia, sob proteção do ACNUR, e tinham integrado uma seleção feita, em novembro passado, por uma equipa do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e do Alto Comissariado para as Migrações (ACM).

Na altura as duas entidades fizeram 171 entrevistas a 39 famílias de nacionalidade síria e iraquiana.

A missão, como outra que fora feita no Egito, fez-se na sequência da resposta de Portugal a um pedido da Comissão Europeia aos Estados-membros de reinstalarem até ao fim do ano 50 mil pessoas que precisam de proteção internacional.

Portugal mostrou-se disponível para reinstalar até 1.010 refugiados sob proteção do ACNUR na Turquia e no Egito.

Portugal recebeu já 127 pessoas no âmbito do Pprograma a partir do Egito, acolhidas por entidades como o Centro Português de Refugiados, Peaceful Paralell, vários municípios ou a Cruz Vermelha Portuguesa.

Segundo o Governo em maio será feita uma última missão ao Egito e em junho uma missão de seleção à Turquia.

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Braga

PSP apreende 986 doses de droga na cidade de Braga

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A PSP de Braga realizou duas operações na cidade em combate ao tráfico de estupefacientes, tendo detido dois indivíduos e apreendido quase mil doses de droga, anunciou aquela força em comunicado.

Na madrugada de domingo, pelas 01:00, na cidade de Braga, na Rua Marcelino de Araújo, no âmbito de uma operação policial de controlo e identificação de suspeitos, foi detido um cidadão com 38 anos de idade, referenciado e conhecido por esta Polícia, por ter sido intercetado na posse de haxixe suficiente par 46 doses, que lhe foram aprendidas.

No seguimento desta detenção, foi-lhe efetuada uma busca domiciliária que resultou na apreensão de haxixe suficiente para 198 doses;duas armas brancas e a quantia de 30 euros em dinheiro.

No passado dia 18 de outubro, pelas 17:00, também na cidade de Braga, a PSP deteve um cidadão com 53 anos de idade, por tráfico de estupefaciente, crime sob o qual já se encontrava conotado.

A detenção surge na sequência de uma vigilância que vinha sendo feita ao suspeito, tendo esta Polícia levado a cabo uma operação policial e após abordagem, foi-lhe efetuada uma revista de segurança, tendo-lhe sido encontrado cocaína suficiente para 742 doses, que valeriam cerca de 7. 425 euros, que lhe foram apreendidas, bem como a viatura em que se fazia transportar.

Os detidos vão ser presentes no Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão

 

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Braga

Detido em flagrante ao furtar moedas de uma máquina no Bom Jesus de Braga

Furto

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Foto: O MINHO (Arquivo)

O Comando Territorial da GNR de Braga, através do Posto Territorial do Sameiro, no dia 18 de outubro, deteve um homem de 34 anos, pelo crime de furto, na Basílica do Bom Jesus do Monte, em Braga, anunciou esta segunda-feira a guarda.

Em comunicado, é explicado que, na sequência de uma denúncia, em que se encontrava um homem a furtar as moedas de uma máquina de animação que conta a história do santuário, os militares deslocaram-se de imediato ao local, onde verificaram que o suspeito tinha na sua posse moedas no valor de 33 euros e um canivete que foi utilizado para efetuar o arrombamento da caixa que continha o dinheiro.

O suspeito foi detido e constituído arguido, tendo os factos sido remetidos ao Tribunal Judicial de Braga.

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Braga

Braga: Professora julgada por insultar e bater numa aluna de sete anos

Batia na aluna na escola

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Foto: DR / Arquivo

Iniciava esta segunda-feira o julgamento de uma professora do ensino básico acusada de infligir maus tratos a uma aluna,de sete anos, durante dois anos letivos, mas doença da juíza motivou o adiamento da sessão.

A docente – que nega o crime – tinha a seu cargo uma turma da Escola Básica do 1ºciclo de Ortigueira, em Palmeira, Braga, e volta agora a aguardar o início do julgamento.

A acusação diz que, entre 2014 e 2016, a professora, Maria do Céu Almeida, terá “batido na aluna de várias formas, dando-lhe pontapés, bofetadas  e croques na cabeça”, magoando-a e pondo-a a chorar. Chamava-lhe,  ainda, de “burra, burróide, estúpida e filha da p…”.

A docente, que se encontra apenas em funções administrativas, tinha já  sido alvo de uma sanção disciplinar de 50 dias aplicada pelo  Ministério da Educação. Medida que se encontra suspensa. Inquérito  disciplinar propõe suspensão.

“Burros e estúpidos”

O Ministério da Educação concluiu que a professora Maria do Céu  Almeida, do 2.º ano da escola EB1 da Ortigueira, em Palmeira, bateu em  cinco alunos e insultou-os chamando-lhes “burros” e “estúpidos”.

Considera, por isso, que violou os deveres de correção a que está  obrigada e vai propôr a sua suspensão. O inquérito disciplinar, que lhe foi aberto após um pai ter gravado uma aula, concluiu que a docente batia, com a mão, na cabeça de alguns alunos, mas também nas mãos e no rabo e deu “um tautau” numa menina por esta estar de pé.

Puxava-lhes, ainda, as orelhas. Tudo porque os alunos “faziam asneiras”. O inquérito terá, ainda, concluído que Maria do Céu Almeida usava uma cana, com a qual batia na mesa sempre que os alunos estavam desatentos, usando-a por vezes na cabeça. Os miúdos choravam ou porque lhes doía ou porque tinham medo da docente. Um deles punha a mão na cabeça e desatava a chorar quando antevia que a docente o ia castigar.

Aquela fonte sublinhou que umas vezes, a intensidade dos castigos era pouca, outras com alguma força. A professora desvalorizou, dizendo que se limitou a disciplinar as aulas, já que os alunos falam entre si, assobiam, lançam aviões de papel, levantam-se, ou seja, portam-se mal. Umas palmadas ligeiras ajudam.

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