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Região

Barcelos e Guimarães com maior risco de propagação covid, diz estudo

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A consultora portuguesa PSE desenvolveu uma tecnologia para analisar a mobilidade dos cidadãos, que já comercializava a câmaras municipais, por exemplo, mas que está a ser aproveitada para medir o nível de confinamento, no contexto da pandemia de covid-19.


Este estudo tem uma amostra de 3.500 pessoas, que aceitaram descarregar uma aplicação (‘app’) para ‘smartphone’ que acompanha todos os seus passos, dia a dia, 24 horas por dia, recorrendo a geolocalização (GPS), explicou à Lusa fonte da empresa.

A amostra abrange pessoas das regiões do Grande Porto, Grande Lisboa, litoral norte, litoral centro e distrito de Faro e, para já, não há planos para alargar a outras regiões do país.

Esta tecnologia possibilita determinar que concelhos estão a ser mais e menos cumpridores no que diz respeito à recomendação de isolamento voluntário, isto é, os concelhos com mais risco de propagação de covid-19 e onde se podem esperar maiores taxas de crescimento da contaminação, se não houver interferência de outros fatores.

São eles Ílhavo, Paredes, Felgueiras, Barcelos, Penafiel, Paços de Ferreira, Guimarães, Gondomar, Santo Tirso e Trofa.

De acordo com a empresa, os dados já foram disponibilizados à Direção-Geral da Saúde, não tem ainda recebido resposta da entidade quanto à sua utilização.

Já em comercialização desde novembro de 2019, os dados recolhidos pela ‘app’ estão a ser aplicados, sobretudo, na aferição de audiência da publicidade exterior e para auxiliar as câmaras municipais no ordenamento do território e na gestão de mobilidade e transportes.

Com a propagação do surto de covid-19, que obrigou os governos a adotar medidas de confinamento das populações, os promotores desta tecnologia viram uma oportunidade de utilizar os dados de que já dispunham para fazer uma análise, neste caso, à imobilidade dos portugueses.

Assim, a consultora cruzou os dados da taxa de contaminação por covid-19, em cada um dos 45 concelhos abrangidos pelo estudo, com a mobilidade real das populações e concluiu que o domingo de Páscoa foi o dia em que se cumpriu um maior confinamento: 79% permaneceu em casa e 93% próximo de casa.

Enquanto na semana da Páscoa de 2019 apenas 30% a 36% das pessoas permanecia em casa, esse valor oscilou, em 2020, entre os 54% e os 79%, ou seja, a saída de casa caiu para metade em três dos sete dias analisados (queda de 31 pontos percentuais em toda a semana).

Já o valor mínimo, durante o estado de emergência, foi obtido no dia 08 de abril, mas ainda assim contando com 54% da amostra em casa.

“Avaliando o nível de confinamento em casa, desde o início de março, vemos que os portugueses aderiram massivamente às orientações das autoridades, mas com algumas variações”, refere a empresa.

Antes da declaração do estado de emergência e do fecho das escolas, o confinamento em casa “natural” situava-se entre os 20% e os 30%, nos dias úteis, sendo cerca de 40% aos domingos.

“Importa agora avaliar como vai ser o comportamento dos portugueses nesta segunda metade de abril, sendo que a PSE vai naturalmente monitorizar a situação dia a dia”, sublinha.

A covid-19 é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa quatro mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Dinamarca, Áustria ou Espanha, a aliviar algumas das medidas.

Em Portugal, o decreto presidencial que prolonga até 02 de maio o estado de emergência iniciado em 19 de março prevê a possibilidade de uma “abertura gradual, faseada ou alternada de serviços, empresas ou estabelecimentos comerciais”.

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Braga

Hospital Lusíadas Braga mudou de cor em homenagem aos doentes e profissionais de saúde

Saúde

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Foto: Divulgação / Lusíadas

A Lusíadas Saúde iluminou o futuro Hospital Lusíadas Braga e alterou o layout das suas redes sociais e site para cor de laranja, de forma a assinalar o Dia Mundial da Segurança do Doente, comemorado na quinta-feira em todo o mundo sob a chancela da Organização Mundial da Saúde (OMS), anunciou aquele grupo de saúde.

Num nota publicada no seu site, a administração refere que os profissionais de saúde da Lusíadas receberam máscaras alusivas à data, com a mensagem ‘Profissionais Seguros, Doentes Seguros’.

Isabel Pereira Lopes, Chief Quality Officer da Lusíadas Saúde, afirma que “num ano tão duro e desafiante para os profissionais de saúde, a celebração do Dia Mundial da Segurança dos Doente dedicado à segurança dos profissionais de saúde é o reconhecimento do trabalho e dedicação de todos nós”.

“No Grupo Lusíadas Saúde, temos sido pioneiros na adoção de estratégias que contribuem para a garantir a qualidade e segurança de todos os nossos profissionais de saúde, de forma a também conseguirmos honrar o compromisso de excelência que assumimos perante os nossos doentes. Mobilizamos permanentemente todos os nossos colaboradores a divulgarem uma mensagem que é global, aplaudindo a prioridade assumida pela Organização Mundial da Saúde nesta área”, acrescenta.

Comemorado pela primeira vez em 2019, a Organização Mundial de Saúde estabeleceu como objetivos para a celebração do Dia Mundial da Segurança do Doente o aumento da consciencialização e o envolvimento do público, a melhoria da compreensão global e o estímulo da solidariedade e ação globais para a promoção da segurança do doente.​

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Braga

Covid-19: Amares com 20 casos ativos e Terras de Bouro com 13

Dados locais

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Foto: DR

O concelho de Amares registava 20 casos ativos da infeção por covid-19 até às 18:00 horas de quarta-feira, mais onze do que no último balanço feito por O MINHO, a 20 de agosto.

Já o concelho de Terras de Bouro, que comporta as freguesias de Rio Caldo, Vilar da Veiga e a vila do Gerês, regista atualmente 13 casos ativos com o novo coronavírus.

Amares regista um acumulado de 106 casos desde o início da pandemia enquanto que Terras de Bouro regista 31, segundo o relatório divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS) na passada segunda-feira.

Portugal regista hoje mais 10 mortos e 770 novos casos de infeção por covid-19, em relação a quarta-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da DGS.

É o maior número de mortes diário desde 9 de julho.

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 66.396 casos de infeção confirmados e 1.888 mortes.

Há ainda 44.794 recuperados, mais 266 do que ontem.

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Braga

Covid-19: Concelho de Braga com 211 casos ativos e 433 em isolamento

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

O concelho de Braga registou oito novas infeções pelo novo coronavírus desde a passada terça-feira.

Estes dados, apurados por O MINHO junto de fonte local da saúde, foram atualizados às 18:00 desta quinta-feira.

Durante o mesmo período, não houveram casos de recuperações do SARS CoV-2, totalizando o concelho 1.393 casos recuperados desde o início da pandemia.

Em termos acumulados, são já 1.678 casos de pessoas infetadas com a doença.

Lamentam-se ainda 74 óbitos, número que permanece igual desde o passado dia 16 de junho.

Existem, atualmente, 211 casos ativos de covid-19 em todo o concelho de Braga.

Há ainda 433 pessoas em isolamento sob vigilância da autoridade de saúde, mais 79 do que há dois dias.

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